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meu aparador de madeira envelhecida


aparadoraparadoraparadoraparadoraparadoraparadorE eu não aguento esperar muito, então aqui está o resultado final do projeto de envelhecer e personalizar uma prancha de madeira :P A minha prancha virou um apoiador na parede, sustentando por um lindo par de mãos francesas que parecem de ferro e pesadas, mas que são bem safadinhas e custaram 15 conto cada uma :P

Como eu tinha dito, a frase “all we need is love” ficou mais escura depois de passar o verniz fosco, e eu gostei bem mais. Quando a gente olha de cima vê que tem uma coisa diferente na ponta e quando vai ver o que é se depara com uma frase linda dessa :) É meio ruim de ler sim, mas e daí? Não é outdoor que a gente tem que ler rápido e entender, é o meio apoiador te dizendo uma frase de amor <3

Em cima da prancha fica o meu ferro de passar roupa antigo, também herdado da nossa casa de veraneio, e uma ferradura de cavalo que eu encontrei na hípica que a minha irmã treina. Dei uma topada nessa ferradura e decidi que ela seria o meu objeto de sorte :) Em cima do aparador também estão as rolhas dos vinhos de Paolo e de alguns espumantes meus. Eu sei que elas merecem um vidro bem lindo, mas como o que elas estavam ficou pequeno, elas vão descansar um pouco nessa cestinha :)

Além disso, eu peguei um porta-retrato antigo que estava quebrado e coloquei um postal que o meu sogro trouxe da Turquia. Türk süslemelerinden örnekler ou a arte turca das pinturas iluminadas. São postais lindíssimos, cheios de detalhes e cores, totalmente ornados de dourado. Realmente eles são iluminados. Junto dele eu coloquei o meu porta-incenso de pedra, que foi presente do meu amado amigo Fred.

Para dar uma divertida nesse aparador estão algumas bebidas e os fradinhos que eu roubei temporariamente da minha mãe para segurar um vinho que ganhei de presente. Eu adoro esses fradinhos :P


cozinha boa é cozinha rústica


cozinha rústicacozinha rústicacozinha rústicacozinha rústicacozinha rústicaEu já fiz um post aqui sobre cozinhas rústicas, mas nesse post quando eu falo cozinha, é tudo. Comida, acessórios, decoração, tudo. E diz se não é a coisa mais linda e suculenta do mundo?

Quando Ju, do Pitadinha, me mandou uma DM no Twitter dizendo “por favor, faça um post sobre isso”, eu sabia que vinha coisa boa por aí. E veio. Ela me apresentou ao blog What Katie Ate, que é simplesmente recheado de fotos lindas e receitas deliciosas. Me encantei na hora.

E sabe porque é tão lindo? Porque além de rústico é de verdade, sabe? Um pouco bagunçado, um pouco sujo, tudo desorganizado com cuidado nos últimos detalhes. O nome do blog é “O que Katie comeu”, ou seja, é mesmo o cardápio dela. É mesmo o que ela come no dia a dia. Por isso tem esse encanto.

Porque essa decoração é de verdade, essa louça é usada, os ingredientes são encontrados, cozinhados e comidos. É tudo tão lindo e tão verdadeiro. Me apaixonei por todos os pratos, travessas, copos, talheres, panos, potes, garrafas, tigelas, afe! Tudo! As fotos do blog são todas lindas, foi super difícil escolher quais colocar, por isso não pensei muito e fui basicamente nas primeiras :P Mas super vale uma olhada, duas, dez olhadas.

O próximo passo é fazer uma receita daí :P


eu quero uma máquina de escrever


Eu tenho uma quedinha por máquinas de escrever… Talvez por gostar tanto de escrever, trabalhar escrevendo, ter um hobby onde eu escrevo. Talvez por achar linda, por gostar de coisas antigas, e por ter tido uma durante um tempo em casa. Mas a verdade é que eu adoro máquinas de escrever, e quero muito colocar uma lá em casa :D Quem quiser me dar uma de Natal, viu? Tô aceitando! hahaha :P

Quando vi essas fotos no Brabourne Farm, achei bem conveniente fazer esse post na sequência da arte nos talheres de prata, que são marcados com uma tipografia de máquina. Ah, e já que falei de tatuagens semana passada, eu adianto que quero muito tatuar um texto com esse tipo de letra. De preferência, que eu tenha escrito numa máquina de verdade e dado pro tatuador fazer. Outro motivo pra eu ganhar uma máquina, não? :P

Afe como eu tô pidona ultimamente. É o espírito de Natal :P


parador ayatana, o paraíso de serra negra


Este é o prometido e bem falado Parador Ayatana, um verdadeiro paraíso em Serra Negra. É um spa e pousada que tem 4 chalés, todos temáticos: Indiano, que é o das fotos, Anos 60, Brasileirinho e Indonésio. Todos eles foram construídos aproveitando pedras naturais, muito comuns nos terrenos de Serra Negra.

O Parador Ayatana foi todo idealizado e construído pelo simpático casal Cristina e Celso. Ela, apesar de não ser arquiteta nem nada do tipo, fez todo o projeto do lugar, inclusive dos quartos, e toda a decoração também. Ela garimpa cada peça exclusiva que me deixou maluca. Você vai andando e reparando como tem coisas lindas, únicas, antigas, e sendo usadas de uma forma que eu nunca pensei.

Eu só estou postando algumas poucas fotos aqui, mas tem muito mais fotos no Flickr.

A primeira foto  mostra o bar e o restaurante de lá, e é cheio de detalhes maravilhosos. Esse banco é um banco de bonde antigo, e o encosto é móvel e muda de lado. Como o bonde não fazia a volta, quando ele ia retornar os acentos mudavam de sentido arrastando o encosto. Genial, né?

Essa “parede” com peças de ferro foi toda projetada e montada por Cristina, que juntou vários pedaços de ferro, misturou com espelhos, quadros, pranchas, livros, porta-velas e mais um monte de coisas que a gente vai descobrindo enquando vai olhando. É um ambiente super confortável e bem iluminado, já que as paredes são janelões de vidro.

A outra foto mostra um pouquinho do banheiro de lá, que também é cheio de surpresas. Essa cadeira é daqueles barbeiros antigos, sabe? E o quadro que tá perto dela traz um antigo cortador de cabelo, o avô dessas máquinas de cortar de hoje. Muito interessante. Ah, e o que eu achei mais lindo foi a sinalização de feminino e masculino. A Cristina (ô mulher criativa, viu) pegou um sapato lindo que o marido não usava, e um lindo dela que estava incomodando, pintou e colocou nas portas. Não tinha como ser melhor, né?

A terceira composição de fotos mostra a adega, montada em cima de uma das pedras naturais do terreno, que é totalmente climatizada e organizada. E mostra também o projeto que a Cristina (sim, sempre ela) fez e levou para os oleiros de Tracunhaém executarem. É uma lareira móvel, para lugares abertos. Não é incrível? Para quem quer tomar um vinhozinho na beira da piscina e ficar quentinho ao mesmo tempo. Funciona super bem, a fumação vai pra longe e deixa todo mundo quentinho. Achei demais.

Mas as ideias geniais não param por aí. Vamos para a sauna. O que poderia uma sauna ter de tão diferente, né? Mas a sauna do Ayatana te esse buraco no chão, onde você cai direto na piscina depois de suar litros. Gente, não é um máximo? Fiquei babando. Tão simples e tão ótimo, né?

Aí agora é um show de detalhes. Essa rede incrível e maravilhosa, onde eu dormiria a minha vida inteira, fica perto da piscina, com vista para a serra, e é super confortável. E eu ainda coloquei o detalhe do quadrinho que tem no Chalé Indiano, pedindo silêncio. Eu amei muito esse quadro, ele é a minha cara. Sempre em busca de um momento silencioso e quieto para pensar e escrever. Amei e quero pra ontem.

E então nós fomos convidados a conhecer o Chalé Indiano, o único que estava disponível naquele fim de semana. É incrivelmente lindo. Tem uma salinha com um lareira, um banheiro com dois chuveiros no mesmo box, para o casal tomar banho junto de forma mais confortável, um quarto aconchegante, uma pérgola do lado de fora e um ofurô com vista para a serra. Quer mais? É sério, parece que todo lugar que você olha é confortável por lá. As lindas cadeiras de três pés que eu sou apaixonada, o sofá cheio de almofadas, e até um fino cochão colocado num cantinho entre a pedra do terreno e a parede.

Ah, e como se não bastasse, na área privativa do chalé ainda tem mais um cantinho que dá vontade de sentar e ficar por lá. E sabe o que é mais inteligente? É que, como esse cantinho é do lado de fora, eles cercaram com citronela. Ela é essa planta que parece um capim, por trás desse meio divã, meio rede, totalmente lindo. Aí com o suave cheiro dela os mosquitos são naturalmente repelidos. Não é lindo?

Confesso que fiquei muito curiosa para conhecer o Chalé Indonésio, já que eu terminei de ler Comer, Rezar, Amar, e é a Indonésia é a parte do amar. Deve ser lindo :)

Eu sei que eu já escrevi demais, mas acreditem, lá ainda tem MUITO mais coisas para ver, fotografar e escrever. Quem é de Recife e arredores tem que ir conhecer, nem que seja para comer alguma coisa e passear por lá.

Cristina e Celso, parabéns pelo Ayatana. É um lugar lindo, confortável, que tem uma energia deliciosa e encantadora. Espero voltar qualquer dia. Até lá :)




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