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um leve apartamento em paris


apartamento parisapartamento parisapartamento parisapartamento parisapartamento parisapartamento parisLeveza eu acho que define a decoração desse apartamento em Paris. O branco, os detalhes delicados, até as peças mais rústicas parecem delicadas aí nesse contexto. Um apartamento iluminado, pé direito alto, sem muita coisa, amplo. Tudo parece meio que flutuar aí, né?

O tapete nesse tom mais pastel, com os móveis de pés finos e essas bolas de papel penduradas no canto. Tudo combina tanto, né? Os quadros com mais branco do que imagem, as paredes claras, as flores. Tudo me remete a leveza.

Quando eu vi esse apartamento no Dust Jacket, eu me encantei. Nem é muito o meu estilo de decoração exatamente, mas eu consegui achar um pouco de mim aí. É como se nele tivesse espaço para a delicadeza, para o rústico, para a leveza. Achei todo lindo e sim, moraria fácil aí. ;)

E o que eu desejo para ao final de semana é isso. Dias leves, claros e lindos.


70 anos de casados e uma super família


Se setenta anos de vida já é muita coisa, imaginem setenta anos de casados. Todos os dias sob o mesmo teto, na mesma cama. Dividindo os mesmos problemas, as mesmas alegrias, as mesmas dúvidas sobre a vida. Descobrindo um ao outro a cada dia que se passa, descobrindo juntos a vida, as pessoas, os oito filhos. Setenta anos de grandes mudanças, de crescimento, de amadurecimento e de muito, muito amor.

Há quem pense que 70 anos juntos é algo de quem casou numa época em que não era permitido se separar, ou que são 70 anos juntos por costume, porque sempre foi assim. Mas quem vê o casal Miranda se olhar, se preocupar um com o outro, se amar todos os dias, se surpreende. É o ciúme que minha avó tem do meu avô até hoje, é o cuidado dele com ela, é a preocupação dela com ele, é o carinho dele com ela. Não são apenas sete décadas de casados. São sete décadas de amor, de uma vida um para o outro. E isso, meus amigos, é coisa rara de se ver.

Vivi muitas férias e muitas festas na casa dos meus avós, em Juiz de Fora, e é de lá que eu tenho muito do meu conceito de família. Porque eu só fiz parte de 26, desses 70 anos de história, mas que, no final das contas, é a minha vida inteira vendo todo mundo se reunir na cozinha e na garagem da vó. Vendo meu vô voltar da pescaria com alguns muitos lambaris pra fritar. Vendo minha avó andar de um lado para o outro preocupada com quem já almoçou e quem ainda vai comer. Vendo meu avô fazer pão em formato de rosca e minha vó colocar em formato de jacaré para divertir os netos. Comendo a melhor palha italiana da história. Jogando baralho, empinando pipa, andando de patins, brincando de pega-pega, esconte-esconde, jogando iô-iô e fazendo tudo que uma criança precisa pra crescer feliz.

Aí o tempo vai passando e você vai entrando na turma que fica na garagem tomando uma cerveja enquanto vê a geração dos bisnetos brincarem, correrem e pularem exatamente como a gente fazia. E vê que, por tantas gerações que se passaram em alguns anos, a vô e o vô estavam sempre lá. Se preocupando com todo mundo, conversando, bebendo, jogando. Quem nunca tomou a cachaça com mel e limão do meu avô não sabe o que é remédio pra gripe. Que nunca comeu a cocada da vó não sabe o que é sobremesa. Porque mais do que estar na casa da vó, a gente estava com a vó, com o vô, e eles estão sempre com a gente. E é isso que faz essa família tão unida e tão bonita. A presença animada e feliz desse casal que a cada dia desses 70 anos de união aprendeu e ensinou uma lição sobre vida, amor, relacionamento e tudo junto.

Porque não interessa se eu moro em Recife, se meus primos estão espalhados em Juiz de Fora, Barbacena, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiânia. Porque não interessa se a gente passa tempos sem se ver até a próxima reunião de família. Porque não importa o tempo que a gente passe sem se falar. Uma coisa que eu aprendi com esse casal fantástico que são os meus avós, é que o sentimento de família está dentro da gente, e que nenhuma distância nem tempo é capaz de tirar. Então a gente vai, se reúne, bebe, brinca, discute, dá risada, como se a gente tivesse se visto ontem, e antes de ontem, e antes de antes de ontem, e fosse se ver amanhã de novo. E não tem foto, nem carta e nem os poemas que meu avô escreve até hoje que possam definir esse sentimento.

É um amor sem limites. Que dói quando é saudade, que sorri quando está junto, que chora quando é despedida e gargalha quando é encontro. É um amor que se alegra mesmo quando a felicidade não é nossa. Que se entristece mesmo na tristeza do outro. É um amor que se estica pelo Brasil. Que passa de mão em mão pelos 8 filhos, 23 netos, 14 bisnetos e 3 tataranetos. Que passa pelo tempo e que há 70 anos está sendo alimentado por essa família que eu tenho um enorme prazer de chamar de minha. Minha família Miranda.

Parabéns Vô Pedro e Vó Maria, pelas Bodas de Vinho, pelos 70 anos de casado, mas, principalmente, parabéns por serem o esteio dessa família tão incrível. Obrigada por me fazer Miranda. Por me fazer parte dessa história.

Isso é amor de verdade.


arte pop comic na parede


pop comic artpop comic artpop comic artpop comic artpop comic artpop comic artEu adoro cores, e isso já não é novidade por aqui, né? :) Acho que cor traz vida, sabe? E quando a cor está assim, em elementos animados, divertidos, engraçados e, porque não, nostálgicos, me encantam mais ainda. Quando eu vi o Pop Comic Art eu fiquei encantada. Os quadros com imagens desenhos que eu adorava, outros que eu via pouco mas que me trazem boas lembranças, outros até que eu nem conheço mas que são lindos. Tudo me deixou com vontade de encher a casa de coisas assim, divertidas.

Porque quem disse que desenho animado é só pra criança, né? E quem disse que é só pra revistas em quadrinhos e filmes. Eles são ótimos na decoração também. E aqui só temos os quadros como exemplo, mas imagina que lindas seriam as almofadas, as cortinas. Imagina uma cozinha toda assim, gente? Panos de prato, tigelas de cereal, jogos americanos, pratos, tudo. Ah, eu acho que ia ficar super moderno e, ao mesmo tempo, bem divertido.

Então fica aqui uma inspiração colorida e feliz pra essa semana que já tá chegando ao final. :)


um albergue design


goli+bosigoli+bosigoli+bosigoli+bosigoli+bosigoli+bosigoli+bosigoli+bosigoli+bosiEu nunca fiquei em albergue. Não por frescura nem nada, mas por não ter rolado oportunidade mesmo. Já curti uns campings e tal, mas albergue nunca. Agora se eu visse um albergue desse, eu acho que ia querer ficar só pela beleza do lugar. Eu já tinha visto alguns projetos de hotel design, mas achei a proposta de ser um albergue massa.

É uma pegada jovem, super moderna, alegre e realmente pra quem está de passagem. Não é aquele lugar que parece ser aconchegante demais, mas também não parece faltar conforto. Os ambientes comuns são bonitos, amarelões, cheios de vida. E essa área de alimentação? O que são essas luminárias, gente? Coisa linda.

Escadas rolantes, uma sinalização bem alternativa, móveis bem design. Achei que tudo combinou tanto. Amarelo, preto e branco é uma combinação feliz, né? O Goli+Bosi fica na Croácia, e além de ser lindo deve ser rodeado das belezas naturais mais lindas. Então se um dia eu for incluir a Croácia nos meus roteiros, eu vou querer ao menos visitar esse albergue lindo. Deve ser um ponto turístico. :)

E hoje é aniversário do meu irmão Fabinho. E não é que eu achei esse post a cara dele? Lindo, moderno, design. E é pra você que eu dedico esse post, meu irmãozinho. Que um dia a gente faça uma super trip juntos e tenha lugares lindos assim pra conhecer. <3

 



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