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um escritório onde eu queria morar


escritorio lindoescritorio lindoescritorio lindoescritorio lindoescritorio lindoescritorio lindoescritorio lindoescritorio lindoescritorio lindoescritorio lindoescritorio lindoescritorio lindoQuando eu comecei a ver as fotos desse lugar lindo, lá no Graphic Exchage, eu só conseguia pensar que queria morar num lugar assim. Fiquei tão fascinada pelas fotos, que só depois parei pra ler e perceber que era um escritório. Nem me dei conta da falta de um quarto, uma cozinha hahaha :P O lugar é tão lindo em todos os detalhes que me deu vontade de morar assim, do jeito que tá.

Primeiro que não tem como não se apaixonar por esse clima meio galpão, né? Ambiente amplo, pé direto altíssimo, uma decoração rústica, industrial, moderna, tudo junto. Eu acho encantador demais. Fiquei completamente enlouquecida pelas lâmpadas pendentes, pela parede com textura de números, pela mesa de centro, oh céus. Fiquei enlouquecida por tudo junto hahaha :)

É um espaço incrível, né? E a parte do escritório mesmo, da sala onde eu (hahay!) trabalharia é perfeita. Ampla, cheia de coisas e, ao mesmo tempo, livre. É o ponto entre o clean e a bagunça que eu tanto adoro. Posso dizer que apaixonei com a seta enferrujada na parede? Pois é. E as janelas lá no alto, tudo parece ter uma perspectiva diferente nesse espaço.

Enfim, se eu pudesse escolher um lugar pra morar agora, eu queria morar nesse escritório hahaha :D


decoração de apartamento de casal


apartamento casalapartamento casalapartamento casalapartamento casalapartamento casalapartamento casalapartamento casalapartamento casalapartamento casalQuando meu querido amigo e, agora não mais companheiro de trabalho, Lucas me mandou o link do Decorviva com esse post eu tive que guardar pra ler com calma. E valeu a pena. A história do apartamento de Tatiany e Enderson é cheia de inspiração pra quem tá decorando um apartamento pra dois <3

O texto tá todo escrito por ele lá no blog da Vivi Visentin, e vale a pena ler na íntegra. Então aqui eu vou só deixar alguns comentários do que mais me chamou a atenção. O estilo de decoração mais moderno e clean não é muito a minha cara, mas eu me renderia fácil a esse apezinho lindo e aconchegante.

A primeira coisa que me chamou a atenção foi o papel de parede. Achei lindo, delicado e parece que foi feito pra sala deles. A escolha das cores também foi uma super bola dentro. Cinza, branco, amarelo e roxo não tem erro. E essa caveira roxa, gente? Pelamor que coisa linda! Dá um super toque nessa mesa amarela que também não tem como não pontuar.

Na cozinha americana (sonho meeeu, sonho meeeu) achei tudo ótimo também. Os armários são tão discretos que nem parecem existir por lá, e os detalhes dos copos, da escada e até do pano de prato foram uma ótima jogada. Estão de parabéns, viu? De verdade. :D E que os casais se inspirem para construírem juntinhos o seu lar de amor <3

Boa semana, gente!


um paraíso chamado carnaval


carnavalcarnavalcarnavalcarnavalcarnavalcarnavalcarnavalcarnavalcarnavalcarnavalcarnavalO carnaval por aqui parece mais do que um feriado. Mais do que uma festividade. Mais do que qualquer coisa humana. Parece que o espaço e tempo se transformam juntos num paraíso, e a gente passa a viver nesse lugar paralelo durante os dias de folia.

As ruas ficam mais coloridas. As casas ficam mais coloridas. As pessoas ficam mais coloridas. E tudo vai ficando mais feliz conforme vai chegando a sexta-feira. Esse paraíso vai tomando o som do frevo e as medidas vão mudando. Todas elas. Quilômetros de ônibus ou taxi são pouco para ir até Olinda. Litros de cerveja são pouco pra tanta sede. Quilos de brilho são pouco pra iluminar as fantasias. Centímetros são muito entre uma pessoa e outra pelas ruas. Até a altura muda. Seja das ladeiras ou dos bonecos gigantes, tudo parece muito natural.

E tem outras transformações que só acontecem nesse paraíso chamado carnaval. Homens viram mulheres, mulheres viram crianças, crianças viram monstros e até os monstros sorriem no carnaval. Porque se tem uma coisa que muda e muito é o humor das pessoas. O sorriso fica estampado na cara o tempo inteiro. Seja da alegria, da embriaguez ou até se for só pra rir da cara do outro que tá passando com uma roupa estranha. Todo mundo sorri. Todo mundo muda.

No paraíso toda música é feita pra dançar, pra pular, pra curtir. Mesmo que sejam sempre as mesmas músicas tocando em looping durante os 4 ou 5 dias de festa, pra não dizer que tocam o mês inteiro antes do carnaval. Mesmo que seja qualquer batuque, som de barraquinha, show de gente famosa ou daquele bloco que você nem sabe o nome. No paraíso todo mundo gosta das mesmas músicas e curte junto.

Nesse lugar chamado carnaval o direito de ir e vir está garantido, mas o direito de se perder e não saber de onde vem ou pra onde vai também está. Ninguém precisa de mapa nem GPS, ninguém precisa de endereço, telefone, tem gente que nem precisa de nome muito menos sobrenome. A identidade é a que se veste, o lugar é onde se está e o que importa é o que interessa. Porque nesse paraíso onde você está é sempre o melhor lugar para se estar nesse momento.

E isso são apenas as algumas impressões rápidas de uma humilde mortal falando desse lugar que só conhece quem vai. Afinal, o carnaval é o único paraíso que a gente pode ir e voltar pra contar história. E essas histórias ficam pra vida inteira com a gente, durante muitos carnavais.

E se no seu paraíso não tem calor, cerveja quente e empurra empurra, eu sugiro que você vá procurar outro cantinho para ser feliz, porque o paraíso só é perfeito pra quem curte os seus defeitos. E eu curti até virar pó. Ou cinzas, claro.


uma palavra sobre tolerância


Faz um tempo que eu tenho pensado muito na palavra tolerância. Acho que é por estar pensando mais nas pessoas ao meu redor e vendo quanto elas são diferentes. Eu sou uma pessoa muito difícil de conviver, eu sei disso. E sei que exijo muita tolerância e paciência das pessoas. E por estar pensando mais sobre isso ultimamente, tenho me tornado, aos poucos, uma pessoa mais tolerante em vários sentidos.

Nós convivemos o tempo todo com pessoas diferentes da gente. Na escola, na faculdade, no trabalho. Ficamos, namoramos e casamos com pessoas diferentes da gente. Quando crescemos aprendemos que nossos pais são bem diferentes um do outro e totalmente diferentes da gente. Que nossos irmãos não são assim tão parecidos e começamos a perceber a diferença entre os primos, tios, avós. Como as pessoas são diferentes ainda que pareçam tão semelhantes.

E essas diferenças podem aflorar em vários momentos. Em diferentes situações. Pessoas que sempre foram amigas podem discordar de algo pequeno como sua opinião sobre gatos, ou sobre motociclistas, ou sobre aquele filme. E nós passamos a vida tendo que aceitar e conviver com essas diferenças.

As vezes nós podemos escolher com que diferenças nós queremos conviver. E assim nós nos juntamos com pessoas que são parecidas com a gente ou aquelas que nós aprendemos a gostar até dos “defeitos”, que muitas vezes são apenas diferenças toleradas. Mas as vezes nós temos que conviver diariamente com pessoas totalmente diferentes da gente, e que as vezes têm “defeitos” que nos incomodam a ponto de nos agredir. E que nada mais são do que diferenças que nós não toleramos.

E algumas delas nós vamos passar a vida sem conseguir tolerar mesmo, porque para isso nós teríamos que passar por cima de princípios que são mais fortes do que nós. Mas, as vezes, tudo é uma questão de reflexão. E quando a gente para pra pensar, de preferência num momento feliz e de cabeça fria, a gente vê que muitas coisas podem ser facilmente toleráveis. Que essas diferenças sempre vão existir mas que elas não precisam nos agredir tanto assim. Afinal, nós também somos portadores de “defeitos” pelos quais somos irredutíveis. E nós também sugamos uma boa dose da tolerência das pessoas ao nosso redor.

As vezes precisamos da tolerância para suprir uma expectativa. Já viram quantas vezes nós pensamos “mas não podia ter sido desse jeito?” ou “mas porque ela não falou assim…”. E isso tudo é reflexo de uma expectativa pessoal que nós criamos em torno de uma conversa, de uma situação. E nem sempre as coisas acontecem ou as pessoas falam como a gente quer ou esperava. E isso não quer dizer que essas coisas aconteceram errado, foi apenas diferente. E a sabedoria está em diferenciar e tolerar isso para o seu próprio bem.

E pensando sobre isso, descobri que essa é a palavra mágica da convivência. Porque pra conviver em harmonia a gente não precisa amar todo mundo ao nosso redor, mas a gente precisa respeitar. E o princípio do respeito está em tolerar as diferenças.

Então, por hoje, pare 5 minutos e olhe as pessoas ao seu redor. Você vai conseguir rapidamente apontar um ou dois defeitos de cada uma delas. E você também vai poder ver que é capaz de tolerar esses defeitos no dia a dia. Em prol da boa convivência, da boa vizinhança, da boa risada que faz o nosso dia ser mais feliz. Porque pessoas tolerantes sorriem mais, vocês sabiam? Não? Então experimentem tolerar mais os “defeitos” das pessoas com quem você convive e veja por você mesmo.

Porque a tolerância é a chave das pequenas doses de alegria do dia a dia.



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