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cais do sertão


cais do sertao 1cais do sertao 20cais do sertao 17cais do sertao 5cais do sertao 18cais do sertao 14cais do sertao 6cais do sertao 4cais do sertao 2cais do sertao 3cais do sertao 7cais do sertao 8cais do sertao 13cais do sertao 9cais do sertao 10cais do sertao 11cais do sertao 12cais do sertao 15cais do sertao 19cais do sertao 16Depois que eu fiquei totalmente encantada com o Paço do Frevo, eu estava devendo uma visita ao Cais do Sertão, e ainda bem que eu tratei de ir logo. Gente, que lugar INCRÍVEL! É uma experiência que todo mundo deve viver, sério. A começar pela recepção. Pessoas simpáticas e instruídas a orientar todos os visitantes sobre o lugar, os territórios das exposições, tudo. Depois, quando você entra dá de cara com um lugar lindo, enorme e com tantas coisa bonita que você fica querendo olhar tudo ao mesmo tempo. No meio de todo o espaço tem a representação do Rio São Francisco, com água e peixes de verdade <3 Coisa fofa e que deixa o ambiente ainda mais agradável.

Pelo espaço podemos ver reproduções de roupas, acessórios, casas, ferramentas, tudo que envolve o cotidiano dos sertanejos e vaqueiros. É uma riqueza de história e cultura impressionante. Ao longo de todo o espaço podemos interagir com projeções, totens touch screen, áudios, vídeos, tudo. Essas coisas que prendem a nossa atenção e deixam a experiência da visita ainda mais viva, sabe? Pronto. A parte que tem a história de Luiz Gonzaga em áudio, vídeo e peças histórias é muito interessante e vale a pena ir olhando e ouvindo devagarzinho, uma a uma. Você se emociona, gargalha e aprende um bocado.

É impossível tentar descrever tudo que você encontra por lá, só no primeiro piso. Mas outra coisa que me encantou também foi o Túnel do Capeta, esse corredor cheio de espelhos e projeções que fica xingando você o tempo inteiro. São vozes sussurradas que profanam “capiroto, coiso ruim, cafuçú..” entre outros elogios do nível hehehe :P

O primeiro andar é super divertido! Tem a exposição da discografia quase completa de Luiz Gonzaga, além de salas áudio. Tem umas de karaokê, onde você seleciona a música e sai cantando, e depois escuta o resultado (ou não, como eu que não quis nem ouvir hehehe). Tem outras de mixagem, que você fica controlando os canais de som das músicas que você escolhe. E tem também a sala dos instrumentos, onde ficam lá à disposição instrumentos diversos para as pessoas interagirem. Mamãe mesmo tirou um som no violão, acompanhada por um dos monitores no pandeiro, que eu uso pra encerrar esse post. :) Porque eu acho que não preciso dizer mais nada além de: façam essa visita e vivam essa experiência. É obrigatória pra quem é de Pernambuco, pra quem visita Recife, pra todo mundo. :)


travessia de barquinho e almoço na casa de banhos


travessia de barquinhotravessia de barquinhotravessia de barquinhotravessia de barquinhotravessia de barquinhotravessia de barquinhotravessia de barquinhocasa de banhoscasa de banhoscasa de banhoscasa de banhoscasa de banhoscasa de banhoscasa de banhoscasa de banhosAtravessar de barquinho do Marco Zero até a Praça das Esculturas de Brennand ou até a Casa de Banhos é simplesmente uma delícia. É um passeio curto, mas só de estar perto da água, com vento no rosto e vendo o Recife de outra perspectiva vale a pena. E faz a gente pensar em como seria (será, tenho fé) gostoso ter o rio navegável e usado como meio de transporte no dia a dia. Mas enquanto isso não acontece, a gente usa de transporte de luxo nas sextas-feiras de almoço feliz na Casa de Banhos (ou Bar do Dique, como era conhecido antes) :)

A travessia é rápida (o tempo de algumas fotos pro Instagram e só) e não tem perigo. Não entendo como tem tanta gente que tem medo.. Tudo bem que o barco é um tanto rústico hahaha E que se a maré estiver muito mexida você pode terminar se molhando um pouco. Mas poxa, vai por mim que vale a pena. O preço depende da cara do freguês, claro. Tem quem cobre 5 reais ida e volta, e 5 reais cada trecho… Ou seja, não esqueçam de negociar. O moço que tá aí na foto é Yvison e ele é de confiança, faz um preço maneiro pra galera e ainda combina hora de buscar na volta.

Chegando na Casa de Banhos é só alegria. Cerveja gelada, atendimento gentil e comida da boa. Nesse dia das fotos terminou que a gente não pediu nenhum prato de verdade, só petiscos, por motivos de: cerveja. Mas a comida é toda uma delícia. Peixada, pirão, tudo. Os petiscos são ótimos também, caldinho, marisco ao coco, camarão ao alho e óleo, bolinho de charque, frango com cebola na chapa, tudo uma delícia. A única coisa que não rolou nesse dia foi a agulhinha frita, tristeza. O mais caro da conta tava seco e borrachudo… Mas eu tenho fé que foi só nesse dia e não vou guardar rancor.

O lugar tem um pier e uma vista linda, e pra quem não curte a ideia de atravessar de barquinho também tem como chegar lá de carro por Brasília Teimosa. Passa pelo Bar do Peixe e segue até esse quebra mar onde fica o restaurante. Então não tem desculpa. É um lugar que eu adoro ir, indicar pra galera e sempre que tem gente de fora na cidade eu gosto de levar pra conhecer. Então aproveita que tá chegando a sexta-feira de almoço feliz e o fim de semana e vai fazer esse passeio. Mas vai por mim e atravessa de barquinho que é muito mais legal. :D

Ah, e como não podia faltar, fecho o post com fotos do instagram e das companhias maravilhosas que fizeram a travessia comigo por esses dias. <3
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paço do frevo


paço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevoAqui em Recife a gente tem ativismo pra tudo. Ecochatos, ciclonazis, carrocratas, entre tantos outros. Acho que eu tô criando uma nova onda de ativismo e virando frevocrata. Gente, eu tô evangelizando todo mundo que eu encontro a visitar o Paço do Frevo, sério. Acho que tá ficando chato já, mas qual ativismo radical não é, né? hahaha :P

É brincadeira mas é sério :P VISITEM O PAÇO DO FREVO. É um prédio lindo, todo dedicado a história do frevo, que se confunde com a história do próprio carnaval. É um banho de cultura. O único problema é que você sai de lá com uma vontade urgente de carnaval. Tipo, URGENTE. Você sai querendo ir pra Olinda, pro Recife Antigo, dançar, pular, correr atrás de bloco, cheirar lança-perfume, tomar batida, subir e descer ladeira, já pode ser carnaval de novo? PORFAVÔ?

O Paço do Frevo é lindo, isso dá pra ver pelas fotos né. E olhe que nem são fotos com essa qualidade toda, de celular mesmo, mas dá pra traduzir um pouco do que vocês vão ver por lá. No térreo fica uma exposição que conta, ano a ano, a história do frevo, do carnaval, dos blocos. Tem também drops da história do Brasil e do mundo pra contextualizar. Dica: vão com tempo pra ir lendo quadrinho por quadrinho, vale a pena. Ah se os livros de história fossem assim tão legais.. hahaha :) No térreo ainda tem um centro de documentação, com computadores para pesquisa e tudo mais. Organizado, pra quem quiser e precisar se aprofundar na história.

No primeiro andar não tem exposição, mas tem escola de música. São diversos instrumentos e, pelo que eu entendi, diferentes professores em diferentes horários. Hoje, temos aulas como os maestros Spock, Édson Rodrigues, Nenéu Liberalquino e Clóvis Pereira, cada um com um foco diferente. Vale visitar pra conferir preços, horários e datas.

No segundo andar tem o espaço para outras aulas de música, aulas de dança e para exposição temporária. A exposição que está atualmente é a São José, territórios do frevo. É uma exposição multimídia, onde você entra pisando no mapa do Bairro do Recife e pode assistir a vídeos que falam sobre o bairro de São José, o Pátio de São Pedro. E ainda tem a representação do Pátio com as barracas de frutas e tudo mais. É uma imersão. :)

E o terceiro, último e mais lindo andar, é onde fica a exposição permanente. Antes de entrar na sala mais linda, tem duas salas menores, uma de cada lado, que trazem projeções sobre a história do frevo e umas peças importantes, como a antiga sombrinha de frevo e o belo clarinete. Depois, é hora de entrar no salão dos estandartes.

Gente, é lindo. É de ficar encantado só de pisar. Eu sugiro começar pelo começo, pela rampa que traz o glossário do carnaval. É esse mural com várias palavras que trazem o significado atrás, e você pode ir mexendo de um por um. Desculpem a matutice, mas eu acho massa pequenas coisas que você interage assim, dá vontade de ir vendo um por um. :)

Depois você entra no piso dos estandartes, onde vai vendo como são lindos, bem trabalhados e cheios de histórias os estandartes de cada bloco tradicional. As paredes trazem coleções de fotos lindas, que não tem como a gente não se identificar. Por mais antigas que sejam, você se vê ali. Naquele apertado, naquele suor, com a latinha na mão, nas fantasias, nos espetinhos de salsichão. Dá vontade de ir vendo uma por uma, mas são tantas que eu tenho a impressão de que se eu for 20x eu vou ver fotos diferentes em cada uma das visitas.

Nas janelas temos trechos de músicas que você vai lendo e cantarolando mentalmente. E as que a gente não conhece vai lendo como um poema mesmo, que é o que é, afinal. Lá de cima dá pra ver o mar, os prédios do recife antigo, as árvores da Praça do Arsenal, é lindo. E ainda tem um espaço com pufes pra gente apenas relaxar enquanto toma um banho com aquelas cores e aquelas histórias de carnaval. Então, já pode ser fevereiro de novo?

Então é isso, eu já falei que vocês PRECISAM CONHECER o Paço do Frevo, né? Então é isso. Ele fica na Praça do Arsenal da Marinha, no Recife Antigo. Se liga no horário de funcionamento: Fechado às segundas. Terças, quartas e sextas, das 9h às 18h. Quintas, das 9h  às 21h, e sábados e domingos das 12h às 19h. A entrada é de grátis nas terças e nos outros dias é R$6 a inteira e R$3 a meia. Vale cada centavo. E aí, já estão se organizando pra ir tipo, AGORA? :)


para conhecer serra negra


O fim de semana que eu passei em Serra Negra rendeu posts pra semana inteira :) Foi ótimo, né?

Mas eu preciso esclarecer um detalhe que muita gente se confundiu: o chalé que eu fiquei lá não foi no Parador Ayatana, tá? Claro que não. Porque lá não teria som de boate às 22h e os outros detalhes que contei nesse post. Eu fui ao Ayatana para conhecer e para almoçar, e foi maravilhoso :) Pretendo voltar para ficar lá sim.

Aqui está a lista dos posts sobre o nosso fim de semana em Serra Negra:

Seu Biró, frutas e verduras orgânicas.

O aniversário da minha mãe.

O cardápio do aniversário.

Parador Ayatana, o paraíso.

Os amigos do chalé e outras histórias.

Bode na Brasa de Gravatá.

E agora que todos já conheceram um pouco de Serra Negra, eu vou dar o caminho das pedras para quem realmente quiser conhecer, ir lá, passear e tudo mais. A Laurentur Receptivo é a empresa de turismo de lá, do meu querido Irandir Laurentino. Ele é um homem com uma história de batalha linda, muito competente e muito feliz com o trabalho que realiza. Conhece Serra Negra e Bezerros como ninguém, então não poderia haver pessoa melhor para mostrar cada canto lindo de lá.

Eu indico a Laurentur de olhos fechados e coração aberto, viu? Irandir é uma pessoa que merece o reconhecimento pelo lindo trabalho que realiza na Serra e em Bezerros. Vão conhecer que vocês não vão se arrepender. Fica a dica ;)



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