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marmita do dia: frango ao creme de milho


Tem coisa mais básica, simples e gostosa? Tá, tudo bem… Todas as minhas receitas são básicas e simples, mas esssa é sem dúvidas uma das mais mais de todas :P

Eu já falei que gosto de cozinhar com prazer. Por isso procuro cozinhar ouvindo música, bebericando alguma coisa, tuitando ou conversando com alguém. Ontem o escolhido para me assistir esquentando o bucho no fogão, enquanto tomava uma cervejinha comigo, foi Fred, meu queridissíssimo amigo. Conversamos, ele traduziu o postal que mandou pra mim da Holanda e que só chegou ontem, assistimos a coisas engraçadas na internet e conversamos ainda mais, porque é o que a gente faz de melhor quando estamos juntos. Conversar e rir :)

E de todo esse papo saiu um delicioso peito de frango ao creme de milho, feito da simples forma: temperei os peitos de frango com limão, sal, pimenta, uma levíssima pitada de cominho e salsa, e deixei na geladeira por +-1h. Fiz um creme de milho simplão, batendo no liquidificador 1 lata de milho no vapor, ou sem a água da lata, com meio copo de requeijão e uma caixinha de creme de leite. Então é refogar uma cebola na manteiga, jogar o creme e ir adicionando leite até ficar numa consistência entre creme e molho (precisa, hein?), e temperar com sal e pimenta. Aí é só colocar o frango numa assadeira, cobrir com o creme e, se precisar, fazer camadas de frango e creme, finalizando com creme e salpicando uma mussarela ralada, que pode ser substituída por qualquer outro queijo.

Aí é fazer um arroz branco (tirar uma onda colocando ele num pote reaproveitado de patê e desenformando no prato pra dar a chinfra) e se deliciar. Bom demais, hein? Quer mais fácil? Então vai lá passar meia hora fazendo a soma de 2 + 2… porque só assim, viu? hahahaha :P


baked potato


Eu bem que queria que essa fosse a minha marmita do dia, mas enquanto vocês estão lendo esse post eu estou no curso de Estratégias de Marketing Digital no roadshow da ESPM, aqui em Recife. Essa batata eu fiz ontem, fim de feriado, depois de um dia cheio. Ela é de uma simplicidade deliciosa.

É só pegar algumas dessas batatas inglesas, lavar muito bem e fazer furinhos superficiais com um garfo. Eu dei uma bezuntada com manteiga antes de enrolar no papel alumínio e ficou ótima. Com cada batata enrolada no seu papel alumínio, pode colocá-las direto da grelha do forno, e deixar lá por uma hora, virando na metade do tempo com uma luva térmica.

Ao final do tempo, abrir com cuidado o papel alumínio, porque o vapor pode queimar. Então abrir a batata com uma faca, cuidando para não furar o fundo. Com a batata ainda no papel alumínio, fazer uma pequena pressão nas extremidades do corte, usando luva térmica, para abrir mais a batata. Então é só dar uma mexida dentro da batata com uma colher, colocar um pouco de manteiga e o recheio da sua preferência. É a coisa mais simples do mundo.

O meu recheio foi de quatro queijos. Parti o gorgonzola em pedaços, adicionei umas colheres de requeijão, mussarela ralada, parmesão ralado e misturei tudo. Para ajudar a mexer coloquei um pouquinho de leite, e temperei com minha pimenta com alho. Depois de rechear a batata, coloquei ela num refratário e coloquei no forno, com o fogo já desligado, só para manter aquecido e dar uma derretidinha no queijo enquanto eu organizava a mesa.

E eis que ficou uma delícia :D Fácil, né? Já vejo com recheios de linguiça, carne moída, creme de frango, ah… São miliuma possibilidades :P


a casa de brigitte von humboldt


Carol sempre me falou de Brigitte. Se eu falava que queria uma casa com muitas plantas e bichos, ela falava de Brigitte. Se eu dizia que seria uma coroa de cabelos vermelhos, ela me falava dos cabelos de fogo de Brigitte. Se a gente falava sobre ter um atelier, ela falava do iluminado atelier de Brigitte, e eu sempre imaginei como seria a casa e a artista Brigitte von Humboldt. Então, na sua mais recente visita ao Algarve, Carolzinha fez um post sobre ela em seu blog, e tenho certeza que fez de presente para mim :P A melhor forma de agradecer é trazendo para o Ideias um pouco da vida desta artista alemã, que vive em Lagos – Algarve – Portugal, pelas lentes de Carol Burgo.

Brigitte é pintora e dona dessa linda casa, que foi toda projetada e construída por ela e seu marido. A decoração traz muitos mosaicos no chão e nas paredes, todos feitos por ele. E ainda móveis e lembranças de viagens, todos trazidos por ela. É uma casa que só de ver as fotos já dá pra se sentir confortável. O atelier, com suas janelas enormes e uma parte do teto com cobertura translúcida deixam ele iluminado da hora que o sol nasce até a hora que ele se põe. O jardim, a casa, os detalhes, os bichos, é tudo tão lindo. Até a torta de maçã é linda. Ela tem gatos, cachorros, gansos, galinhas, árvores frutíferas e flores, muitas flores. Não é perfeito?

Ela aluga alguns quartos da casa para turistas que buscam a tranquilidade em Meia Praia que, segundo Carol,  é uma das praias mais lindas de Lagos. Bem, acho que um dia serei uma dessas turistas que vai aparecer para procurar essa paz :)

Agora vão lá olhar o post de Carol sobre a casa de Brigitte, que tem um tom saudoso e íntimo bem especial. E, claro, que ela também fez um post lindo de viver, só sobre o atelier azul. Parabéns pelas fotos Querols, ficaram lindas :D


nossa abóbora de halloween


Eu sei… Claro que era pra ter feito esse post antes, e não aos 45 do segundo tempo do dia 31 de outubro. Mas meu fim de semana foi muito preguiçoso, e eu e Fred só nos reunimos na tarde de domingo para fazer nosso jack o’lantern do halloween. Fred, o brasileiro mais american friendly que eu conheço, é dono de uma escola de inglês e tem todo esse sangue de trick-or-treat correndo nas veias. Então ele me deu essa linda (e gigante) abóbora e veio aqui em casa para me ensinar a fazer o mais famoso símbolo do halloween americano.

Tiramos a tampa da abóbora (repare que abrimos na “parte de baixo” dela) e limpamos toda por dentro, tirando todas as sementes e todos os fiapos. A maioria foi na mão mesmo, mas pegamos uma colher e raspamos até sair tudo. Em seguida lavamos, por dentro e por fora, e deixamos ela virada em cima de um balde, pra escorrer toda a água. Secamos ao máximo com papel toalha e começamos a fazer a marcação do rosto com lápis, riscando devagar para não ferir a casca. Em seguida eu usei uma faca de cozinha pequena, dessas sem serra mesmo, e fui fazendo um risco superficial.

Aí vai começar a hora tensa. Enfiar a faca com cuidado, e tirar com mais cuidado ainda. Não coloque muita força para puxar a faca, vá puxando firme e aos poucos, porque de repente ela vai sair de vez e isso pode ser perigoso. Sempre se certifique de que a faca atravessou para o lado de dentro, para que a luz dá vela possa sair. No mais é ter cuidado e atenção, e ir sentindo o desenho que você está fazendo.

O meu ficou assim, com uma cara simpática, meio de doido. Eu não queria que meu Jack fosse assustador, e ele não é :D Segundo a lenda do Jack O’lantern, ele é uma alma que desafiou o diabo, e não foi aceito nem no céu nem no inferno, e por isso vaga por aí, com uma lanterna para iluminar o seu caminho, buscando o seu lugar. Acho que com cara de simpático ele consegue mais fácil :P



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