



Eu sei… Claro que era pra ter feito esse post antes, e não aos 45 do segundo tempo do dia 31 de outubro. Mas meu fim de semana foi muito preguiçoso, e eu e Fred só nos reunimos na tarde de domingo para fazer nosso jack o’lantern do halloween. Fred, o brasileiro mais american friendly que eu conheço, é dono de uma escola de inglês e tem todo esse sangue de trick-or-treat correndo nas veias. Então ele me deu essa linda (e gigante) abóbora e veio aqui em casa para me ensinar a fazer o mais famoso símbolo do halloween americano.
Tiramos a tampa da abóbora (repare que abrimos na “parte de baixo” dela) e limpamos toda por dentro, tirando todas as sementes e todos os fiapos. A maioria foi na mão mesmo, mas pegamos uma colher e raspamos até sair tudo. Em seguida lavamos, por dentro e por fora, e deixamos ela virada em cima de um balde, pra escorrer toda a água. Secamos ao máximo com papel toalha e começamos a fazer a marcação do rosto com lápis, riscando devagar para não ferir a casca. Em seguida eu usei uma faca de cozinha pequena, dessas sem serra mesmo, e fui fazendo um risco superficial.
Aí vai começar a hora tensa. Enfiar a faca com cuidado, e tirar com mais cuidado ainda. Não coloque muita força para puxar a faca, vá puxando firme e aos poucos, porque de repente ela vai sair de vez e isso pode ser perigoso. Sempre se certifique de que a faca atravessou para o lado de dentro, para que a luz dá vela possa sair. No mais é ter cuidado e atenção, e ir sentindo o desenho que você está fazendo.
O meu ficou assim, com uma cara simpática, meio de doido. Eu não queria que meu Jack fosse assustador, e ele não é :D Segundo a lenda do Jack O’lantern, ele é uma alma que desafiou o diabo, e não foi aceito nem no céu nem no inferno, e por isso vaga por aí, com uma lanterna para iluminar o seu caminho, buscando o seu lugar. Acho que com cara de simpático ele consegue mais fácil :P















Eu acho que o que mais me chama atenção numa decoração não são os seus móveis ou a sua arquitetura, e sim os seus detalhes. Fico encantada com as miudezas das casas, que geralmente tem suas histórias. Essa é a casa de Pamela Love, designer de jóias, e seu marido Jordan Sullivan, fotógrafo e músico. Eles moram no Brooklyn, e eu encontrei a casa deles no The Selby, blog que eu adoro.
É difícil dizer o que ue mais gostei da casa inteira… Mas o que eu mais quero copiar é essa “lareira” de velas e cera. Já estou estudando um espaço na minha casa para acumular esse tanto de parafina derretida, porque vela pra isso eu tenho :P Eu só pretendo fazer colorido, com minhas velas de todas as cores. Não preciso dizer que amei os gatos, né? Sou uma apaixonada pelos felinos e uma coisa muito certa que o Jordan falou é que os gatos nos ensinam a ser “sozinhos”. A independência deles é uma coisa linda de se ver. Realmente encantadora.
Ah, e o que é essa coleção de pedras brutas? Eu amo pedras brutas. A energia e a beleza delas é diferente, é mágica. Eu amo. E outra coisa que eu gostei demais foram os livros cuidadosamente desorganizados na lateral da estante. Então eu penso que preciso comprar mais livros, pra usar melhor na decoração :P Fora isso tem muita coisa legal… Os quadros, as fotos, os caixotes, as plantas, as garrafas, muita coisa linda.
Eu adorei, e vocês?

Quando eu vi essa mesinha de cabeceira no blog As peripércias da Eva, eu fiquei encantada. É um móvel simples, ideal para pequenos espaços, e que resolve tudo que uma mesinha de cabeceira precisa, ao menos pra mim. Espaço para guardar os livros que eu leio antes de dormir, o controle da televisão, o meu copo dágua e o celular. Além de ter espaço pra decorar com uma luminária, uma foto ou umas velinhas. Legal, né? Quero fazer pra mim :D






Eu gosto de postar aqui no Ideias coisas que nós, meros mortais, podemos usar como inspiração. Coisas acessíveis e com cara de casa, não com casa com cara de revista. Mesmo que algumas casas sejam caríssimas, dá pra se inspirar com os tons, as texturas, os materiais, a organização, as misturas. Mesmo se for essa casa em estilo loft triplex, em São Paulo, claramente projetada com tudo do bom e do melhor, dá pra se inspirar sem querer cortar os pulsos. Não, dá? Vi esse post na Casa da Valentina e adorei :)