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o dia que a minha pequena faz 16 anos


malu didierO aniversário de 16 anos é uma data engraçada, né? É o limbo entre ser uma criança e começar a virar gente grande. É quando você já está velho para algumas brincadeiras e olha torto se achando “maduro”, e quando ainda é muito novo sair por aí como adulto.

Cada vida tem o seu ritmo, e nem todo mundo viveu a mesma coisa aos 16 anos. Mas o que mais espanta nisso tudo é que o meu bebê está fazendo 16 anos.

Quando eu era criança, de pais separados, vivia pedindo um irmãozinho pra mamãe e depois pra papai, pedia pra mamãem e pedia pra papai. Teve um dia que chegou a notícia. Tanto meu pai quanto a minha mãe estavam grávidos. Na mesma época. E eu repetia “Deus ouviu minhas preces em dobro!”, e era um misto de realização com ciúme, medo com curiosidade, mas o que sempre prevaleceu foi o amor profundo por essas duas criaturinhas, que nasceram com apenas 1 mês de diferença.

Eu tinha só 9 anos em agosto 1995, quando minha pretinha nasceu. Ela foi crescendo como um chaveirinho da minha mãe. Linda, morena e do riso fácil. E hoje aquela coisinha que eu carreguei no colo e já quis matar de tanto amor, está fazendo 16 anos.

Já foi pra Disney e já voltou. Já foi pro show da diva dela, Demi Lovato, e já voltou. Já ganhou medalhas e troféus no hipismo. Já tem tantas histórias para contar.

Quando eu casei ela tinha só 11 anos e as vezes eu acho que perdi uns bons anos ao lado dela. Aquela culpa de quem é quase mãe por não estar tão presente quando quer. Por não ligar tanto quanto pode. Por não fazer sempre aquela comida que ela tanto gosta. Aquela culpa de quem sente que sempre poderia dar mais e mais. Porque meu peito é um poço de amor infinito por ela e por Fabinho, e eu sempre acho que posso dar mais para eles.

Mas depois dos 16 anos cada um começa a tomar mais o seu rumo. E eu vou me sentindo cada vez mais distante dos meus bebês. Mas orgulhosa por cada passo que eles dão sozinhos. Por cada conquista. Por cada tomada de decisão. Porque além de amor, eu sou orgulho puro por esses dois.

Malu, minha pixus, minha pretinha. Parabéns! E mesmo que essa seja uma fase meio chata pra dizer isso, mesmo que você morra de vergonha, a vontade que eu tenho é de te apertar as bochechas e dizer “Own coisa pretinha mais linda! Te amo, muito, sabia meu bebê?”.

E é exatamente isso que eu vou fazer hoje na frente de todos os seus amigos. Porque eu te amo mas, ainda assim, sou a sua irmã mais velha. ;)



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