Warning: Illegal offset type in isset or empty in /home/ideiasde/public_html/wp-includes/post.php on line 1151
boteco | ideias de fim de semana
Warning: Illegal offset type in isset or empty in /home/ideiasde/public_html/wp-includes/post.php on line 1151

Tag Archives: boteco

arrumadão do beca bar

arrumadao beca bararrumadao beca bararrumadao beca bararrumadao beca bararrumadao beca bararrumadao beca bararrumadao beca bararrumadao beca bararrumadao beca barEu adoro arrumadinho. Principalmente quando ele vem assim, arrumadinho e com o vinagrete separado, porque eu não gosto hahaha :) E se eu já gosto de arrumadinho, avalie do arrumadão, que é uma coisa meio ogra que ganha meu coração <3. Pra quem não conhece o prato, arrumadinho é a mistura de feijão verde, farofa e uma carne, que geralmente é charque ou carne de sol. Mas no Arrumadão do Beca Bar as opções são as mais variadas que eu já vi. Esse das fotos é um mistão de charque torrada, que é altamente crocante, com linguiça matuta, que é super suculenta. A mistura perfeita, eu achei. Mas um dia eu ainda desapego e experimento o de camarão :P

O Beca Bar é super famoso entre quem gosta de uma honesta comida de boteco. Dessas sem frescura mesmo, sabe? O desapego da frescura começa com os apelidos do lugar. Como ele fica em Santo Amaro, perto do cemitério, é carinhosamente conhecido como “Arrumadinho do cemitério” ou “Arrumadinho do IML“. Delicado, né? Mas é bom que afasta quem tem mimimi e sobra mais pra mim hahaha :P Ele é aquele boteco simples, com as mesas na calçada e na rua, mesa de plástico, caldinho servido no copo descartável. Por sinal, que caldinho, viu? O melhor que comi nos últimos tempos, porque dizer que tomei é eufemizar a quantidade de carne e misturas que tinha dentro dele. Valorizei.

A cerveja Heineken é gelada, o que deixa a espera pelo prato bem menos dolorosa. Quando eu fui o prato não demorou, mas já ouvi histórias de quem esperou por mais de hora e saiu sem comer… Voto que isso tenha sido um acaso e que hoje isso não aconteça mais. Até porque depois de ir lá na primeira vez você pega o telefone de lá e se for com muita gente já pode ligar e adiantar o pedido. Coisa de gente íntima ;)

Pra vocês terem ideia de porque é arrumadão, esse prato serviu bem 3 pessoas com fome. O caldinho deu uma forrada, mas a sustança mesmo tá nesse feijão com farofa e nessas carnes nada lights hahaha Isso aí regado no bom e velho azeite do sertão (manteiga de garrafa) e umas gotinhas da pimenta da casa é de comer rezando. Então aproveitando o jejum de carne que alguns fizeram durante a semana santa, e a proximidade do fim de semana, marca com a galera esse almoço feliz lá no Beca Bar e volta aqui pra dizer se eu não tô certa :)

Como sempre perguntam, vou deixar aqui o endereço, que fica na Rua Pedro Afonso, Santo Amaro, e o telefone é o 081 3423-9008. Agora não tem mais desculpa, é só animar e ir :)

arrumadao beca bar

 

culinária de botequim no bar do chinelato

bar do chinelato bar do chinelato bar do chinelato bar do chinelato bar do chinelato bar do chinelato bar do chinelato bar do chinelato bar do chinelato Se tem uma coisa que eu herdei de pai e mãe, é a paixão por boteco. Que me desculpe os restaurantes phynos como o Oca Gourmet que eu postei aqui essa semana, eles também tem seu valor. Mas, aqui pra nós, eu sou de pé de calçada mesmo. Gente, adoro aqueles bares pequenos, com cadeira de plástico na calçada, sabe? Aqueles que a gente conhece o dono, chama o garçom pelo nome e quando passa muito tempo sem aparecer todos perguntam “tá sumido?”. Adoro aqueles botecos que tem uma comida própria, aquela que você vai até lá atrás dela, e quando come fica realizado. E que a melhor ~harmonização~ de tudo é com uma cerveja gelada ou com uma cachacinha pra rebater. Pronto, se você me perguntar qual é meu tipo de bar preferido eu diria que é assim.

E esse Bar do Chinelato consegue reunir todas essas opções acima. Ele é o bar de um amigo de papai, tio Valdir, e fica lá em Juiz de Fora. Por sinal, Juiz de Fora consegue reunir os melhores botecos que eu já frequentei. Acho que tem uma parcela de apego emocional e familiar nessa minha preferência, claro. Mas ainda quero trazer aqui algumas fotos do Futrica e do Bar do Léo, só pra começar. :)

O Bar do Chinelato tem uma história bem legal, já mudou de ponto algumas vezes e hoje ele é nessa esquina aí. Começou com o pai de tia Tânia, esposa de tio Valdir, que se chamava Chinelato, dando o nome pro bar. Hoje é Tânia que faz todas as comidas do bar, e olha… QUE COMIDAS. Gente, é um lugar onde tudo é gosto, sério. O slogan de “a melhor culinária de botequim” não é mentira não. Já tinha ido lá outras vezes e provado outros pratos, mas dessa vez só pedimos dois.

A moelinha é uma delícia. E olhe que eu sou criteriosa quanto a moela, viu? Aqui em Recife tem o Bar da Buchadinha que serve a melhor moela que eu já comi na vida, então não me encanto com qualquer miúdo. Essa é diferente da que eu sou acostumada, tem mais alho, cebolinha e rodelas de cebola. O tempero é ótimo. Devidamente servida com um pãozinho francês cortado, quando você menos espera chega mais pão. E mais pão. E eles só param de colocar pão na mesa quando todo molhinho foi rapado do prato. É o certo, né? Eu, apaixonada por pimenta, fui experimentar a pimenta da casa. Prudente que sou, coloquei só um pouquinho no pão que ia receber a moela por cima. Gente, apenas cuidado. Quando vocês virem uma pimenta que tem esse canudinho pra servir é um sinal de alerta. QUE PIMENTA FORTE. Deliciosa, mas muito forte. Dessas que você tem que espalhar muito pra ela ser tempero e não só dor, sabe? Pronto. Fica o alerta. :P

E pra finalizar nós pedimos o petisco premiado da casa nessas premiações de comidas de boteco. É um bolinho de linguiça recheado com catupiry. Ele é servido com molho de mostarda e mel e acompanha batatas fritas com queijo. Gente, que delícia. Dá vontade de ir comendo, e comendo. A pausa é só pro gole na cerveja gelada que combina que é uma maravilha. Mas definitivamente foi o melhor petisco que já comi por lá.

E aproveitando que hoje é sexta-feira, fica aí a inspiração pra entrar no fim de semana com o pé no botequim mais próximo! hahaha :) Bom fim de semana, gente. :D

boteco belmonte e cervejaria devassa

Boteco Belmonteboteco belmonteboteco belmonteboteco belmonteboteco belmonteboteco belmonteboteco belmonteCervejaria DevassadevassadevassadevassadevassaNa tentativa de definir a nossa ida ao Rio, eu diria que foi mais etílica do que turística, se é que vocês me entendem. Manoel não estava afim de ir pra nenhum desses lugares turísticos, ver nada turístico. O que por um lado foi bom, já que estávamos por lá na semana entre Natal e ano novo, ou seja, a semana mais lotada do ano inteiro, penso eu. Então hospedados em Botafogo e com a dura tarefa de conhecer bares legais, ficamos muito no eixo Botafogo, Ipanema, Copacabana e arredores. E como nesses tais arredores o que não falta é um bom boteco, a gente estava bem servido.

Vou pedir desculpas pelas fotos mal tiradas, mas a verdade é que, entre um chopp e outro, eu mal me lembrava de tirar fotos. Mas deu pra registrar um pouco dos bares que a gente mais frequentou em 5 dias de solo carioca: Boteco Belmonte e Cervejaria Devassa. Sem contar com o Boteco Colarinho, que nós fomos TODOS OS DIAS (sem brincadeira) e terminamos sempre deixando a foto pra depois e puft. Ficamos sem foto do nosso boteco preferido de lá, pertinho de casa, com uma super carta de cervejas e chopps diferentes e bacanas. Mas fica como missão para a próxima ida, né? Ah, também terminei sem fotos do Botequim Informal, que demoramos horrores para achar. Ele está mudando de nome para Garrafeiro Informal e passou por uma reforma agora, aí muita gente não sabe dizer onde fica. Mas tem uma boa carta de cervejas também, e o caldinho de lá é uma ótima pedida.

Então aqui estão duas indicações bem básicas e clichês pra quem vai ao Rio, mas que mereciam a minha homenagem. O Boteco Belmonte e o seu inigualável pastel de camarão com catupiry. Sério, não tem igual. Todo bar no Rio se você perguntar qual é o petisco da casa, sempre é o tal de pastel de camarão com catupiry. Eu comi vários todos os dias, mas nenhum é nem perto do pastel do Belmonte. Anota aí. Aí se quiser dar uma variada, se joga na empada aberta que também é sensacional.

A Cervejaria Devassa também é outro lugar bem bacana. Ambiente legal, o cardápio mais lindo que eu já vi na vida, chopp de todas as Devassas (chopp da Índia é amor, tá?) e uma comidinha bem boa. Pedimos uma costelinha com onion rings que tava bem honesta, mas as vedetes são as cervejas sem dúvidas. Ah, outro dia também pedimos um “fish maria”, que nada mais é do que iscas de frango bem gostosas, também são uma ótima pedida e uma boa opção pra fugir dos pastéis de camarão com catupiry hahaha :P

Tanto o Belmonte quanto a Devassa tem em vários lugares diferentes da cidade, principalmente nesse eixo da zona sul que eu falei. É bom que dá pra ir e vir de metrô, ônibus e até a pé se a disposição estiver em alta. E sim, vale ir nos dois no mesmo dia, e se tiver metade do pique meu e de Manoel pra barzinho, você ainda consegue conhecer mais alguns. :)

Ficam as indicações para quem vai ao Rio: Boteco Belmonte, Cervejaria Devassa, Garrafeiro Informal e Boteco Colarinho. :)

confraria dos chifrudos

confraria dos chifrudosconfraria dos chifrudosconfraria dos chifrudosconfraria dos chifrudosconfraria dos chifrudosconfraria dos chifrudosconfraria dos chifrudosDepois do post de ontem sobre o Mercado da Madalena, terminou parecendo que eu só achei defeito por lá, né? Mas tem muita coisa bacana e linda :) Tudo bem que a parte dos bichinhos meio que mancha a imagem de lá, mas dá pra aproveitar e, vamos combinar, que ter um mercado do lado de casa é uma bênção. Então, se tem, vamos aproveitar o que tem de bom :D

E eu posso garantir que a tal Confraria dos Chifrudos é o que tem de ótimo lá. Gente, eu já disse o quanto eu adoro boteco, pega bebo, pé sujo e essas coisas, né? Me sinto muito melhor num lugar desse do que num bariznho da moda chique e arrumado. Eu gosto mesmo disso aí que tem nas fotos. Um lugar pequeno, temático, decorado com o que tem de melhor e mais barato, com cerveja gelada, comida da boa e história pra contar.

Quando chegamos lá o lugar estava bem movimentado. Passava um pouco das 11h e as pessoas estavam começando a chegar. E homens, praticamente só homens. Desses que parecem clientes fiéis da casa, que já tem 40 anos de história no Mercado da Madalena. Homens que vão pra lá se reunir, ver um futebol na tevê pequena, tomar uma cerva e degustar um tira-gosto. E que, principalmente, não estão nem aí em serem chamados de “cornos”. Ou porque são e assumem, ou porque têm tanta certeza que não são, que não deixam de aproveitar o lugar pelo título que levam. Se bem que por mais tiração de onda que tenha por lá, ninguém é tachado de corno, né. Tudo faz parte da poesia do lugar.

Ao chegar, claramente visitando o lugar pela primeira vez e com uma câmera na mão, eu e meu lindo fomos recebidos com sorrisos pelo sr. Fernando, o dono do lugar. Ele ofereceu o chapéu de chifres pra Manoel e ainda o cornofone, um danado de um celular tijolão de flip daqueles super antigos, enfiados dentro de um chifre desses enormes. Enfim, a brincadeira já fica armada pra quem vai pela primeira vez. E ele manda ler a placa que diz que corno tudo que ver quer ler, e manda tocar o sino que diz que quem é corno toca, e por aí vai. Convidada pra entrar no barzinho apertado para conhecer e fotografar, fiquei logo encantada com a simpatia das pessoas.

E, aqui pra nós, é isso que realmente me anima para ficar e voltar a um lugar. A simpatia das pessoas que estão lá. Não apenas as que servem, mas as que frequentam. A gente pode não trocar uma palavra com elas, mas dá pra ver que, no fundo, são pessoas que estão ali pra relaxar, se divertir e aproveitar o lugar. E foi isso que a gente fez. Sentou na mesa pediu uma gelada e um tira-gosto.

Pra ser ainda mais roots, meu lindo preparou o seu “cafezinho”, misturando Conhaque de Alcatrão com limão e mel, e dividindo comigo de aperitivo, entre um gole na cerveja e uma garfada na galinha guisada. Que, por sinal, estava uma delícia. Podia ser servida com cuscuz ou macaxeira, mas a gente só queria ela pura mesmo pra dar uma mastigada. Macia e com um tempero gostoso, desses caseiros, sem exageros. Delícia.

Depois disso, e de mais algumas cervejas “mofadas” de geladas, a gente pediu um cupim que, sinceramente, não precisava de faca pra nada. Tão macio e suculento que, assim como um bom filé, podia ser comido de colher sem grandes esforços. O que ainda iria facilitar na hora de fazer um cimentinho do molho com farinha ;) E também estava uma delícia.

Então essa foi a grande alegria do Mercado da Madalena. Achar um bar simpático, divertido, com cerveja gelada e comida da boa. Tão pertinho, tão fácil, que eu tô é com medo de ser obrigada a frequentar constantemente :P Então, quem for ao marcado não deixe de ir na Confraria dos Chifrudos porque, sendo corno ou não, vale a pena conhecer :D

confraria dos chifrudos

Página 1 de 212