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são joão com histórias e promoção


Tábua de Carne 03Eu não sei quais são as comidas que eu mais gosto, se são das da Semana Santa ou do São João.. Mas a verdade é que eu comemoro só ter essas datas uma vez no ano, se não o bicho (e o bucho) ia pegar hahaha :P E com a chegada do São João vem a lembrança dos feriados passados, das comidas, das festas, das danças, da paquera. Todo mundo tem uma história de São João, né? E sempre tem uma comida boa no meio.

E toda receita também tem uma história, né? Seja na hora de fazer, na hora de comer, ou na hora de separar os ingredientes. A comida tem memória, eu acho. Então que tal puxar na memória uma receita bem gostosa e que tenha uma história inesquecível?

A receita que tiver a história mais legal vai poder comemorar o São João com uma linda tábua ilustrada dessas, do artista (e querido amigo) Pedro Melo, que criou esse material exclusivamente pra Tambaú. Olha, capricha na história porque essas tábuas são a coisa mais linda e eu sou super afim de ter uma pra mim. Agora é a sua hora de aproveitar a oportunidade.

Ah, e não é só isso. O vencedor também leva um super kit de produtos da Tambaú, que vai garantir que as receitas cheias de história também fiquem cheias de sabor. :)

Tábua de Carne 01IMG-20140611-WA0010Então é assim:

Comenta aqui nesse post dizendo a receita e a história até o dia 17/06, encerrando as participações às 17h. Não esquece de colocar o nome e o e-mail no formulário do comentário, pra gente poder entrar em contato, ok? Então eu vou escolher a história mais legal pra ganhar a tábua ilustrada de Pedro Melo e o kit de produtos Tambaú. O resultado será publicado aqui no blog no dia 18/06.

Agora é só caprichar na história e comentar! Boa sorte, gente!

sorteio de são joão

*Este post é uma parceria com a Tambaú Alimentos.


9 comentários sobre o assunto

São João, ou Festa Junina como chamamos lá em Penápolis-SP, sempre foi uma época muito aguardada na minha infância!
Era quase férias, os primos de fora começavam a chegar, o friozinho (22 graus rs) do interior de São Paulo também…
Pra aquecer, eu e meus primos tínhamos um método nada ortodoxo. A outra avó de um deles morava na mesma quadra de uma casa de fogos. Na “bomberaria”, como chamávamos, passávamos horas comprando bombinhas e buscapés que nossos pais já haviam deixado autorizados, já que tínhamos entre 9 e 13 anos. E quando íamos pro sítio, a Estância Bela Vista, que realmente tinha a mais bela vista que até hoje tenho em minha memória, era a chama dos isqueiros que nos aquecia no gramado enquanto acendíamos as bombinhas dentro de latas.
Quando a noite caía e a parentaiada toda chegava, nossos pais acendiam a fogueira e a festa começava. Muito perto da mesa cheia de doces e salgados típicos estava a nossa “barraca” onde tentávamos vender para as outras crianças caixas de bombinhas pela metade. E era negócio sério! Business! Tínhamos que fazer algum caixa para comprar mais bombinhas no dia seguinte.
Só deixávamos o posto quando o Tio Dorinha, irmão da minha avó, assumia o pilão e começava a socar farinha e carne seca, convidando a criançada a participar do ritual. A carne seca já estava cozida e assada, o toucinho, a cebola e o cheiro verde já estavam fritos. Tudo entrava a toda hora no pilão e era socado por cada um dos presentes. E cada um deles já tirava uma concha de farofa, ou uma “mãozada” mesmo, e provava o prato tradicional da nossa família.
Era impressionante como uma comida tão simples virava um banquete para toda aquela gente. E como a comida carregava toda a energia de quem socava o pilão. A tradição e a energia era passada ali, pra todo mundo ver, aprender e lamber os dedos depois!
Receita da paçoca de pilão
2 quilos de carne seca
1 1/2 quilo toucinho sem couro
2 1/2 quilos de farinha de milho
1 1/2 quilo de cebola
1 maço grande de salsinha
1 maço grande de cebolinha
A carne seca fica de molho na véspera do preparo, cozida na pressão e assada no forno, até dourar.
Toucinho cubinho frito: no óleo do toucinho, fritar a cebola e cheiro verde.
Socar todos os ingredientes no pilão.

Rodrigo Peters

MINHA HISTORIA COMEÇA.COM A FESTA DE CASAMENTO DOS MEUS AVÓS ANO PASSADO 65 ANOS DE CASADOS.NAO TINHAMOS NADA EM MENTE,ENTAO COMO ERA EPOCA DE FESTA JUNINA.FIZEMOS BANDEIRAS,ARRUMEI ELES DE CAIPIRAS.MAS FICAMOS PERGUNTANDO O QUE VAMOS PRA COMER,ENTOA FIZESMO O BOLO.PE DE MOLEQUE.MAS FALTA ALGO,E PELA PRIMEIRA VEZ TIVE CORAGEM PRA UM CUPCAKE.COISA QUE NA MINHA TERRA POUCOS CONHECEM.ENTAO RESOLVE FAZER E A FESTA COMEÇO.QUANDO O NOIVOS ENTRARAM.MEU AVÔ COM 87.E MINHA AVÓ COM 82.MAS EU NA ANSIEDADE PRA ALGUEM COMER O CAPCUKE..AI VIR QUE TODOS COMERAO ATE O FIM ATE ACABA ELES.ENTAO RESOLVE FAZER PRA VENDE .E HOJE VENDO DE TODOS OS SABORES… AI VAI A RECEITA
Massa
90 gr de açúcar
1/2 xícara(s) (chá) de manteiga Mococa
1 unidade(s) de ovo
4 colher(es) (sopa) de leite
1 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
2 colher(es) (café) de fermento químico em pó
3 colher(es) (sopa) de purê de milho
Cobertura
1 1/2 xícara(s) (chá) de leite condensado Mococa
10 colher(es) (sopa) de purê de milho
2 colher(es) (sobremesa) de açúcar cristal

modo de preparo

Purê de milho:
No liquidificador coloque todo o conteúdo de uma lata e meia de milho até ganhar a consistência de purê.

Massa:
Bata a manteiga na batedeira com o batedor globo na velocidade 3. Pare somente quando a manteiga estiver amolecida. Desligue e acrescente o açúcar.
Bata até virar um creme claro.
Junte o ovo e bata até dobrar de volume.
Adicione o leite e diminua a velocidade para o nível 2.
Prossiga batendo por mais um minuto e acrescente a farinha de trigo misturada com o fermento.
Com uma colher misture o purê de milho.
Coloque a massa em oito forminhas grandes de papel e leve para assar no forno a 170°C por mais ou menos 30 minutos.

ESPERO QUE GOSTE.TENHO OUTROS SABORES.MAS FOI COM ESSE QUE COMEÇEI..EM DIA TAO ESPECIAL.NIVER DE CASAMENTO

PATRICIA ROBERTA PATRIOTA

Aqui em Contagem, Minas Gerais, havia uma senhora devota de São João e Santo Antônio. Em agradecimento às causas conquistadas ela fazia uma grande festa em seu sítio, todos anos. A festa era muito bonita: bonitas bandeirolas, foguetes, todos rezavam o terço, tinha fogueira e todos contribuiam com um prato de comida típica. Ela fazia um altar muito bonito para os santos! Neste dia especial fiz minha receita de doce de amendoim e comemoramos muito.
O fato da noite foi que após muita festança, a anfitriã sentiu falta dos santos. O altar estava vazio, e havia um bilhete: “Assim que casar devolvo os santos…fiz uma promessa, me desculpe”. A notícia se espalhou e por incrível que pareça não haviam pistas dos santos.
Durante aproximadamente 6 anos a festa ficou suspensa até que um dia foi deixado na casa uma caixa com os dois santos e o seguinte bilhete: “Obrigada! Deu certo!”. Até hoje não se sabe o autor de tal artimanha, no entanto, a anfitriã voltou a fazer as festa em homenagem a estes santos e com certeza a pessoa que pegou os santos sob a forma de empréstimo ficou bem feliz com a causa conquistada pois nunca mais os santos sumiram!

Para finalizar segue minha receitinha elaborada para o dia em que os santos sumiram!
– 2 latas de leite condensado
– 1 lata de creme de leite
– 1 colher de sopa de margarina ou manteiga
– 300 gr de amendoim (200 gramas para o doce e 100 gramas para assar em volta do doce após enrolado)
– pitada de canela
Como fazer: misture o leite condensado, creme de leite, 200 gramas de amendoim e pitadas de canela. Misture os ingredientes em uma panela em fogo baixo e aqueça, misturando, até que a mistura comece a se desgrudar do fundo. Espere esfriar e enrole bolinhas. Passe no amendoim e coloque em forminhas.

Heloisa Azevedo Drumond

Bom fui criada em Parintins no AMAZONAS,mas conhecida como Ilha do Boi-Bumbá,conhecidos pelos bois Garantido e Caprichoso,enfim uma festa folclórica,quando criança recordo-me de minha mãe reunia os cincos filhos para fazer uma comida típica do São joão a famosa pamonha era uma festa,um ralava o outro separa as palhas todos participavam..vamos a receita

RECEITA PAMONHA

08 ESPIGAS DE MILHO
1LEITE DE COCÔ
1/2 XICARAS DE LEITE
SAL
1COLHER DE SOPA DE MARGARINA
COCÔ RALADO
11/2 XICARAS DE ACUÇAR

SILVIA MATOS BRILHANTE

Era o ano de 1963, eu tinha 6 anos na época e morávamos todos em Guaravera/PR.

Todo São João a comunidade se reunia e aquele ano não foi diferente.

Mastros eram levantados, terreiro era enfeitado, fogueira armada e comida típicas eram preparadas.

Quando a fogueira queimou e ficou somente as brasas incandescentes, era hora de colocar as espigas de milho para assar.

Mas antes de colocarem as espigas, uns meninos começaram a travessar descalços sobre as brasas, saindo rindo e ilesos na outra ponta.

Fiquei encantada, tirei meus sapatinhos de solado de corda e brim vermelho, olhei para minha mãe e disse que ia atravessar a fogueira descalça.

Minha mãe me olhou horrorizada e não só me proibiu como brigou comigo feio e duro comigo.

Até hoje não entendo qual era a mágica e fico feliz de me lembrar apenas das espigas de milho sapecadas na brasa e não das solas dos meus pés

A receita, diferentemente do mistério de andar descalço sobre brasas, é simples: só colocar espigas tenras de milho descascadas na brasa encobrindo-as.

Helena

A minha história de São João que tenho na memória é a seguinte:
Somos quatro filhos e como sou a segunda, lembro do dia que minha irmã caçula veio ao mundo, foi numa véspera de são João, minha mãe com uma barriga imensa estava mexendo um caldeirão de canjica, isso já passava das 18 hs e meu pai (in memorian), lá fora acedendo a fogueira, a vizinha grita, José, corre que a bolsa estourou, e isso eu muito criança não entendia o corre corre, pega bolsa e carro de aluguel e seguiram para o hospital e a nossa vizinha assumiu o fogão, afinal, a canjica não podia desandar, como não existia celular naquele tempo, aguardamos ansiosos por noticias e como tudo deu certo, no parto normal ainda naquele noite, minha irmã caçula veio ao mundo, na noite de São João e como tradição é tradição, todos os anos, a minha mãe vai pro fogão fazer essa deliciosa canjica de milho verde e amamos essa data, a mesa cheia de comida, milho assado na fogueira e as crianças brincando, isso me remete e a minha infância, onde fomos muitos felizes.

Ingredientes da Receita de Canjica de Milho Verde
8 espigas de milho
500 ml de leite de coco tirado de 1 coco ralado
2 xícaras (chá) de açúcar
1 copo de leite
1 pitada de sal
1 colher (sopa) rasa de manteiga
Canela em pó
Como Fazer Canjica de Milho Verde
Modo de Preparo:
Separe os grãos de milho da espiga.
Passe no liquidificador os grãos e o copo de leite.
Passe na peneira espremendo bem.
Leve ao fogo numa panela, com o leite de coco, o açúcar, a manteiga e o sal, mexendo sempre.
Deixe cozinhar até engrossar e soltar do fundo da panela, mexendo, por 40 minutos em média.
Coloque numa travessa, polvilhe canela e sirva fria.

Cristiane Ferraz

Minha história mescla felicidade e tristeza. Minha família é do interior da Paraíba, uma cidade chamada Salgado de São Félix e, como de costume, as festas juninas sempre foram as mais esperadas por todos. Minha avó tinha a tradição de fazer canjica e pamonha.E até quando se mudaram para Paulista (cidade na Região Metropolitana de Recife) ela trouxe esse costume de continuar fazendo essas comidas típicas. Lembro muito dela costurando os saquinhos que ia colocar o caldo preparado da pamonha e separá-las na “arupemba” (aquelas peneiras de palha), de passar o milho no ralador para cozinha, debulhar o milho para preparar a canjica. Mas infelizmente ela faleceu, porém minha mãe e minhas tias nunca deixaram de continuar o que Vovó fazia. Hoje elas só não fazem a pamonha por que dizem que só Vovó é que conseguia fazer o saquinho do modo certo. Mas a canjica, ainda continua sendo feita todos os anos e do jeito mais tradicional possível.

Ingredientes:
6 espigas de milho verde
Leite de 2 cocos secos ralados
3 xícaras de açúcar
Pitada de sal
1 colher cheia de manteiga
Canela em pó para polvilhar

Modo de preparo:
Limpar todas as espigas de milho tirando todos os “cabelos” que vem neles. Retirar os grãos de milho. Cortando a espiga ao meio fica mais fácil pois você boa ele em pé numa tábua e vai retirando, tendo cuidado de não cortar muito rente ao sabugo pra não ficar amargando. Pega esse milho e passa ele no liquidificador com o leite de coco. É bom separar um pouco do leite de coco para na hora que a canjica for pro fogo e ela engrossar, colocar um pouco. Depois pega essa mistura do leite de coco com o milho e peneira separando o bagaço do milho, para o líquido ficar mais fino. Despeja esse líquido em uma panela de alumínio e acrescenta o açúcar e o sal. Leva ao fogo alto mexendo sempre. Não pode parar de mexer senão a canjica emboloa. O tempo de cozimento é longo, ela fica mais ou menos uma hora no fogão. Quando a canjica ferver, diminui o fogo até o final do cozimento, nunca parando de mexer. A canjica fica no ponto quando você para de mexer e a parte de cima dela fica engelhada. Quando isso acontecer, coloca a colher de manteiga, mexe e desliga o fogo. Coloca a canjica em travessas e (se quiser) polvilha com canela. Espera esfriar e tá pronta pra comer!

Ah… “Raspar” a panela era uma coisa que Vovó sempre me chamava pra fazer! =)

Vinícius Augusto Cavalcanti Ferreira Silva

eu vou logo dizendo que a receita eu não sei, mas é receita de canjica então é fácil achar no google.

a história é a seguinte: madalena tinha 15 anos e era louca por são joão. madalena resolveu passar o são joão com sua melhor amiga, a bete. madalena e bete foram para a casa da tia de bete lá em casa amarela, porque lá as ruas eram fechadas e havia apresentação de quadrilhas.

ao chegar na casa da tia de bete, uma surpresa: havia uma enorme mesa e um enorme fogo a lenha no meio do quintal. havia também um enorme caldeirão e duas senhorinhas falando alto e mexendo sem parar. sim, elas estavam fazendo canjica.

o problema é que tinha muita gente e pouca canjica.

resultado: colocaram as crianças e os adolescentes para ralar milho.

no fim das contas, passei o são joão todinho sem assistir nenhuma quadrilha, só ralei milho e comi canjica.

mas ah, eu fui feliz!

Madá Maciel

Minha história de São João é um romance com final feliz. Há três anos atrás, em pleno dia de São Pedro eu reencontrei um grande amigo que virou um grande amor. No tradicional arraiál do DanDan, Daniel Pinheiro, lá fui eu toda empetecada com boca vermelha e vestido de chita rever os amigos, em especial um: Adriano Marcusso. Cheguei na festa e avistei logo o cavalheiro. Rolou aquela troca de olhares, mas eu, dama e toda “tímida”, fiquei perambulando pela mesa de comidas, comendo uma paçoquinha ali, uma canjiquinha acolá. Afinal que mulher nervosa não pára de comer? … e lá vem Adriano, o Barbudo. Ficamos ali conversando, petiscando, eu solteira (olha a chuvaaa), ele separado ( olha a cobraaaa) e no come daqui, come de lá, Santo Antônio fez sua mágica. Dividimos uns beijinhos ( de milho verde, minha gnt!!) e desse dia em diante, nunca mais nos largamos: namoramos 01 ano ( Balancê!), noivamos 01 ano ( Anarriêêêêêêê) e estamos casados há 6 meses :))) E Viva os Noivos!! Não posso negar que a época tem tudo a ver com a gnt e a receita que deixo com vcs é de “Beijinho de Milho Verde”! Tão romântica essa menina <3

Ingredientes:

. 1 lata de leite condensado
. 1 xícara (chá) de creme de leite fresco (240 ml)
. 100 g de coco ralado
. 1 xícara de milho ralado e cozido
. 1 colher (sopa) de manteiga

Para decorar:
. Coco ralado a gosto

Modo de preparo:

No liquidificador, bata o leite condensado, o creme de leite, o coco ralado, o milho e a manteiga. Transfira para uma panela, leve ao fogo brando, mexendo sem parar até engrossar e soltar do fundo da panela. Deixe esfriar, molde os docinhos, passe-os no coco ralado e sirva nas forminhas.

Adriana Moura

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