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o dia que eu viajei pra dirigir


novo ecosportnovo ecosportnovo ecosportnovo ecosportnovo ecosportnovo ecosportnovo ecosportnovo ecosportnovo ecosportnovo ecosportEu nunca tinha viajado pra dirigir, afinal, é sempre ao contrário né. Eu dirijo pra viajar. Mas esse fim de semana que passou eu recebi um convite maravilhoso. A Ford convidou a imprensa brasileira, argentina, mexicana, chilena e de mais alguns países para apresentar o Novo Ecosport. E, de quebra, levou também alguns blogueiros.

Fomos até o Serhs Natal Grand Hotel e ficamos hospedados na maior mordomia. Na primeira noite tivemos a apresentação do carro pelo presidente da Ford e pudemos conhecer o carro por dentro e por fora. Depois um coquetel pra gente se conhecer e um jantar que correu ao som do show de Marina Lima, só pra gente. Mas era noite de voltar cedo pra cama que no dia seguinte era o grande dia. A hora de testar o Novo Ecosport na estrada. :)

Eu tenho que dizer que fiquei super feliz e até bem surpresa com o convite da Ford. Fui a única blogueira mulher convidada, e do contigente total de convidados se tinha 10% de mulheres era muito. Fiquei realmente animada porque eu adoro dirigir, adoro carros, paquerava o novo design do Ecosport fazia tempo e, claro, AMO viajar. Então quando fui convidada senti que esse evento ia reunir um monte de coisas que eu gosto de uma vez só. :)

Depois do café da manhã recebemos algumas explicações técnicas da engenharia, design e marketing sobre tudo do carro. E, aqui pra nós, fui ficando cada vez mais impressionada com o que diziam. Eu gosto de carro, mas sou uma leiga. Sabe como é? Pronto. Então eu fiquei bem encantada com a tecnologia envolvida em toda a concepção do carro e no novo design. Poxa, é um carro que vai ser vendido em 100 países. Imagina agradar tanta gente diferente com um produto só? Tem que ser muito fera. E isso foi possível porque a Ford trabalhou com uma equipe multidiciplinar e multicultural, com gente do mundo todo. Coisa incrível.

Tudo foi dito, então foi a hora de pegar o carro e seguir na estrada. Saímos de Natal com destino a Praia da Pipa (ah, como eu amo) com paradas estratégicas no meio do caminho para a troca de motoristas. Éramos 4 por carro. No meu estávamos eu, o Jacaré Banguela (vulgo, Rodrigo), o Márcio do Tenho Mais Discos que Amigos e o Rick do Move That Jukebox. O plano de viagem era tão detalhado que contava com fotos, avisos e buracos, curvas, lombadas, tudo bem explicadinho pra gente não se perder.

O Jacaré já tem um Ecosport e foi o primeiro a dirigir, e foi contando as suas impressões enquanto eu e os meninos brincávamos com o Sync do carro, dando comando de voz pra o som conectado ao meu iPhone mudar de música, artista e tudo mais. Parecíamos um bando de matutos hahaha :) Depois foi a minha vez de pegar o volante. Infelizmente eu peguei na pior parte da estrada :( Muitos buracos, baixa velocidade e muita atenção. Mas bom que deu pra testar muita coisa, como o amortecimento por exemplo :P

Eu nunca tinha dirigido um SUV e fiquei bem impressionada. Ele é um carrão, sabe. Grande, robusto, mas na mão ele é tão leve. A direção elétrica ajuda um bocado. Gente, o que é aquilo. Fez a minha humilde direção hidráulica virar uma direção dura e pesada. Coisa de louco. Nos lugares que deu pra dar uma aceleradinha, deu pra ver como o carro fica estável e como nem parece que estamos realmente em velocidade. Ah se toda vez que eu fosse pegar estrada fosse com um Novo Ecosport desse… hahaha :)

No meio do caminho conhecemos o Maior Cajueiro do Mundo de Natal, fizemos uma parada num restaurante que parecia uma antiga estação ferroviária e também paramos no alto de uma falésia com vista para a Praia da Cacimbinha. Oh vista linda… Oh lugar lindo. Então seguimos para o almoço e coquetel no Resort Sombra e Água Fresca na Praia do Amor. Pena que dessa vez só deu pra ver a Praia da Pipa de cima, mas valeu e muito o passeio. Ficamos almoçando e conversando sobre o único assunto que a gente conseguia pensar: o Novo Ecosport.

De volta para o Serhs foi a noite de um outro jantar delicioso e de um show private do Emerson Nogueira. Gente, só eu não sabia como é bacana o show dele? Que repertório maravilhoso! Uma noite de rock, bebê. Pink Floyd, The Police, Creedence, Raul e tantos mais. Foi ótimo mesmo. Depois disso só deu tempo de dormir e acordar pensando como valeu muito essa viagem. Como o evento todo foi incrível. E como eu fico grata pelo convite e por ter a oportunidade de dividir com vocês mais uma viagem e uma expriência incrível :D

E pra vocês acompanharem melhor, aqui tá o vídeo do nosso test-drive :D

E a foto da turma fera, com cabelos ao vento :P

novo ecosport


natal: uma cidade preparada para o turismo


viagem para natalviagem para natalviagem para natalviagem para natalviagem para natalEu não conhecia Natal, e nem posso dizer que conheço muito bem agora. O navio só ficou um dia lá, e a gente tinha até o final da tarde pra voltar, ou seja, foi tudo muito corrido. Desembarcamos de manhã, pegamos um buggy e fomos para as Dunas de Genipabú. Fomos super bem recebidas pelo bugueiro, que deixou a gente nas mãos de um guia gente fina pra andar até lá em cima nas dunas e ver essa lagoa linda que mais parece um oásis no meio do deserto.

Lá a gente tirou umas fotos com umas latinhas de cerveja e refrigerante, que era pra dar aquele efeito de que a lata é gigante e nós somos miniaturas, sabe? Mas infelizmente nenhuma prestou. Mas o cara foi super prestativo em tirar as fotos e em andar com a gente por lá. Ele não cobra nada, apenas o que a gente quiser dar. Eles trabalham com uma alegria e uma humildade que é extremamente cativante. Em poucos minutos nós estávamos encantadas com o bugueiro, o guia e até o menino que vendeu água mineral pra gente. Pense num atendimento de qualidade.

Depois pegamos o buggy, demos mais umas voltas nas dunas e chegamos até a famosa descida do SkiDuna, que na minha época se chamava de SkiBunda mesmo. É o tipo de coisa que você tem que fazer, sabe? É besta mas é bem divertido, e a dica é ir com o instrutor pra aproveitar a descida até o final, se não você capota antes. Tudo bem que é meio constrangedor você se atracar atrás do cara, mas ele tá tão acostumado que não tá nem aí pra gente, o que é ótimo. Uma descida é R$5 e 3 fica por R$10. Preciso dizer que a gente foi super bem atendido por lá também? Pois fomos.

Nesse mesmo lugar tem o passeio de dromedário. Olha, eu tenho que dizer que achei uma sacanagem com os bichinhos, na boa. Eles ficam lá deitados esperando alguém subir neles, aí eles levantam com o peso dos turistas e vão sendo puxados e ainda apanham pra andar. Uma tristeza só. Além de ser supe caro, coisa de R$70 por pessoa pra andar no bicho usando um pano de pseud0-sheik na cabeça, dizem que você fica com o cheiro do bicho durante um bom tempo mesmo depois do banho. Eca. Eu passo.

Depois a gente desceu até a praia de Genipabú, passando pelo Bar 21 que é cartão postal da cidade. A maré estava cheia e o banho foi uma delícia. Era como se fosse um banho em Maracaípe, sendo que com menos ondas. E ainda assim eu quase perdi o biquíni, mas quem se importa. O banho foi super relaxante e a cerveja estava bem gelada na barraca. Tirando um tiozinho que parou com um carrinho de CD pirata tocando as últimas do brega-trash-sertanejo-whatever por lá, foi ótimo.

De lá nós fomos voltando pro navio, conversando com o bugueiro que fazia questão de explicar tudo sobre os lugares por onde a gente passava.  O passeio que a gente fez foi o mais curto, tem um que vai até as dunas de cima mas que ia ficar muito corrido e a gente queria mesmo era dar uma relaxada na praia.

E nessa hora você me pergunta: mas você mal conheceu Natal, como pode dizer que é uma cidade preparada para o turismo? Porque eu venho de Recife, me desculpem os pernambucanos. Recife é uma cidade linda, que tem história, cultura, arte, gastronomia, praias, complexo hoteleiro e tudo mais. Mas, sinceramente, eu não considero uma cidade turística. Você não é bem atendido nos lugares onde vai, é explorado, tratado como se estivesse o tempo inteiro fazendo um favor de estar ali, contemplando as belezas. Tanto que de turismo que se fala em Recife é Porto de Galinhas e Olinda, que nem Recife são. Então me desculpem conterrâneos, mas Natal dá um banho na gente.

Fomos bem atendidas em todos os lugares. É porque a galera de lá é gente boa? Pode até ser, mas eles sabem claramente o valor que tem o bom atendimento e a humildade. Eles sabem que vão conseguir mais indicações, mais reconhecimento e, claro, mais dinheiro com isso. Eles são espertos e quem se dá bem é a gente. Tão simples sair ganhando dos dois lados, né? E foi por isso que eu saí de Natal falando tão bem e com tanta vontade de voltar e conhecer mais dessa cidade que, se dúvidas, está preparada para o turismo.

Tanto que eu não podia sair de lá sem uma foto tipicamente de turista, né? Beijando o golfinho de Genipabú hahaha :)viagem para natal


uma decoração e um presente de natal


decoracao de nataldecoracao de nataldecoracao de natalEu já ganhei o meu primeiro presente de Natal :)

Quando eu chequei meu e-mail no sábado recebi uma linda surpresa :) Bela (uma amiga de colégio que reencontrei anos depois pelo mercado publicitário e hoje é uma pessoa super querida no meu <3) disse que estava passando pela rua de casa e a mãe dela mostrou a casa do vizinho. Quando ela viu a decoração disse que achou a cara do Ideias. E não é que é mesmo? :)

Ela foi em casa, pegou a máquina, tirou essas lindas fotos e me deu de presente. Não é lindo, isso? Brigada, Bela, eu adorei :D

O vizinho pegou essas coisas que parecem escorredores de macarrão mas que são parar proteger bolos e comidas das moscas, sabe? Então juntou dois fazendo tipo uma bola gigante com uma luz dentro. Não ficou lindo? E ainda tem uns de outros formatos, ficou uma graça. Eu queria ter uma árvore pra decorar assim :D

E eu acho que não ia esperar o Natal chegar perto pra colocar um pouco de cor e luz na árvore. Acho que elas deviam ser lindas assim o ano todo, né não?

Boa semana, gente.

Bela, <3


minha pequena ceia


Estranhou que no post do meu Natal não teve comida, né? Pois aqui estão :) Não foi uma ceia com aquele já conhecido derramamento de comida das grandes ceias das grandes famílias, mas foi o suficiente para deixar aquela sobra gostosa para o almoço do dia seguinte :D Gente, é sério. Eu amo comer resto de ceia no dia 25. Já fico esperando a hora do almoço :P

Todos os anos mamis ganha da empresa um belo peru, e ela sempre faz essa farofa com os miudos e recheia ele. É a minha tentação. Do mesmo jeito que eu sempre sonho com o camarão de coco na Semana Santa na casa da minha tia, eu sonho com essa farofa do peru da minha mãe no Natal. Aí como mamis estava machucada por conta de uma queda, eu dei conta do restante da ceia.

A pedido de mamis, fiz um arroz à piamontese, e como tinha comido um delicioso lá na casa da Cami, peguei a receita Na Minha Panela e ficou perfeito :) Aí fiz também umas batatas meio doidas. Eu não sabia como ia preparar, mamis só tinha pedido pra ser batata. Então lavei bem direitinho e coloquei elas pra cozinhar com casca e tudo. Elas cozinharam e eu ainda n sabia o que ia fazer. Aí resolvi ir partindo e ela ficou assim, então achei que valia uma refogada no alho, já que ela ainda estava durinha e não ia simplesmente virar purê. Refoguei muito alho no azeite, acertei o sal e mandei a batata pra dentro. Não satisfeita, joguei numa travessa, povilhei parmesão ralado por cima e taquei no forno. E não é que ficou boa? Também não tinha muito segredo, né? Batata, alho e queijo não tem como dar errado :P

E de sobremesa, como mamis está evitando chocolate e coisas com cafeína, fiz a minha melhor receita de cheesecake, que já postei aqui. Mas essa eu fiz um pouco diferente. Eu ia fazer sem massa mesmo, mas lembrei que tinha sobrado um pouco da farinha de amêndoas de quando a gente fez os macarons, e resolvi misturar com um pouco de manteiga, açúcar mascavo e fiz essa camada de baixo. Levei no forno um pouco antes de colocar o recheio, e depois foi ao forno de novo pelo tempo da receita. Cobri com geléia de amora e voilá, estava pronto um delicioso cheesecake de três camadas :)

Pode parecer pouca comida, mas eu comi até dormri, literamente, e todo mundo comeu muito bem. A felicidade foi a sobra pro almoço do dia seguinte, onde tudo parecia ainda mais gostoso. Nem o arroz ficou ruim, já que o ideal é servir ele na hora. Dei uma dissolvidinha nele com um pouco de leite, ralei mais queijo parmesão e continuou uma delícia.

E essa foi minha pequena, porém deliciosa, ceia de Natal :)



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