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marmita do dia: frango enroladinho


marmita do diamarmita do diaNunca mais pintou uma marmita do dia por aqui, né? :) E essa nem é receita nem nada, e nem vinha parar aqui hahaha :P Mas aí que eu comprei uma câmera nova e agora tudo é motivo pra testar um clique :P Então terminei fotografando a marmita de ontem e resolvi trazer pra vocês como sugestão de consumo, porque nem receita ela é direito.

Eu sempre tenho peito de frango temperado com sal, pimenta, limão e alho na geladeira, como já falei várias vezes por aqui. Dessa vez acho que até tinha um pouco de orégano. Aí aproveitando a máxima da minha amiga Ju do Pitadinha, que “nem só de frango grelhado precisa viver uma pessoa de dieta”, fiz uma forma diferente de comer o tal franguinho nosso de cada dia :P

Peguei os peitos de frango que já estavam cortados na metade e abri ao meio, sem cortar inteiro. Tipo um talho, sabe? Aí coloquei uma fatia de peito de peru e um pedaço de queijo coalho, e enrolei. Fechei com um palito de madeira, coloquei numa travessa de vidro e joguei um gergelim por cima. Pronto, foi só isso. Aí coloquei no forno pré aquecido até ficar douradinho. Simples assim. Se deixar muito tempo eles vão ficar meio ressecados… Então a dica é cobrir com papel alumínio pra eles ficarem um pouco mais suculentos.

Se você viver com mais paciência, tempo e vontade, dá pra incrementar um bocado a receita. Dá até pra dar um corte mais certinho no frango pra ficar mais bonito, colocar um recheio mais elaborado tipo palmito ou cenoura, enfim. É uma forma bem versátil de dar uma variada no cardápio, sem sair muito da linha. E o melhor, é tão rapidinho que dá pra fazer pouco tempo antes do almoço e comer fresquinho.

Bom apetite, gente. :D


preto na decoração


preto na decoracaopreto na decoracaopreto na decoracaopreto na decoracaopreto na decoracaopreto na decoracaopreto na decoracaopreto na decoracaopreto na decoracaopreto na decoracaopreto na decoracaopreto na decoracaoPreto é uma cor polêmica na decoração, né? Mas confesso que eu nunca entendi muito bem porque. As pessoas argumentam que deixa o espaço menor, ok. E daí? Desde quando um ambiente que parece menor é ruim? Acho que tudo depende dos objetivos da decoração, do gosto pessoal, de tudo. Então pra mim não tem nada que seja realmente errado ou ruim na decoração, sabe. Na minha humilde e ignorante opinião, tudo é bem vindo se agrada ao gosto de quem vive no ambiente. Tô certa?

Desde a febre das tintas que transformam a parede em quadro negro, acho que o preto terminou por ganhar um pouco mais de espaço. Porque aí deixa de ser errado pra estar na moda, né. Mas muito além das paredes riscáveis de giz, o preto cai muito bem de várias formas. Catando umas fotos no Pinterest, não precisei navegar muito pra ver várias ótimas aplicações. Nas paredes, nas portas, no teto, no piso, nos móveis, nos objetos, nos quadros. Tem espaço em todo lugar pra essa cor tão versátil, que vai desde o ambiente mais moderno até o mais rústico.

Então fica aqui minha pequena homenagem ao preto na decoração e a quem não tem frescura com regras que ditam certo e errado, porque certo mesmo é você se sentir bem onde vive. E tenho dito. :)


equilíbrio, família, amor e uma tatuagem que eu nunca faria


Eu sempre achei que tatuagem é muito mais do que o desenho. Do mesmo jeito que música é muito mais que a melodia, sabe? Tem toda uma áurea em volta dessas coisas. Os momentos que elas acontecem, as pessoas que elas lembram, os sentimentos que inspiram. E pra mim tatuagem também tem muito disso. Claro que pode ser só um desenho na pele, afinal, é um adorno, uma vaidade. Mas mesmo quando é só um desenho, você vai lembrar do dia que fez, com quem estava, pra onde foi depois, essas coisas. E é por essas e outras que eu digo e repito: tatuagem é muito mais que o desenho.

E na minha última ida pra São Paulo eu fiz uma tatuagem que eu nunca faria. Sim sim, desse jeito. Eu não estava nem pensando em me tatuar, muito menos em São Paulo, muito menos um triângulo, muito menos no braço. Fui para comemorar com meu pequeno seus 18 anos, e era justo a idade que ele estava esperando pra fazer a sua primeira tataugem. Mas não era só as velinhas da nova fase que ele esperava. Ele chegou pra mim e fez: eu te esperei pra fazer a minha primeira tatuagem contigo! Gente, como não se emocionar? Sério, achei de um carinho, de um amor, inexplicável. Que honra.

tattoo fabinhotattoo fabinhoOs desenhos eram simples e lindos. Num dos braços ele fez as iniciais da família em braile. A, de Angélica. C, de Cor Jesus. L de Leonardo. A, de Anna Terra. É muito amor, hein? Que coisa linda. E no outro braço ele fez um triângulo perfeito, símbolo do equilíbrio. Afinal, essa é a chave da vida né. O equilíbrio diante de todas as coisas. Mas quando eu me deparei com tantas homenagens lindas, tanto o fato dele me esperar pra ir com ele fazer, quanto por ter uma letrinha minha ali na primeira tatuagem dele, eu animei pra homenagear também.

Isso mesmo. Uma tatuagem de última hora, de um desenho que eu nunca pensaria em fazer, num lugar que eu não pensaria em tatuar agora. E, aqui pra nós, é uma das tatuagens com maior significado pra mim. Porque além de todo momento de fazer com Fabinho, junto com a sua primeira tatuagem, um desenho igual ao dele, meu triângulo tem ainda mais significados. Somos três irmãos de sangue, assim como os três lados do triângulo. Eu, Malu e Fabinho. No entanto, Malu e Fabinho não são irmãos entre si, ela é da minha mãe e ele é do meu pai. E eles têm exatamente a mesma idade. Isso. Os dois têm um mês de diferença só. Ou seja, eu sou o ponto de equilíbrio entre eles. Bem no meio. Meus dois amores, minhas duas coisas preciosas. Que mesmo não sendo irmãos, tanto se gostam e se dão bem. E minha tatuagem ainda calhou de ser no braço esquerdo, o braço do coração.tattoo anna terratattoo equilibroOu seja, precisa dizer mais alguma coisa? Na verdade, nem precisava dizer nada. Porque é um significado meu, todo meu. Mas que por ser tão bonito e feliz, eu vim compartilhar com vocês. :) Porque, no final das contas, não importa se é uma tatuagem, uma carta, uma música ou uma foto. O que importa é a gente nunca esquecer de compartilhar e demonstrar o amor uns pelos outros. Pela família, pelos amigos, pelos bons momentos. Então que essa segunda-feira seja o começo de uma semana cheia de amor pra viver.

Malu e Fabinho, amo vocês. <3

Ah, e caso tenham interesse, fizemos as tatuagens no Jack Tattoo, na Galeria do Rock. O Tatuador foi Diego Parroy, e ele é ótimo. Tranquilo, da mão leve, paciente e passa uma energia boa danada, o que faz toda diferença.


sobre relógios internos e aquele tempo só nosso


O tempo é relativo, já dizia Einstein. Mas quando o grande gênio ditou nisso, acho que ele não estava pensando no nosso relógio interno. Sim sim, esse que bate bem aqui no meio do peito, sabe. Esse relógio que tem um tempo só dele. Só nosso.

Ontem eu li uma frase de um amigo que também bota pra fora essas verdades, Ciro Viegas.

hora de amarE esse pensamento me lembrou de uma coisa que eu escrevi há quase dois anos atrás, que também falava desse tempo.ate o ultimo

E tudo isso me deixou pensando sobre esse tal tempo. Quantas vezes nós desistimos por pensar que “é tarde demais”. Ou, pior, abrimos mão por pensar que “é muito cedo”. Que tempo é esse que pauta nossas decisões? Não é o mesmo tempo dos relógio e despertadores. É o tempo que bate conforme a música do nosso coração, e cada um tem o seu ritmo próprio.

É o tempo que vira remédio, quando sabemos que só vai curar quando ele passar. É o tempo que transforma ausência em saudade. É o mesmo tempo que para quando trocamos aquele olhar. Porque nem só de passar vive esse tempo. Ele também é um tempo que congela, que para e que podemos até emoldurar.

O tempo é esse que algumas vezes apenas assistimos, e que em outros tempos vivemos. É aquele suspiro de saudade dos bons tempos que não voltam mais, mesmo quando sabemos que bons tempos também estão por vir. É aquele cheiro, aquele gosto, aquele som que ficou no tempo e virou memória. Inesquecível.

E quando eu parei pra pensar sobre esse tempo, vi que ele tem mais perguntas e respostas do que eu posso pensar. E, no final das contas, a única conclusão que eu consegui chegar é que o nosso tempo, o mais importante, é o agora. Esse minuto. Esse compasso. Porque o tempo que já passou é a certeza que nós temos. O que ainda está por vir são as dúvidas intermináveis. E o agora, querido relógio, é o tempo que merece meu coração inteiro.



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