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arte | ideias de fim de semana
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Tag Archives: arte

inhotim – nenhuma foto traduz

inhotim 1 inhotim 10 inhotim 8 inhotim 13 inhotim 2 inhotim 7 inhotim 5 inhotim 4 inhotim 3 inhotim 9 inhotim 6Na semana passada eu fui conhecer Belo Horizonte. Eu, com toda uma família mineira e visitando Juiz de Fora desde que eu me entendo por gente, nunca tinha saído dali pra conhecer a capital. Então peguei uns dias e fui. Eu já sabia que ia me apaixonar, afinal, uma cidade que é conhecida por seu mercado, botecos, cervejas e petiscos só poderia inspirar meu amor eterno. E inspirou. E eu já saí de lá querendo voltar.

Mas como o blog não é um sanduíche pra eu deixar a melhor parte para o final, vou começar pela parte mais gostosa: Inhotim! Gente, eu nem consigo descrever esse lugar. Primeiro eu fiquei feliz de que a melhor parte de BH fica, na verdade, em Brumadinho a 55km de distância. Eu achava que essas coisas só aconteciam em Recife. “Vai conhecer Recife? Não pode deixar de ir em Olinda e Porto de Galinhas!”, sabe? Pronto. Não desmerecendo o resto da cidade, de nenhuma das duas, mas é que Inhotim é simplesmente sensacional.

Infelizmente tive pouco tempo por lá, só uma tarde… E isso não dá pra conhecer nem metade do lugar! O que deixa ainda mais vontade de voltar, e logo. Eu não tenho nem uma palavra que consiga descrever o que é Inhotim. É tipo um centro de arte contemporânea dentro de um jardim botânico. Tem jardins incríveis, um lago maravilhoso que espelha tudo ao redor. É realmente um lugar pra você ir com calma pra respirar aquele ar, com fôlego pra fazer os caminhos andando e com tempo pra olhar as galerias, as instalações, as lojas de presente <3 Sim sim, eu sou uma vítima assumida dos souvenirs e adoro isso.

Bem, o que eu posso dizer mais sobre Inhotim… Primeiro, tenha no mínimo um dia inteiro pra ir lá, já que fecha às 16h30. Se tiver 2 ou 3 dias inteiros, vai valer a pena. Não se preocupe com a comida, faça lanches e seja feliz. Tem um restaurante buffet a 60 reais por cabeça e um self service que estava impossivelmente lotado, então eu e meu bem ficamos tranquilos com kibes e salgados na lanchonete. Entre em todas as galerias que você conseguir, é um banho de arte. Fotos, pinturas, projeções, intervenções artísticas, tudo vale a visita. Você sai de lá mais preenchido, sabe como é? Um banho de arte mesmo.

Eu não consegui ver muitas exposições, já que o tempo estava curto e os caminhos são longos, mas posso dizer que a subida de 550m até o Sonic Pavilion vale a pena. Você escutar o barulho do centro da Terra é assustador e encantador ao mesmo tempo. A galeria Miguel Rio Branco também é linda. Uma estrutura enferrujada agressiva no meio da beleza da “floresta”. As exposições de fotos e também de projeções em telas de voil são lindas, fortes e vale um olhar bem detalhado.

A galeria True Rouge é o tipo de instalação que deixa você hipnotizado. Você anda ao redor dela, olhando os tons de vermelho, os elementos, os líquidos, e pensando em mil significados pra tudo aquilo. Eu adorei. E tem uma lanchonete bem do lado, o que permite que, além de entrar pra ver, a gente possa comer olhando pra lá. Mas confesso que a vista pro lago é mais bonita <3 Ah, uma das obras cartão postal de lá também é a De Lama Lâmina, que deixou Victor encantado. É grandiosa, forte, robusta.

O que deixa o lugar ainda mais encantador é que enquanto você vai andando pelos caminhos repletos de árvores, bambus e diferentes espécies de plantas, você vai se deparando com instalações artísticas variadas. Tipo as paredes super coloridas da intervenção da Cor Penetrável, o estranho Boxhead, as obras sem título e cheias de pose de Edgard de Souza, a gigante Inmensa, entre tantas outras coisas. Não adianta eu falar tudo aqui, não adianta eu mostrar todas as fotos, não adianta. Inhotim é um lugar pra se visitar, se viver, se respirar, ter a experiência inesquecível desse lugar.

E quando a companhia é boa, tudo fica melhor ainda. <3

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cais do sertão

cais do sertao 1cais do sertao 20cais do sertao 17cais do sertao 5cais do sertao 18cais do sertao 14cais do sertao 6cais do sertao 4cais do sertao 2cais do sertao 3cais do sertao 7cais do sertao 8cais do sertao 13cais do sertao 9cais do sertao 10cais do sertao 11cais do sertao 12cais do sertao 15cais do sertao 19cais do sertao 16Depois que eu fiquei totalmente encantada com o Paço do Frevo, eu estava devendo uma visita ao Cais do Sertão, e ainda bem que eu tratei de ir logo. Gente, que lugar INCRÍVEL! É uma experiência que todo mundo deve viver, sério. A começar pela recepção. Pessoas simpáticas e instruídas a orientar todos os visitantes sobre o lugar, os territórios das exposições, tudo. Depois, quando você entra dá de cara com um lugar lindo, enorme e com tantas coisa bonita que você fica querendo olhar tudo ao mesmo tempo. No meio de todo o espaço tem a representação do Rio São Francisco, com água e peixes de verdade <3 Coisa fofa e que deixa o ambiente ainda mais agradável.

Pelo espaço podemos ver reproduções de roupas, acessórios, casas, ferramentas, tudo que envolve o cotidiano dos sertanejos e vaqueiros. É uma riqueza de história e cultura impressionante. Ao longo de todo o espaço podemos interagir com projeções, totens touch screen, áudios, vídeos, tudo. Essas coisas que prendem a nossa atenção e deixam a experiência da visita ainda mais viva, sabe? Pronto. A parte que tem a história de Luiz Gonzaga em áudio, vídeo e peças histórias é muito interessante e vale a pena ir olhando e ouvindo devagarzinho, uma a uma. Você se emociona, gargalha e aprende um bocado.

É impossível tentar descrever tudo que você encontra por lá, só no primeiro piso. Mas outra coisa que me encantou também foi o Túnel do Capeta, esse corredor cheio de espelhos e projeções que fica xingando você o tempo inteiro. São vozes sussurradas que profanam “capiroto, coiso ruim, cafuçú..” entre outros elogios do nível hehehe :P

O primeiro andar é super divertido! Tem a exposição da discografia quase completa de Luiz Gonzaga, além de salas áudio. Tem umas de karaokê, onde você seleciona a música e sai cantando, e depois escuta o resultado (ou não, como eu que não quis nem ouvir hehehe). Tem outras de mixagem, que você fica controlando os canais de som das músicas que você escolhe. E tem também a sala dos instrumentos, onde ficam lá à disposição instrumentos diversos para as pessoas interagirem. Mamãe mesmo tirou um som no violão, acompanhada por um dos monitores no pandeiro, que eu uso pra encerrar esse post. :) Porque eu acho que não preciso dizer mais nada além de: façam essa visita e vivam essa experiência. É obrigatória pra quem é de Pernambuco, pra quem visita Recife, pra todo mundo. :)

a casa do cachorro preto

a casa do cachorro pretoa casa do cachorro pretoa casa do cachorro pretoa casa do cachorro pretoa casa do cachorro pretoa casa do cachorro pretoa casa do cachorro pretoa casa do cachorro pretoa casa do cachorro pretoa casa do cachorro pretoa casa do cachorro pretoA Casa do Cachorro Preto é o tipo de espaço que Recife/Olinda estava precisando há um tempo. Um lugar totalmente dedicado a arte e cultura, que só tem gente boa envolvida. O espaço completou 2 anos agora, e muita coisa massa já rolou por lá. Exposições de artistas locais estão sempre acontecendo na galeria, que tem ambientes que são totalmente personalizados de acordo com quem está expondo. Eu já visitei várias exposições lá, e é massa ver como o espaço fica com a cara do artista. Ao final da galeria tem a lojinha permanente, que tem produtos que são frutos das exposições que passaram por lá. Posters, reproduções, camisas, quadros, imãs, itens de tabacaria, livros e mais num monte de coisa que vale ir lá ver e comprar. :)

Além da galeria, A Casa do Cachorro Preto tem o espaço de bar e música. O quintal da casa é o palco para bandas, DJs, audição de discos, exibição de filmes, festas e tudo mais. O bar funciona sempre com cerveja gelada e pronto. Precisa mais de quê? :) É um ambiente gostoso de frequentar, com aquele clima de olinda, cheio de gente bonita, elegante e sincera. hahaha :)

Parabéns pra Raoni Assis e toda a turma envolvida n’A Casa do Cachorro Preto por oferecer tanta coisa boa num espaço tão massa. Que venham novas exposições, novos projetos e vida longa ao black dog. :) Confiram a programação lá na página A Casa do Cachorro Preto. As fotos do post são de Victor Jucá, e lá na fanpage dele também tem um monte de outras fotos de exposições e eventos que já rolaram. Vale dar uma olhada e sentir o clima. ;)

Pronto, agora já tem a programação do fim de semana :Da casa do cachorro pretoServiço:

Rua 13 de Maio, nº 99 – Olinda

Telefone:  081 3493-2443

Aberto de quinta a domingo, a partir das 16h.

paço do frevo

paço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevopaço do frevoAqui em Recife a gente tem ativismo pra tudo. Ecochatos, ciclonazis, carrocratas, entre tantos outros. Acho que eu tô criando uma nova onda de ativismo e virando frevocrata. Gente, eu tô evangelizando todo mundo que eu encontro a visitar o Paço do Frevo, sério. Acho que tá ficando chato já, mas qual ativismo radical não é, né? hahaha :P

É brincadeira mas é sério :P VISITEM O PAÇO DO FREVO. É um prédio lindo, todo dedicado a história do frevo, que se confunde com a história do próprio carnaval. É um banho de cultura. O único problema é que você sai de lá com uma vontade urgente de carnaval. Tipo, URGENTE. Você sai querendo ir pra Olinda, pro Recife Antigo, dançar, pular, correr atrás de bloco, cheirar lança-perfume, tomar batida, subir e descer ladeira, já pode ser carnaval de novo? PORFAVÔ?

O Paço do Frevo é lindo, isso dá pra ver pelas fotos né. E olhe que nem são fotos com essa qualidade toda, de celular mesmo, mas dá pra traduzir um pouco do que vocês vão ver por lá. No térreo fica uma exposição que conta, ano a ano, a história do frevo, do carnaval, dos blocos. Tem também drops da história do Brasil e do mundo pra contextualizar. Dica: vão com tempo pra ir lendo quadrinho por quadrinho, vale a pena. Ah se os livros de história fossem assim tão legais.. hahaha :) No térreo ainda tem um centro de documentação, com computadores para pesquisa e tudo mais. Organizado, pra quem quiser e precisar se aprofundar na história.

No primeiro andar não tem exposição, mas tem escola de música. São diversos instrumentos e, pelo que eu entendi, diferentes professores em diferentes horários. Hoje, temos aulas como os maestros Spock, Édson Rodrigues, Nenéu Liberalquino e Clóvis Pereira, cada um com um foco diferente. Vale visitar pra conferir preços, horários e datas.

No segundo andar tem o espaço para outras aulas de música, aulas de dança e para exposição temporária. A exposição que está atualmente é a São José, territórios do frevo. É uma exposição multimídia, onde você entra pisando no mapa do Bairro do Recife e pode assistir a vídeos que falam sobre o bairro de São José, o Pátio de São Pedro. E ainda tem a representação do Pátio com as barracas de frutas e tudo mais. É uma imersão. :)

E o terceiro, último e mais lindo andar, é onde fica a exposição permanente. Antes de entrar na sala mais linda, tem duas salas menores, uma de cada lado, que trazem projeções sobre a história do frevo e umas peças importantes, como a antiga sombrinha de frevo e o belo clarinete. Depois, é hora de entrar no salão dos estandartes.

Gente, é lindo. É de ficar encantado só de pisar. Eu sugiro começar pelo começo, pela rampa que traz o glossário do carnaval. É esse mural com várias palavras que trazem o significado atrás, e você pode ir mexendo de um por um. Desculpem a matutice, mas eu acho massa pequenas coisas que você interage assim, dá vontade de ir vendo um por um. :)

Depois você entra no piso dos estandartes, onde vai vendo como são lindos, bem trabalhados e cheios de histórias os estandartes de cada bloco tradicional. As paredes trazem coleções de fotos lindas, que não tem como a gente não se identificar. Por mais antigas que sejam, você se vê ali. Naquele apertado, naquele suor, com a latinha na mão, nas fantasias, nos espetinhos de salsichão. Dá vontade de ir vendo uma por uma, mas são tantas que eu tenho a impressão de que se eu for 20x eu vou ver fotos diferentes em cada uma das visitas.

Nas janelas temos trechos de músicas que você vai lendo e cantarolando mentalmente. E as que a gente não conhece vai lendo como um poema mesmo, que é o que é, afinal. Lá de cima dá pra ver o mar, os prédios do recife antigo, as árvores da Praça do Arsenal, é lindo. E ainda tem um espaço com pufes pra gente apenas relaxar enquanto toma um banho com aquelas cores e aquelas histórias de carnaval. Então, já pode ser fevereiro de novo?

Então é isso, eu já falei que vocês PRECISAM CONHECER o Paço do Frevo, né? Então é isso. Ele fica na Praça do Arsenal da Marinha, no Recife Antigo. Se liga no horário de funcionamento: Fechado às segundas. Terças, quartas e sextas, das 9h às 18h. Quintas, das 9h  às 21h, e sábados e domingos das 12h às 19h. A entrada é de grátis nas terças e nos outros dias é R$6 a inteira e R$3 a meia. Vale cada centavo. E aí, já estão se organizando pra ir tipo, AGORA? :)

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