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hostel superbude


Hamburgo_SuperbudeHamburgo_SuperbudeHamburgo_SuperbudeHamburgo_SuperbudeHamburgo_SuperbudeHamburgo_SuperbudeHamburgo_SuperbudeHamburgo_SuperbudeHamburgo_SuperbudeQuando Rapha, do Raphanomundo, me mandou o link desse hostel que ela ficou em Hamburgo e disse: é a cara do Ideias, eu não tive dúvidas. Antes de clicar eu já sabia que vinha alguma coisa bonita, aconchegante, criativa e bem cuidada. Dito e feito.

O Hostel Superbude já começou a me encantar pela recepção. Na primeira foto dá pra ver o cuidado que eles têm com a decoração, né? Tudo lindo, organizado e essas luminárias? Já me causou uma boa impressão logo de cara. E os quartos também parecem ótimos e confortáveis. Quatro camas e banheiro privativo são uma ótima opção mesmo, como Rapha bem falou, para quem viaja em grupo e quer pagar e dormir bem.

Os detalhes me encantaram. O espelho da cama com as luminárias laterais e as mesinhas suspensas. O pedurador de cabides em formato de desentupidor. E o banheiro? Ah, achei lindo. A parede da pia e até os azulejos soltos na parede ficaram lindos. Na parte comum do hostel, as comidas e bebidas parecem organizadas, bem servidas, iluminadas. Dá até mais vontade de consumir, né? :P E sentadinha nessas mesas com flores e luz baixa então, passaria muito bem viu?

Então fica aqui uma dica, uma inspiração e pra mim fica a vontade de ir conhecer esse lugar lindo. :D

Valeu pela dica, Rapha! E boa semana para todos :D


o dia que eu viajei pra dirigir


novo ecosportnovo ecosportnovo ecosportnovo ecosportnovo ecosportnovo ecosportnovo ecosportnovo ecosportnovo ecosportnovo ecosportEu nunca tinha viajado pra dirigir, afinal, é sempre ao contrário né. Eu dirijo pra viajar. Mas esse fim de semana que passou eu recebi um convite maravilhoso. A Ford convidou a imprensa brasileira, argentina, mexicana, chilena e de mais alguns países para apresentar o Novo Ecosport. E, de quebra, levou também alguns blogueiros.

Fomos até o Serhs Natal Grand Hotel e ficamos hospedados na maior mordomia. Na primeira noite tivemos a apresentação do carro pelo presidente da Ford e pudemos conhecer o carro por dentro e por fora. Depois um coquetel pra gente se conhecer e um jantar que correu ao som do show de Marina Lima, só pra gente. Mas era noite de voltar cedo pra cama que no dia seguinte era o grande dia. A hora de testar o Novo Ecosport na estrada. :)

Eu tenho que dizer que fiquei super feliz e até bem surpresa com o convite da Ford. Fui a única blogueira mulher convidada, e do contigente total de convidados se tinha 10% de mulheres era muito. Fiquei realmente animada porque eu adoro dirigir, adoro carros, paquerava o novo design do Ecosport fazia tempo e, claro, AMO viajar. Então quando fui convidada senti que esse evento ia reunir um monte de coisas que eu gosto de uma vez só. :)

Depois do café da manhã recebemos algumas explicações técnicas da engenharia, design e marketing sobre tudo do carro. E, aqui pra nós, fui ficando cada vez mais impressionada com o que diziam. Eu gosto de carro, mas sou uma leiga. Sabe como é? Pronto. Então eu fiquei bem encantada com a tecnologia envolvida em toda a concepção do carro e no novo design. Poxa, é um carro que vai ser vendido em 100 países. Imagina agradar tanta gente diferente com um produto só? Tem que ser muito fera. E isso foi possível porque a Ford trabalhou com uma equipe multidiciplinar e multicultural, com gente do mundo todo. Coisa incrível.

Tudo foi dito, então foi a hora de pegar o carro e seguir na estrada. Saímos de Natal com destino a Praia da Pipa (ah, como eu amo) com paradas estratégicas no meio do caminho para a troca de motoristas. Éramos 4 por carro. No meu estávamos eu, o Jacaré Banguela (vulgo, Rodrigo), o Márcio do Tenho Mais Discos que Amigos e o Rick do Move That Jukebox. O plano de viagem era tão detalhado que contava com fotos, avisos e buracos, curvas, lombadas, tudo bem explicadinho pra gente não se perder.

O Jacaré já tem um Ecosport e foi o primeiro a dirigir, e foi contando as suas impressões enquanto eu e os meninos brincávamos com o Sync do carro, dando comando de voz pra o som conectado ao meu iPhone mudar de música, artista e tudo mais. Parecíamos um bando de matutos hahaha :) Depois foi a minha vez de pegar o volante. Infelizmente eu peguei na pior parte da estrada :( Muitos buracos, baixa velocidade e muita atenção. Mas bom que deu pra testar muita coisa, como o amortecimento por exemplo :P

Eu nunca tinha dirigido um SUV e fiquei bem impressionada. Ele é um carrão, sabe. Grande, robusto, mas na mão ele é tão leve. A direção elétrica ajuda um bocado. Gente, o que é aquilo. Fez a minha humilde direção hidráulica virar uma direção dura e pesada. Coisa de louco. Nos lugares que deu pra dar uma aceleradinha, deu pra ver como o carro fica estável e como nem parece que estamos realmente em velocidade. Ah se toda vez que eu fosse pegar estrada fosse com um Novo Ecosport desse… hahaha :)

No meio do caminho conhecemos o Maior Cajueiro do Mundo de Natal, fizemos uma parada num restaurante que parecia uma antiga estação ferroviária e também paramos no alto de uma falésia com vista para a Praia da Cacimbinha. Oh vista linda… Oh lugar lindo. Então seguimos para o almoço e coquetel no Resort Sombra e Água Fresca na Praia do Amor. Pena que dessa vez só deu pra ver a Praia da Pipa de cima, mas valeu e muito o passeio. Ficamos almoçando e conversando sobre o único assunto que a gente conseguia pensar: o Novo Ecosport.

De volta para o Serhs foi a noite de um outro jantar delicioso e de um show private do Emerson Nogueira. Gente, só eu não sabia como é bacana o show dele? Que repertório maravilhoso! Uma noite de rock, bebê. Pink Floyd, The Police, Creedence, Raul e tantos mais. Foi ótimo mesmo. Depois disso só deu tempo de dormir e acordar pensando como valeu muito essa viagem. Como o evento todo foi incrível. E como eu fico grata pelo convite e por ter a oportunidade de dividir com vocês mais uma viagem e uma expriência incrível :D

E pra vocês acompanharem melhor, aqui tá o vídeo do nosso test-drive :D

E a foto da turma fera, com cabelos ao vento :P

novo ecosport


onde comer e beber em vitória


Como eu disse no post de ontem, sobre meu bate e volta na cidade de Vitória, a visita foi rápida demais. Aí vai dar pra resumir tudo que eu fiz aqui, num post só hahaha :P E já vou adiantando as minhas desculpas pelas fotos… Não levei câmera, então ficou por conta do iPhone mesmo. Aí umas até enganam, mas outras entregam. Mas o que vale mesmo são as dicas, então aqui vai! :D

Saidera Botequim

Saideira BotequimSaideira BotequimSaideira BotequimSaideira BotequimSaideira BotequimSaideira BotequimSaideira BotequimO Saidera Botequim foi o bar que me levaram na única noite que eu passei na cidade. Do aeroporto direto pra agência, da agência direto pro bar. É assim que eu gosto. :P O bar é bem simpático e fica no que eles chamam de Triângulo das Bermudas, que é um complexo de bares e restaurantes bacanas. Parece que tem algumas coisas fechando por lá, mas pra mim não tirou o charme do lugar.

Eu já comecei a ficar animada com o nome do lugar. Mamãe e papai sempre me contaram das histórias das suas “saideiras” por aí, e tomar uma saideira já virou piada lá em casa. A gente toma duas cervejas e uma grade de saideira hahaha :) E sim, pra quem não sabe, meu pai é esse aparece na foto onde meu sorriso está mais aberto :D Onde ele trabalha tem uma fábrica lá em Vila Velha e ele aproveitou pra unir o útil ao agradável ;)

O Saidera é bacana, tem cerveja gelada e petiscos deliciosos. O que eu experimentei posso indicar de olhos fechados, que são os pastéis que foram embora tão rápido que nem deu tempo de fotografar :P A calabresa com molho de maracujá que olha, eu nunca pensaria que uma combinação assim fosse ficar tão boa, viu? E a vedete da noite que foi a polenta frita com molho de calabresa. GENTE, é imoral. Sério.

Aí deu pra entender como foi que começou a viagem e porque eu tô comendo salada com peixe grelhado até hoje, né? hahahaha :P Enfim, vale a visita, a comida, a bebida e a companhia valeu demais! Os amplianos capixabas e meu papai foram maravilhosos! :D

Kiosque do Alemão

Kiosque do AlemãoKiosque do AlemãoKiosque do AlemãoClaro que eu não ia sair de Vitória sem experimentar a tradicional moqueca de lá, né? Como eles bem gostam de dizer “moqueca é capixaba, o resto é peixada”. Diferente da moqueca baiana, a de lá não leva azeite de dendê, o que deixa ela mais leve e, aqui pra nós, mais saborosa também. Então quando se falou em comer moqueca ninguém teve dúvida em indicar o Kiosque do Alemão. Infelizmente o dia não estava lá muito bonito, mas o visual é bacana, na beira da praia. Infelizmente foi corrido demais, entre um expediente apertado e a minha palestra, só deu tempo de comer e ir embora sem pagar a conta hahaha

Pedimos uns pastéis que olha, são super recheados e mega suculentos! Se você é desses que come feito um passarinho, se comer um pastel desses não vai querer almoçar :P E pra mesa gigante também pedimos moqueca de cação, de camarão, de banana (que é tradicional na cidade) e também arroz de polvo. Tudo estava bem gostoso mas, pra mim, teve um sério defeito. Tudo leva MUITO coentro e gente, eu não consigo gostar de coentro :(

Como diz papai, eu só gosto de coentro mexicano. Eu aqui e ele lá no México! Pode parecer frescura, besteira, mimimi ou o que for. Mas meu paladar não consegue tragar o tal verdinho. Mas catando daqui e dali deu pra comer e experimentar de tudo. E olha, pra quem tem tanto pavor desse tempero eu comi bem e posso indicar sem medo de errar: é uma delícia!  Na foto a galera da Ampla que se reuniu pra almoçar comigo. Olha, fiquei toda boba, viu? Feliz de verdade. Não tem bolo de rolo que pague uma companhia dessa ;)

Abertura

AberturaAberturaAberturaAberturaTrabalho resolvido, palestra dada, dever cumprido, tive a oportunidade de curtir as minhas últimas horas em Vitória na companhia do meu pai, tomando um chopp e conversando bem muito. Tem coisa melhor? Fomos no Abertura, que já tinham indicado pra gente, e foi uma ótima pedida. É o tipo de bar que eu gosto. Tem mesa na calçada, tem mesa lá dentro, tem vários rótulos de cerveja e tem até chopp da casa!

Poxa, eu sou uma apreciadora de cerveja, sabe? Apesar de não ser das mais chatas, exigentes ou entendidas do assunto, eu sou das que gosta e acho que isso já é grande coisa :P O chopp pilsen da casa é bem gostoso, nível chopp Brahma que pra mim é o melhor, só que um pouco mais amargo, o que faz dele ainda mais gostoso. Vale demais a pedida. O amendoim é cortesia da casa e dá pra enganar enquanto se conhece o cardápio.

Eu tive vontade de comer mil coisas de lá, tem umas salsichas especiais, umas coisas meio alemãs. Mas como só estávamos eu e papai, tinha que ser só um petisco mesmo, aí pedi a especialidade da casa. Eu esqueci o nome agora, mas é um frango empanado recheado com queijo e presunto que olha, é imoral. É desses que você vai comendo, comendo, comendo, enche o bucho e continua comendo, sabe? Pronto. Vale demais a pedida.

Enfim, foi isso. Rápido e intenso. Mas posso dizer que já estou com saudades de Vitória, das pessoas queridas e com vontade de voltar com meu amor do lado pra conhecer mais dessa cidade charmosa.

E aí, quem tem mais dicas da capital capixaba? :D


um bate e volta em vitória do espírito santo


vitoria ESvitoria ESvitoria ESvitoria ESvitoria ESEu não conhecia a cidade de Vitória, no Espírito Santo. E nem sei se posso dizer que conheço, dado o pouco tempo que fiquei por lá. Eu já fui em Guarapari algumas vezes, que é ali perto, e também já passei bons tempos de férias no Hotel Fazenda Flamboyant. Mas para a cidade de Vitória mesmo eu nunca tinha ido.

Terminei indo à trabalho, num esquema super corrido e, ainda assim, deu pra adorar a cidade. Fui dar uma palestra por lá e conhecer a sede capixaba da agência que eu trabalho. É tão engraçado conhecer pessoalmente aquele povo com quem a gente fala diariamente por e-mail, chat, Facebook, curte foto, conversa coisa de trabalho, pessoal, vira amigo, troca presente sem nunca ter se visto. Aí a gente vai e descobre que o pessoal é ainda mais legal do que parecia. :) Uma alegria só.

Preciso abrir um parênteses pra falar dos vôos. Foi super cansativo porque a rota não ajuda muito. Saí de Recife 9h30 e fiz uma conexão em Salvador, que atrasou uma hora, e eu só fui chegar em Vitória 15h. Na volta eu saí de lá às 20h, com meia hora de atraso no vôo, fiz uma conexão rápida em Belo Horizonte e cheguei em Recife quase 1h da manhã do sábado. Um bate e volta super cansativo. Mas tenho que dizer uma coisa. Eu nunca tinha viajado pela Azul Linhas Aéreas e depois dessa experiência intensa de 2 dias, 4 vôos e 4 aeroportos diferentes eu posso dizer que é a melhor companhia aérea nacional que eu já viajei.

Os aviões são pequenos, mas poltronas são mais confortáveis e mais largas que a média. O serviço de bordo é gentil e os snacks são variados. Você pode escolher entre batatinhas, amendoim, goiabinha, biscoito recheado, integral, salgado e umas opções de bebida. Gente, eu não viajo pra comer, saca? Então acho que tá de bom tamanho. E tudo é da marca própria deles e é bem gostosinho. Até as chamadas do comandante e comissários são diferentes, mais simpáticas, parece que estão conversando com a gente. Não é aquele blá blá blá de pessoas que parecem robôs, sabe? Aprovadíssimo. :)

Olhando de cima eu já achei a cidade bonita. Uma geografia diferente, uns morros, pedras, ilhas e umas pontes enormes. Achei bonito sem nem saber a gracinha que ela era vista lá de baixo. Acho que simpática é uma palavra que resume bem a cidade de Vitória. É pequena, organizada, as pessoas são gentis e, acreditem, os motoristas param na faixa de pedestres pra você atravessar. Fiquei impressionada com isso, e meu choque me deixou constrangida, afinal, não era suposto isso ser uma regra ao invés de uma exceção? Mas infelizmente aqui em Recife é bem diferente.

Pode ter sido só na pequena área que eu andei, mas achei a cidade com um projeto de acessibilidade bem feito. Tudo bem que eu estou sempre comparando com o meu parâmetro que é Recife e, sendo assim, não é dos melhores… Mas a cidade tem calçadas projetadas, largas e com rampas de acesso. O trânsito tem muitos giradouros (ou rotatórias, não sei como chama em outra cidades…) o que faz diminuir o número de sinais e, consequentemente, o congestionamento. Além disso, a cidade é cercada de barzinhos, botecos, restaurantes e lojinhas de rua que são bonitas, simpáticas e que deixam a cidade ainda mais charmosa.

Vitória pode não ser um destino super turístico, mas me pareceu uma cidade boa pra morar. E, porque não, pra conhecer melhor em outra oportunidade. Tem um clima gostoso, que muda de quente pra um ventinho fresco de noite, e as vezes chega a ter sol, céu aberto e uma temperatura bem amena. Eu adorei e indico a visita :D

Fui do aeroporto direto pra agência trabalhar, mas de noite tive tempo de sair e no outro dia rolou almoço feliz e depois da palestra, deu pra conhecer outro bar bacana. Então os posts com essas dicas eu vou deixar pra amanhã, tá?

Mas vou finalizar esse post agradecendo o carinho e a atenção de todo mundo da Ampla ES e também da Unimed Vitória, que foram super gentis. Que eu possa visitar vocês mais vezes, afinal, depois desses dias corridos eu fiquei foi com vontade de conhecer melhor a capital capixaba :D



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