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sobre o papel das pessoas (e dos bichos) na vida da gente


Eu sempre digo que eu acredito muito no papel das pessoas uma na vida das outras, e que nada é por acaso. E o mesmo vale para os bichos. Eu acredito que quando conhecemos uma pessoa, nós temos um papel na vida dela, e ela na nossa. É assim com as amizades, os relacionamentos, os colegas de trabalho, a família. Se a gente parar pra pensar, conseguimos ver que viramos pessoas melhores, ou fomos parte da melhora na vida de alguém, depois de um relacionamento. Aqueles amigos que você conhece e se aproxima muito rápido, ou aquelas pessoas que a vida naturalmente cuida de afastar. Nada disso, na minha cabeça, é por acaso. É parte da nossa missão de vida, sabe? É nisso que eu acredito.

E isso também vale para os bichos. Eu fico pensando o que seria da minha vida sem Chica nesses últimos quase 6 anos. Eu passei por tanta coisa enquanto só ela estava do meu lado, sabe? Momentos tão bons, outros tão difíceis, outros tão decisivos. Ela sempre esteve comigo. Assim como eu também estive com ela quando ela esteve super doente, e quando levei pra brincar na praia. É o meu papel na vida dela, cuidar e retribuir tudo que ela faz por mim, todos os dias.

No dia 10 desse mês, dia do meu aniversário, eu resolvi que me daria um presente. Pra mim e pra Chica também. Eu adotei um gatinho! Fazia muito tempo que eu queria um gato e uma companhia pra Chica, e achei por bem fazer isso por nós agora. Então depois pesquisar onde adotaria, como faria, depois de conversar com uns amigos, decidi que ia resgatar um dos Gatinhos da Beira Rio. Sempre paquerei aqueles gatinhos que ficam ali, expostos a tantas maldades e aperreios. Então fui um dia lá com meu namorado e uma amiga nossa, olhar a ninhada que tinha sido abandonada há poucos dias. E eram todos lindos! É quando eu tenho a certeza de que se eu morasse numa casa, eu seria a velha dos gatos e cachorros. Tenho vontade de colocar todos debaixo do braço e levar pra mim. :)

Um deles era o mais serelepe. Brincando de um lado pro outro, começou a subir na árvore. E subiu, e subiu, e subiu… E pronto. Ficou láááá no alto, miando, sem conseguir descer. Ele era tão pequeno, cabia na minha mão. Pois é, eu não ia sossegar enquanto a gente não conseguisse tirar ele de lá. O que adiantava a gente ter ido pra eu adotar um gato, salvar da rua, se eu ia deixar um lá em cima abandonado sem saber se ele ia conseguir descer? Então Victor (meu herói <3) foi num bar próximo, pegou uma escada, subiu na árvore e me “jogou” o gato. Pronto, depois disso eu tive certeza: é esse! E voltamos com ele pra casa.

E o amor por ele foi instantâneo. Tão lindo, tão pequeno, tão frágil. A relação dele com Chica começou melhor do que eu imaginava.. Ela com medo dele, mas cedendo aos poucos. Ele virado, só queria saber de subir nas coisas, no armário, no cabideiro. Estava lindo de ver. Mas como todo gatinho de rua, eu levei no médico pra ver como ele estava. Como era muito pequeno e estava muito frágil, não ia ser vacinado ainda… Então foi apenas vermífugo e anti-pulgas. E os dias passaram tão rápido. Em uma semana tanta coisa aconteceu.

Um dia eu acordei e ele estava mancando. Deve ter pulado alto de algum lugar no quarto e se machucado. Levei pro médico e ele ficou tomando a dose de 1 gota de remédio. 1 gota! :) Depois disso, eu vi que ele estava diminuindo o ritmo de alimentação… Bebendo pouca água e tudo. Então cheguei um dia e ele estava fraquinho, molinho. Levei no médico e ele estava desidratado. Ficou no soro por algum tempo, a agulha era do tamanho da pata dele. Tomou umas 6 injeções e voltamos pra casa. Eu estava tentando dar água e comida pra ele na seringa, mas ele não estava aceitando muito.. No outro dia eu voltei com ele pro médico pra pegar o resultado dos exames e reavaliar. Ele estava com brônquio-pneumonia e ia ficar internado. E a partir dali eu já comecei a chorar. Tão pequeno, tão frágil, e já passando por isso tudo. Me parecia tão injusto, sabe?

E no outro dia eu acordei às 6h30 com a ligação do hospital, avisando que “senhora, o gato Biu veio a óbito”. Eu acho que demorei pra entender a mensagem. Acordando, sonhando, pesadelo, o que era? Foi uma eternidade pra mim, mas acho que na verdade foi bem rápido. Já levantei da cama já aos prantos. E me dei conta de que eu posso levar uma vida inteira pra me apegar a uma pessoa, pra dizer “eu te amo”, pra chorar de saudade. Mas por um bicho assim, basta um dia, um olhar, que eu já estou totalmente entregue. E chorava feito uma criança. E, invariavelmente, eu pensava: e quando for Chica? E chorava ainda mais.

Então fui no hospital pra ver o que tinha que fazer, e a médica me disse umas palavras que acalmaram um pouco meu coração: você fez tudo que podia e deu a ele uma morte digna. Ele morreu sedado e respirando no oxigênio. Se tivesse na rua, poderia morrer sem respirar e sofrendo. E foi quando eu comecei a pensar no meu papel na vida dele. Foi rápido e intenso. Foi sincero. Foi lindo. Chorei o dia inteiro. Eu já tinha postado fotos e vídeos dele, e sempre que alguém me marcava numa publicação de gato e cachorro, eu começava a chorar de novo. E de novo. Eu não seguro choro, sabe? Não mesmo. Choro sem medo, sem vergonha. Choro e pronto. E foi assim que eu passei um dia inteiro. Imersa nos meus pensamentos e chorando. Mas meu conforto era esse: eu fiz o que podia e o que não podia por ele. Dei a ele todo meu amor, carinho, atenção, casa, comida, cuidado. Então meu coração ficou tranquilo.

Esses dias recebi a notícia de que a irmã dele, da mesma ninhada, tinha sido morta por um viciado em crack lá na Beira Rio. Não conseguiu ser adotada e foi morta esganada por ele. Meu deus, que tipo de gente é essa? E, por mais triste e horroroso que isso tenha sido, foi mais um conforto pra mim, sabe? Eu tirei ele dessa. Então dei o tempo do meu coração se acalmar, ficar mais tranquilo, e comecei a pensar em adotar outro gato. Porque não, né?

Então desde sexta-feira estou com Gato Gil, adotado da casa de uma moça linda, cheia de gatos e de amor pra dar pra eles. Já maiorzinho, mais esperto, mais danado. A relação dele com Chica ainda é difícil, e talvez continue sendo, mas acho que eles serão felizes juntos um dia. E eu tô feliz com eles. E sei que, aconteça o que acontecer, os nossos papéis são cumpridos dia após dia. Um na vida do outro. E, no fim das contas, a lição que eu tomei disso tudo é que jamais podemos nos deixar endurecer. É assim com qualquer relação. Um coração partido tem o seu luto até se abrir ao amor de novo. Uma confiança quebrada tem o seu luto até uma amizade surgir de novo. A tristeza de perder um animalzinho tem o seu luto até se permitir cuidar de outro. E todos são insubstituíveis. Os amores, os amigos e os bichos. Afinal, cada um é um e tem o seu papel. Jamais serão iguais, jamais serão parecidos. Nos resta aprender e não ter medo de amar de novo.

E vamos seguir nossa vida e nossos papéis, porque ainda tem muita gente, e muitos bichos, precisando de nós por aí.

Gato BiuGato Biu

 

Gato Gilgato gil

Adote um animalzinho e veja a mágica acontecer dentro do seu coração.

Boa semana, gente.


20 comentários sobre o assunto

    Lindo Texto! Sincero e emocionante! Pode ter certeza q você fez o que podia mesmo. E Parabéns pelo Gato Gil. Ele certamente vai ser muito feliz na sua casa.

    Vanessa Brollo

Lindo lindo Lindo :) O bem que a gnt faz, nunca se perde!

Adriana Moura

Chorei…

Daniella Mattos

Que texto bonito, Anna, emocionou. Passei por uma situação bem parecida ano passado, com meu gato Azul. Peguei doentinho, com muitos problemas e cuidei bastante ao longo de cerca de três meses. Foram muitas noites em claro, idas ao veterinário etc. Tive a sorte ter tirado minhas férias justamente no período que ele tava mais doente e pude passar 15 dias bem juntinho dele. Até que numa madrugada ele teve uma súbita piora e se foi. Meses depois outro gato me achou (sim, foi isso que aconteceu) e acabou vindo morar comigo. E depois mais um. Hoje divido a casa com Ébano e Marfim; a vida é melhor com eles.

Breno

Oi, Ana, vi o link no grupo dos gatinhos da beira rio. Tua história com o gato Biu me lembrou a que vivi quando tinha uns seis com uma cadelinha chamada Pantera e também várias outras. Pantera era toda pretinha também. Chegou lá em casa já doente, com parvovirose. Fizemos tudo e não teve jeito. Foi triste mas eu era criança, não entendia muito bem. O baque veio quando foi o pastor lá de casa, Chiquito. Meu pai chorou como nunca na vida. Nem na morte do meu avô vi meu pai daquele jeito.

Aí veio Kley, um poodle que ficou com a gente por 17 anos. Ele faleceu numa clínica também. Fizemos tudo por ele – principalmente na velhice, que não foi fácil. Nunca é.

Meus pais disseram que nunca mais teriam um cachorro em casa depois de Kley (durante a doença dele, adotaram duas gatas e decidiram que ficariam só com elas).

Mas aí virou o ano, e eu queria por queria ter um cachorro em casa de novo. Meu pretinho lindo Benjamim (um schnauzer médio super ultra fofo). Minha irmã ganhou da sogra um poodle, Chico (virado, ciumento, carinhoso, lambão e que manda em Benjamim). E meus pais adotaram outra gata, No processo do casamento, meu marido adotou mais duas gatas – uma delas da Beira Rio – e pra quem achava que nunca mais teria um bichinho por perto, até que vivo bem acompanhada.

Muita gente desiste de ter um bichinho porque sabe que a gente, ser humano, vive mais tempo que eles. E tem medo da dor da despedida. Mas, eles fazem a gente feliz tanto tempo, tanto tempo, que é meio besta deixar de aproveitar esse amor com medo de sofrer, né?

E acho que era isso que queria dizer aqui: o maior aprendizado que qualquer animalzinho é essa coragem de amar desprendidamente por uma vida toda – pelo tamanho que ela tiver.

Mariana

Que testemunho mais lindo e verdadeiro. Passei por algo semelhante há uns meses. Minha gatinha de 5 anos morreu após mais de um mêsde luta, internações e medicamentos. Foi muito sofrido. Foi angustiante ver como ela ficou mal, debilitada. Mas fiz tudo que pude e espero que tenha retribuído a altura todo o companheirismo e bem que ela me fez. Deus abençoe a vc e ao Gil. Espero de coração que sejam felizes!

Mariana

Eu tive a Nina, uma cachorrinha, por uma semana e ela morreu sofrendo muito, pobrezinha. Havia comido uma bolinha na casa onde estava disponibilizada para adoção e, devido as circunstancias de adoção, vacinas, etc, nunca imaginamos que os sintomas seriam disso. Cerca de 3 meses depois adotamos a Blanquita, outra cachorrinha, que hoje tem 1 ano e meio e é minha querida companheira. Em março desse ano estávamos andando pela rua e encontramos o Amadeu, um lindo gatinho tigrado. Hoje eles são companheiros inseparáveis, deitam juntos, brincam, um amor.

Bianca Ladyawke

Puxa vida, Anna! Consegui me enxergar em vc, pois há poucas semanas aconteceu o mesmo cmg. Encontrei uma gatinha que tinha sido abandonada com menos de duas semanas de vida, levei ela pra casa, cuidei, mas ela não aguentou… só partilhou uma semana de sua doce vida comigo… foi muito, muito triste… :'(

Jéssica

Doeu no meu coração, já passei por isso igualzinho (presenciando).
A dor é tremendamente absurda. Sinto muito, muitíssimo.
Agora é a vez do Gil receber carinhos, beijinhos, mordidinhas, abraços e amorrrr.
bjs

Sillmelo Akita

Anna eu e meu marido tínhamos um Pitbull, o adotamos com um ano, quando ele estava com seis anos (e eu com 8 meses de gestação) ele faleceu. Ele adoeceu, o veterinário disse que era pneumonia, começamos a tratar e nada dele melhorar, ao contrário, então chamamos um segundo veterinário que pediu mais exames. Descobrimos que na verdade ele estava com Febre Maculosa, mas já em estágio muito avançado.
No dia em que ele partiu chorei muito, passei mal, meu marido ficou inconsolável e juramos que nunca mais teríamos bicho algum.
Então o tempo passou, meu filho nasceu, fez dois anos, mudamos de casa, e há três meses atrás, em uma noite de sábado escutei um barulho “estranho” no quintal, eu e marido fomos procurar o que poderia ser e encontramos um gatinho todo sujo, molhado, com cordão umbilical preso à placenta, no meio do nosso jardim.
O levamos pra dentro, limpamos, cortamos o cordão, demos leite na seringa, embrulhamos em toalhas e achamos que ele não passaria daquela noite.
Dia 08 de julho agora ele fará quatro meses, está enorme, lindo, levado, uma figura. Meu filho escolheu o nome (muito óbvio pra ele já que o bicho é um gato): Miau.
Miau e João Miguel tem enlouquecido meus dias, deixado a casa de pernas pro ar, mas não troco isso por nada.
Qualquer hora posto uma foto do Miau no Instagram e te marco, pra você conhecê-lo.
Sua história é linda, grandiosa.
Beijos.

Carine Gimenez

Vc me fez chorar…Por me fazer lembrar dos bichinhos e pessoas que passaram por minha vida…E por tb me lembrar que continuo cercada por pessoas e bichinhos que amo e que me amam, esse é o nosso papel…Aqui em casa temos 4 gatinhos e 3 cachorrinhas

Claudia Guerra

Eu chorei com cada palavra.
Parecia que tirou do meu coração todas as palavras que eu não soube expressar quando perdi minha Lilly. Obrigada!

Maria Gavioli

Ana, eu faço parte do grupo Quem Quer Gato? que resgata gatos em situação de risco, medica, castra e encaminha para adoção. Meu trabalho no grupo é, além do resgate, ser lar temporário. Desde que passei a cuidar dos gatinhos resgatados, vários morreram por serem muito frágeis e não resistirem e a cada um deles me deixou uma lição de vida. Não esqueço nenhum. Mês passado minha irmã adotou a Malu, uma das gatinhas que resgatamos e poucas semanas depois aconteceu o mesmo que aconteceu com o Biu, só que a doença da Malu era PIF (peritonite infecciosa felina). Quando li teu texto, imediatamente me lembrei da minha irmã e de Malu e neste momento vou encaminhar para ela ler também, porque o coração dela ainda está dilacerado. Ainda mais porque pouco antes da Malu morrer, a gata dela, Missy, de 14 anos também virou estrelinha. Ainda escorrem lágrimas dos meus olhos. Obrigada por você ser esssa pessoa sensível e por ter feito a vida do Biu, mesmo que curtinha, muito feliz.

Candice

Faz um mês mais ou menos que a minha tuca se foi, uma poodle de quase 15 anos e tento me confortar com o fato de ter lhe dado a oportunidade de uma partida com menos sofrimento, mesmo assim ainda sofro “a dor tem que ser sentida”.
Hoje tenho a princesa, yorkshire de 13 anos, Dora (igualzinha ao gato Biu) que foi encontrada há quase um ano e a gata Cida (Maria Aparecida) que surgiu aqui em casa faz alguns meses e não sai de jeito nenhum!
Adoro cães e gatos e é lindo de ver a relação que eles tem, sejam amigos ou quando aprendem que cada um tem seu espaço e eles se respeitam por isso!

Amanda

Chorei. Chorei porque passei ontem, pela lixeira perto aqui de casa e tinha um gatinho pretinho assim. Tão pequeno, tão indefeso. Chorei porque eu já tenho 2 gatos adotados e moro num Apê minúsculo com um marido alérgico. Chorei porque também perdi um dos gatinhos que adotei. Era recém nascido, estava nesse mesmo lixo ao lado do irmão. Eles me seguiram e eu nem pensei. Com o apoio do marido alérgico levei pra casa. No médico descobri que eram dois machos, comprei a medicação prescrita, deixei eles longe do meu gato grande (para não passarem nada pra ele) e passei duas noites babando aqueles carinhas. Na manhã seguinte um deles morreu. Dificilmente eu chorei tanto quanto naquele dia. Mas passa perto todo vez que eu vejo o vídeo que fiz dele. Lendo a sua história eu lembrei desse episódio e pensei que ele morreu, mas morreu alimentado, medicado e amado por mim. Porque eu o amei muito e amo até hoje. O irmão dele ta aqui, firme e forte, junto com meu mais velho. Lutou muito e voltou várias vezes ao médico, mas hoje é um tourinho. Nunca fica doente e é o gato mais falante do mundo. Objetivo de vida: comprar uma roça e encher de tudo que é gato e cachorro que achar na rua.

Elen

A cada vinda nesse blog me emociono com pelo menos uma postagem sua. Acabei de comentar em outra postagem, mas depois de me acabar de chorar com essa, tinha que te dar os parabéns por algo tão lindo.
Tive o Tobe, um poodle briguento que ficou com minha família por 10 anos, e nos deixou depois de cumprir a missão que todos os bichinhos tem para conosco: nos trazer a mais pura felicidade. Depois dele decidi que não ia mais ter nenhum. Casei, fui morar em outra cidade, e uma amiga me disse: “É muito egoísmo nosso não querer criar um bichinho porque eles vão morrer. Afinal pessoas também morrem e nem por isso desistimos delas. Então porque desistir de termos tanto amor puro desses seres iluminados?” Daí adotei a Linda em um abrigo, uma cachorrinha vira lata medrosa, que tinha medo até quando via alguém varrendo a casa, e ficou corajosa quando se deu conta que essa casa é dela, e hoje qualquer entregador que toque a campainha sai correndo de medo… Mas para nós é um docinho, que enfia a cabeça nas nossas pernas quando estamos comendo algo. É muito amor nessa vida!!!

Aline Daniela

Nem sei como vim parar aqui, mas me emocionei muito com tua história, sei como é difícil quando isso acontece. A uns anos atrás achei um filhotinho de gato recém nascido, cuidei por quatro dias, mas infelizmente não resistiu. Eu e meu esposo choramos muito a perda do gatinho, mas a vida segue e continuamos cuidando dos outros três gatos que já viviam om nós. Hoje temos treze gatos resgatados de rua e dois cachorros, a casa fica uma bagunça, eles são tinhosos, mas eu não troco isso por nada, tanto que pegamos uma ninhada com cinco cachorrinhos que estavam abandonados, mas esses vamos doar. Um animal jamais substitui outro, mas ajuda a aliviar a dor da perda.
Parabéns por adotar e dar uma oportunidade para um animal abandonado poder dar amor a um humano!

Faby

Oi que lindo o texto, me emocionei e no final pra minha surpresa a foto do gatinho Biu, nossa fiquei chocada, acabei de achar um gatinho na linha do trem igualzinho o Biu, o queixinho branco, depois vem uma bolinha branca e outra coisa lindaa deve ser ele que reencarnou rsrs bjoo

Luana

Nossa que linda história, fiquei muito impressionado com essa sua história querida, acredito que dentro da história que você relato, foi um tirado muitas lições de vida, confesso que me emocionei de verdade com esse texto maravilhoso.

Rodrigo

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