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um pensamento sobre fazer companhia


companhiaNa sexta-feira me peguei escrevendo um super email de notícias pra mamãe e papai, atualizando eles das últimas da minha vida corrida. E entre as novidades de mudança de emprego, de rotina e de tudo mais, me peguei pensando no quanto pode ser solitária essa vida tão turbulenta.

Acordar pra trabalhar, trabalhar até ir dormir, isso com alguns poucos intervalos no meio. Todos os dias. Sabe aquela sensação de ter trabalhado um mês em 5 dias? Pronto. Aí chega no final da semana e tudo que eu quero é descansar. Não é sair, não é curtir, é apenas descansar. Colocar as pernas pra cima, ver um filme, abrir uma cerveja. E foi quando eu me peguei pensando sobre as companhias para alguns momentos.

É fácil você ter companhia pra fazer qualquer coisa, né? Pra comer, dançar, correr, viajar. É fácil ter companhia pra fazer compras, ir num cinema, numa festa. É fácil até ter companhia pra fazer obra, bater lage, fazer mudança. Mas as vezes tudo que a gente precisa é de uma boa companhia pra fazer nada.

Um encontro que não depende de nada pra existir, sabe? Onde o silêncio não incomoda, mas que a conversa é bem vinda. Onde pode ter uma bebida ou não. Uma comida ou não. Um filme ou não. Uma companhia apenas pela parceria, pelo encontro. Porque na correria a gente vive cercado de gente, mas a sensação de estar sozinho é constante. Não sei se sou só eu que sinto isso, por conta da minha carência geminiana eminente. Mas a verdade é que por mais um bom tempo sozinha tenha o seu valor, as vezes a companhia para o nada faz toda a diferença.

Então começo a semana com esse pensamento que permeou meu fim de semana. Vamos ser a companhia que não precisa de motivo pra estar junto, porque essa sim é a parceria de verdade. Pra fazer qualquer coisa, existe qualquer pessoa. Pra fazer nada, só existe a gente. :)


meu instagram viu #10


Sempre que a correria aperta e eu fico sem muito tempo pro bloguinho querido, eu termino postando Meu Instagram Viu, né? Hahaha :P Pois é… É o que tem pra hoje, e deve ser o que vai ter para os próximos tempos… Mas como esse cantinho aqui é minha terapia não consigo ficar muito tempo longe… <3

Esses são alguns cliques de janeiro, que eu aproveitei pra reunir alguns links que acho que vocês vão gostar, então fiquem de olho que deve render boas coisas pra todo mundo \o/meu instagram viuMeu Instagram Viu esse lugar lindo, onde eu deixo Chica quando preciso viajar. É o Wood’s Nook, um parque canino que tem adestramento, agility e hotelzinho. Chica sempre é super bem tratada e volta toda feliz. Super indico <3

meu instagram viuMeu Instagram Viu a vida ficar pequena quando olhamos de cima.meu instagram viuMeu Instagram Viu quando eu consegui matar a saudade de pessoas tão queridas num dia tão especial, que foi o aniversário de papai. <3meu instagram viuMeu Instagram Viu essa sobremesa incrível lá do Oca Gourmet. Só de olhar dá vontade de comer um balde cheio, né?

meu instagram viuMeu Instagram Viu a volta da Pé Preto aos palcos, na Noite do Agito Pesado #10. Que festa massa, gente. A Pé Preto toca funk setentista autoral, som de alta qualidade, e está arrasando com a banda completa, além do recheio de teclado, metais, percussão, tudo que tem direito. E na foto DJ Vinicius Lezo aloprando como sempre. :)

meu instagram viuMeu Instagram Viu uma super novidade que vem por aí. Essa turma vai aprontar altas confusões nessa ~rede mundial de computadores~, podem aguardar. Enquanto isso, fiquem de olho na Cumbuca e aguardem no local. :D

A aí, gostaram da versão de janeiro? :D

Para acompanhar todos os posts do meu Instagram, segue aqui: Terrinha.

E aqui estão os outros posts da série “Meu Instagram Viu” e até a próxima o/


correndo atrás do tempo perdido (e dos quilos achados)


corrida na ruacorrida na ruacorrida na ruacorrida na ruacorrida na ruacorrida na ruacorrida na ruacorrida na ruacorrida na ruacorrida na ruaFim de ano é aquela coisa né? Comida, comida, comida. Confraternizações, festas, bebida e mais comida. É difícil manter a linha, viu? Ainda mais pra quem, assim como eu, adora uma farra regada de boa bebida e boa comida.

Então chega janeiro e as promessas de voltar pros eixos vão se acumulando. Voltar pra academia, voltar a comer melhor, voltar a correr, pedalar, patinar. Mas a verdade é que nem sempre dá tempo de organizar a vida como a gente quer né? Por isso que qualquer tempinho extra, mais uma boa dose de coragem e força de vontade, pode virar um bom tempo pra um exercício pro corpo e pra mente. Porque se tem uma coisa que eu sinto é que os exercícios fazem super bem pra cabeça, sabe? É uma terapia.

E dando continuidade ao meu projeto de encontrar mais tempo pra mim, com a ajuda de Brastemp+Finish, eu tirei do papel minha vontade de correr na rua. Gente, como faz toda a diferença. Correr na esteira é aquela coisa sacal, né. Pra quando não tem outra opção. Correr no parque ou na pista de corrida da avenida da praia é ótimo, mas nada se compara a correr na rua. Você se sente fazendo parte da cidade, é como se não tivesse fronteiras. Você vai correndo e a rota vai acontecendo, de forma natural e feliz.

Então dia desses peguei carona na corridinha matinal de um amigo meu, Burgos, que tem me inspirado muito com a sua história. Ele perdeu 30kg mudando a alimentação e entrando para os exercícios físicos, e agora se prepara pra correr sua primeira maratona. Rumo aos 42km! É muita energia. E depois de ficar dias só de olho nas fotos de corrida dele, resolvi acompanhar. No meu ritmo, claro.. Mas chegar de manhã cedinho e ver o sol começando a levantar no Marco Zero dá uma energia tão boa… Ver as pontes iluminadas pelos primeiros raios, as ruas ainda com poucos carros, o cenário perfeito pra uma corrida. É pra começar o dia mais feliz, sem dúvidas.

Tirando que no meio da corrida eu levei uma mordida de um cachorro de rua e tive que tomar um monte de injeções, foi tudo perfeito hahaha :) Foram 5km em 40 minutos, porque além da paradinha dos cachorros eu alternei com caminhada e fui curtindo o visual, sem pressa. Porque pode parece pouco, mas se você conseguir uma horinha que seja por dia, nem que seja aquela hora que você deixa a roupa numa máquina e a louça na outra, você consegue fazer uma caminhada ou uma corridinha que vão fazer o dia inteiro render bem melhor.

Então que esse seja o começo da minha volta aos treinos. Sem exageros, sem exigir muito de mim. Exercícios pelo prazer de se sentir bem, é assim que tem que ser. Né? :)

* Post em parceria com a Brastemp+Finish


culinária de botequim no bar do chinelato


bar do chinelato bar do chinelato bar do chinelato bar do chinelato bar do chinelato bar do chinelato bar do chinelato bar do chinelato bar do chinelato Se tem uma coisa que eu herdei de pai e mãe, é a paixão por boteco. Que me desculpe os restaurantes phynos como o Oca Gourmet que eu postei aqui essa semana, eles também tem seu valor. Mas, aqui pra nós, eu sou de pé de calçada mesmo. Gente, adoro aqueles bares pequenos, com cadeira de plástico na calçada, sabe? Aqueles que a gente conhece o dono, chama o garçom pelo nome e quando passa muito tempo sem aparecer todos perguntam “tá sumido?”. Adoro aqueles botecos que tem uma comida própria, aquela que você vai até lá atrás dela, e quando come fica realizado. E que a melhor ~harmonização~ de tudo é com uma cerveja gelada ou com uma cachacinha pra rebater. Pronto, se você me perguntar qual é meu tipo de bar preferido eu diria que é assim.

E esse Bar do Chinelato consegue reunir todas essas opções acima. Ele é o bar de um amigo de papai, tio Valdir, e fica lá em Juiz de Fora. Por sinal, Juiz de Fora consegue reunir os melhores botecos que eu já frequentei. Acho que tem uma parcela de apego emocional e familiar nessa minha preferência, claro. Mas ainda quero trazer aqui algumas fotos do Futrica e do Bar do Léo, só pra começar. :)

O Bar do Chinelato tem uma história bem legal, já mudou de ponto algumas vezes e hoje ele é nessa esquina aí. Começou com o pai de tia Tânia, esposa de tio Valdir, que se chamava Chinelato, dando o nome pro bar. Hoje é Tânia que faz todas as comidas do bar, e olha… QUE COMIDAS. Gente, é um lugar onde tudo é gosto, sério. O slogan de “a melhor culinária de botequim” não é mentira não. Já tinha ido lá outras vezes e provado outros pratos, mas dessa vez só pedimos dois.

A moelinha é uma delícia. E olhe que eu sou criteriosa quanto a moela, viu? Aqui em Recife tem o Bar da Buchadinha que serve a melhor moela que eu já comi na vida, então não me encanto com qualquer miúdo. Essa é diferente da que eu sou acostumada, tem mais alho, cebolinha e rodelas de cebola. O tempero é ótimo. Devidamente servida com um pãozinho francês cortado, quando você menos espera chega mais pão. E mais pão. E eles só param de colocar pão na mesa quando todo molhinho foi rapado do prato. É o certo, né? Eu, apaixonada por pimenta, fui experimentar a pimenta da casa. Prudente que sou, coloquei só um pouquinho no pão que ia receber a moela por cima. Gente, apenas cuidado. Quando vocês virem uma pimenta que tem esse canudinho pra servir é um sinal de alerta. QUE PIMENTA FORTE. Deliciosa, mas muito forte. Dessas que você tem que espalhar muito pra ela ser tempero e não só dor, sabe? Pronto. Fica o alerta. :P

E pra finalizar nós pedimos o petisco premiado da casa nessas premiações de comidas de boteco. É um bolinho de linguiça recheado com catupiry. Ele é servido com molho de mostarda e mel e acompanha batatas fritas com queijo. Gente, que delícia. Dá vontade de ir comendo, e comendo. A pausa é só pro gole na cerveja gelada que combina que é uma maravilha. Mas definitivamente foi o melhor petisco que já comi por lá.

E aproveitando que hoje é sexta-feira, fica aí a inspiração pra entrar no fim de semana com o pé no botequim mais próximo! hahaha :) Bom fim de semana, gente. :D



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