














Oscar-Claude Monet nasceu em Paris, em 1840, e foi um dos maiores pintores do mundo. Foi por “culpa” de um dos seus primeiros quadros, chamado Impressão, nascer do Sol que surgiu a denominação do Impressionismo. Primeiro a crítica usou o termo de forma pejorativa, escrevendo “Impressão, nascer do Sol” – eu bem o sabia! Pensava eu, justamente, se estou impressionado é porque há lá uma impressão. E que liberdade, que suavidade de pincel! Um papel de parede é mais elaborado que esta cena marinha.” Mas Monet ainda assim gostou do título. Talvez por sentir que uma revolução no mundo da pintura estava pra acontecer.
A casa de Claude Monet em Giverny, no norte da França, foi onde ele passou seus últimos dias. Quando vi essas fotos pensei que ele escolheu viver dentro dos quadros que ele pintou. Depois de algumas gerações de descaso, a casa foi transformada em uma fundação com espaço aberto ao público e exposição das obras dele, das suas coleções de gravuras japonesas e quadros de outros artistas. Mas um dos grandes atrativos também são os jardins, tão coloridos, lindos, inspiradores e encantadores. Com certeza um dos mais bonitos do mundo. A decoração interna da casa foi restaurada e hoje está assim, colorida e linda. Sem dúvidas, mais um lugar no mundo que eu quero conhecer.
Conheci o site da fundação através do twitter do jornalista Fred Navarro.
Esse é o tradicional café da manhã inglês. Conhecido como Full English Breakfast, ele vai de torrada com ovos, bacon, linguiça e um feijão branco com um molho vermelho meio adocicado. É, eu tive o desprazer de provar esse negócio, e relamente não é a melhor coisa do mundo pra começar o dia.
Na China o destaque do desejum é o Youtiao, massa de farinha frita cortada em forma de palitos, que acompanha arroz e leite de soja.
Ah o café da manhã francês. É sem dúvida um dos poucos que realmente tem cara de café da manhã pra mim. Um croissant, ou um brioche, ou ainda uma baguete, companhados de um cream cheese e um bom café bem quente. Esse eu tive o prazer de provar por lá, e volta e meia tento repetí-lo por aqui também. O meu preferido, sem dúvidas.
No Vietnã o dia começa com uma sopa de frango típica, conhecida como Pho, que leva arroz e outros ingredientes, como salsa, cebolinha e hortelã. Dizem ser um dos mais nutritivos do mundo, mas café da manhã temperado desse jeito, e com cara de jantar, não é pra mim não.
A Espanha desperta ao sabor de churros e chocolate quente. Ai que delícia! Isso se eu gostasse de churros… Mas eu fico com o chocolate quente e roubo um croissant lá da frança pra acompanhar :P
O café da manhã na Irlanda até que lembra o inglês, mas sem aquele feijão tão incoveniente. Tudo bem que essas fatias de bacon e essas linguiças ainda deixam ele um pouco indigesto para mim, e os irlandeses ainda incorporam o White Pudding, que é uma massa a base de manteiga, aveia, cebola e especiarias. Posso ficar só com o suco de laranja? :P
Olha o café da manhã americano ai. Eu senti falta das panquecas na foto, com mel ou geléia. Mas um bagel, que nada mais é do que esse pão branco em forma de rosca, recheado com presunto defumado e um bom cream cheese tá valendo né?
Dizem que os italianos passam bem o café da manhã só com uma xícara de café com leite vaporizado, mas eu não perderia a oportunidade de acompanhar esse café com uma boa fatia de pão italiano e uma boa manteiga.
E eu que nem sabia que existia acarajé fora da Bahia… Rá! Brincadeira :P Na Nigéria o dia começa com um acarajé recheado com oji, uma espécie de creme feito de nata. O prato é servido com diversos tipos de molhos e com ‘Moi Moi’, um pudim feito com feijão, cebola e pimentões.
O Irã é mais um lugar que toma café da manhã com cara de almoço, ou jantar. No inverno eles preparam essa espécie de sopa, feita com trigo, canela, manteiga e açúcar, que é misturado com peru, cordeiro ou frango cortado em tiras. Eles cozinham tudo junto e servem. É, realmente não dá pra mim.
E no Oriente Médio eles comem no café da manhã o que eu comeria de entrada no jantar, ou até como petisco à noite. Esse creme é chamado de Labneh, e é feito de iogurte elaborado com especiarias, como hortelã e tomilho, conservado no azeite de oliva. Eles passam em pães ou torradas e pronto, estão prontos pra começar o dia.
Interessante né? Como as culturas são tão diferentes. Eu vi lá no Msn Viagem e adorei.
Que eu sonho em morar na Toscana, todo mundo já sabe. Mas, acreditem, eu ainda não tinha assistido o famoso filme que fala deste pedaço mágico da Itália. Mas minha amiga Cami tratou de resolver esse problema e me presenteou com o DVD, que eu assisti ontem e indico aqui.
É muito bom. É a história de uma mulher que, depois de um divórcio e de ficar um ano na merda, embarca num gay tour romântico pela Toscana e não volta mais. Lá ela, sem perceber, vai realizando os seus desejos e vivendo o melhor da Toscana.
Ter assistido ao filme só me deu ainda mais certeza de que eu quero aquela vida pra mim. Só espero não ter que me divorciar, como no filme :P