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desejos para 2014: mais solidariedade


Eu tenho muitas metas pra 2014. Algumas que são de 2013 que não foram concretizadas, outras são novas metas. Acho que é meio assim com todo mundo, né? Mas, sem dúvidas, uma das grandes metas que eu não vou adiar é me engajar mais em projetos sociais. Faz um bem tão grande. Faz bem pra gente, bem pros outros, bem pra quem vê nossa mensagem. É um verdadeiro bem compartihado. :)

E aproveitando esse clima de fim de ano, temos vários projetos legais em andamento e que podem começar a tirar as metas do ano que vem do papel. Se você também quer ser mais participativo com instituições sociais, pode começar agora mesmo. :D

Lojinha da Esperançalojinha da esperança

A Casa da Esperança é uma ONG que promove a transformação social. Localizada em Candeias, Jaboatão dos Guararapes, a instituição cuida de crianças carentes (muito, muito carentes) e também faz trabalho de conscientização com as mães e a população. Eles precisam tanto de ajuda que, ao invés de pedir brinquedos para as crianças, fizeram uma ação para arrecadar dinheiro para roupas. Sim sim, as necessidades são as mais básicas. Então criaram a linda Lojinha da Esperança, onde tem uma vitrine virtual onde você pode “comprar” uma peça de roupa e depositar o valor na conta da instituição. Fácil e seguro com o PagSeguro.

Uma Casa Para Joice

projeto vincularO Projeto Vincular é um compilado de ações realizadas pela Comunidade de Viventes. São vários projetos lindos, que vão desde assistência a escolas, reformas, aulas, oficinas, até a construção de casas para famílias carentes. O projeto Uma Casa Para Joice tem o objetivo de  ir construindo, tijolo por tijolo, a casa de Joice. Assim como já construiu para outras famílias e, com a nossa ajuda, vai continuar construindo. Porque são pequenas ações que vão transformando a vida das pessoas, né? Não adianta a gente querer mudar e salvar o mundo inteiro de uma vez, vamos aos poucos, tijolo por tijolo, casa por casa. E lá no lindo site vocês também podem fazer o pagamento de forma prática com o PagSeguro.

Além desses, existem várias outras organizações que ajudam várias fatias desfavorecidas da sociedade. Idosos, pessoas com deficiência, animais abandonados, pessoas com dependência química. Muitas são cristãs, católicas, espíritas, não interessa. É o verdadeiro “fazer o bem sem olhar a quem”, então é só escolher onde quer ajudar, porque o importante é fazer a sua parte. Seja pra quem, seja de qual tamanho for. Vou colocar aqui mais algumas instituições que eu conheço, e vocês também podem adicionar nos comentários. Todo gesto de solidariedade é bem vindo, vamos praticar mais isso. Sempre.

Farol 52

O Novo Jeito

Instituição Plano b

Fundo Baobá

Club dos Vira-latas

Nacc 

A lista pode ser enorme, é só você contribuir aí nos comentários. E lembrar de levar essa ideia pra vida, não ser só uma ideia de fim de ano. Porque ser solidário sim é uma renovacão que acontece dentro da gente, todos os dias.


um novo jeito de fazer o bem


Eu já fiz um post aqui falando da satisfação de fazer uma boa ação. E este é outro.

Esse fim de semana que passou a minha mãe foi trabalhar em Barreiros, cidade da mata sul de Pernambuco que foi totalmente devastada por uma enchente no começo desse mês.

Notícias:

Com mais de 17 mil pessoas desalojadas, Barreiros decreta estado de calamidade pública.

Moradores de áreas ribeirinhas são retirados de barco em Barreiros.

Vídeo mostra caos na cidade de Barreiros.

Chegou até ela um pedido de ajuda. Uma senhora abriu as portas da sua pousada para receber alguns desabrigados. Vários já foram embora, mas uma senhora não tem para onde ir.

Dona Maria Saúde é diabética, doença que já levou a visão dos seus dois olhos. Além disso, ela perdeu uma perna há sete meses atrás, e no último dia 30 de abril precisou amputar a outra perna. Ela faz hemodiálise 3 vezes por semana e estava hospitalizada quando aconteceu a enchente, então não conseguiu salvar nada das poucas coisas que tinha. A chuva levou tudo, inclusive a sua cadeira de rodas.

Então minha mãe ficou muito comovida com a história (quem não fica, né?) e me escreveu pedindo ajuda para viabilizar esta cadeira de rodas para ela. E na mesma hora eu lembrei do projeto Novo Jeito.

Desde o começo do projeto, há alguns meses atrás, que eu sigo e divulgo o Novo Jeito, que faz a doação de uma cadeira de rodas a cada 100 seguidores no Twitter. O Novo Jeito é uma iniciativa cristã, mas seus objetivos vão muito além de qualquer religião.

Eu não sou católica nem cristã, mas acredito que Deus é amor. O amor que nós sentimos por nossa família, nossos amigos, por nós mesmos e até por quem a gente não conhece. E foi esse amor que me motivou a procurar o Novo Jeito e pedir ajuda para Dona Maria Saúde.

O Fábio Silva foi muito atencioso e ficou ainda mais claro para mim as boas intenções deste projeto, que eu faço questão de ajudar e divulgar. A notícia sobre Dona Maria Saúde já está aqui no blog, e você pode ajudar a divulgar também.

Então se você está sentindo que precisa fazer uma boa ação, siga o @onovojeito Twitter. Apenas isso. Assim você vai poder ajudar Dona Maria Saúde e muitas outras pessoas que o Novo Jeito ainda vai ajudar. Porque solidariedade não tem raça nem religião, tem apenas amor. E isso não pode faltar nunca.

E aproveito para desejar muito amor e solidariedade no coração de cada um de vocês.

Obrigada.


uma palavra: solidariedade


Ontem eu tive um dia super difícil. Quem me segue no twitter tem visto que, na verdade, meus últimos dias tem sido bem difíceis. Acho que meu inferno astral chegou mais cedo… Mas aconteceu que ontem eu fui pega de surpresa por uma reunião, e quando estava indo pra lá passei por uma área totalmente alagada e rasguei o pneu. Sim, duas vezes numa só semana. O buraco era gigante, até postei fotos de um carro que vinha atrás de mim e ficou preso, e de uma moto que também caiu.

Eu não consegui ir pra reunião e não conseguia falar com Paolo. Liguei para o seguro e eles me deram uma previsão de 300 minutos de espera, ou seja 5 HORAS. Eu estava sozinha, num lugar super perigoso, que não tem nada por perto. Fiquei trancada dentro do carro por quase uma hora até Paolo conseguir pegar um taxi e ir me socorrer. Ele trocou o pneu e nós fomos pra casa, mas o prédio estava sem elevador e a gente subiu 6 andares de escada. Legal, né? Conseguimos parar pra “almoçar” umas 16h, mas o galeto que Paolo tinha comprado tava tão ruim que quase não comemos nada. Ainda bem que ele virou panqueca hoje.

Na sequência a cidade do Recife inteira parou por conta de um boato recorrente há mais de 30 anos, que a barragem de Tapacurá tinha estourado, o que implicaria na inundação total da cidade. Empresas largaram funcionários mais cedo, lojas fecharam as portas, pessoas estocaram comida e eu não consegui sair de casa depois disso.

Mas claro que entre os meus tweets desesperados sobre minha zica e má sorte, algumas pessoas tentaram me dar uma força com uns Pollyana feelings, me fazendo ver o lado bom das coisas, ou como poderia ser pior. E foi quando eu comecei a pensar numa coisa chamada solidariedade.

(Um parênteses para meu pensamento sobre o tamanho dos problemas. Problema não se compara gente. Não tem dor maior ou dor pior, cada um sabe a intensidade da sua. Não existe isso de “seu problema não é nada perto da fome mundial”, certo? Ao menos não pra mim.)

Ontem, antes do mundo virar de cabeça pra baixo, eu fiz uma boa ação. Eu tinha conhecido o Clube dos Vira-Latas, e vi que era uma instituição séria e de respeito, cheia de histórias comoventes e de superação. Eles cuidam de cães abandonados, vítimas de maus tratos, resgatados após acidentes e vários outros casos. São uma equipe grande, com profissionais competentes e apaixonados pelo que fazem. Eles promovem eventos de adoção, castração, vacinação, dão aulas e palestras, tudo pensando na saúde e no bem estar dos nossos amigos peludos. Fiquei emocionada de verdade. E como eu não posso adotar um cachorrinho, eu fiz uma pequena doação, e vou tentar repetir isso mensalmente, com a quantia que eu puder.

E foi isso que me fez pensar na tal solidariedade. Como uma dose dela faz bem pra gente. Porque antes eu fiz a doação, depois tudo deu errado pra mim, então eu cheguei em casa, abri a página do Clube dos Vira-Latas no Facebook e voltei a ler as histórias. Chorei e me confortei. Apesar de tudo que aconteceu, eu estava feliz porque tinha feito uma coisa boa.

Existem várias instituições sérias espalhadas pelo país e pelo mundo. Que cuidam de idosos, crianças carentes, pessoas com câncer, aids, diabetes, deficiências físicas e mentais, abrigos para gatos, cachorros, peixes-boi, pássaros, todo tipo de gente e bicho. Eu escolhi o Clube dos Vira-Latas. Podem me apedrejar mas histórias de maus tratos com os animais me chocam e me sensibilizam mais do que qualquer história com humanos.

Mas o que eu estou falando é sobre o sentimento de solidariedade. “Fazer o bem sem olhar a quem”, é como se diz. Então fica aqui o meu pensamento para o fim de semana. Quando tudo der errado, quando você estiver triste, estressado, nervoso, faça uma boa ação. Isso com certeza vai confortar o seu coração. E quando estiver alegre, sorridente e feliz, faça o dobro da boa ação. Porque alegria se multiplica, e mesmo que o valor não aumente, ele vai ser enviado com uma boa dose de energia e pensamentos positivos.

Escolham uma instituição séria e sejam felizes :)



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