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revista piauí


A revista piauí (com p minúsculo mesmo) começou a circular em 2006, idealizada pelo documentarista João Moreira Salles e tem um perfil diferente da maioria das revistas brasileiras. Dizem que a revista pratica o jornalismo literário, mas o João prefere dizer que o que a piauí faz é contar bem uma história. Ela é mensal e trata de temas como política, economia, cultura e afins.

Mas não é só pelo seu conteúdo que ela está aqui. Eu e Paolo ganhamos do nosso querido amigo Ricardo, uma coleção de algumas tiragens antigas da revista, que encantam pelas suas capas tão artísticas. São verdadeiras obras de arte, que dá vontade de colocar na parede. Inclusive esse é o nosso plano :) Além de serem lindas, tem um formato grande para revista, de quase 35cm de altura. Um verdadeiro quadro.

Lindas né? Leia mais no site da revista.


comidinhas em miniatura


A miniaturalização (??) das coisas não é nenhuma novidade, inclusive já postei aqui sobre design de interiores em miniatura. Mas como é uma coisa fofa, linda, chuqui chuqui e incrivelmente bem feita, achei que valia um post :)

Esse material tão delicado é criado por Stéphanie Kilgast, uma artista francesa de 24 anos que descobriu sua paixão pelas miniaturas em um momento de tédio numas férias de verão. Isso é o que eu chamo de ócio criativo ;) Hoje ela vive de fazer suas miniaturas e de estudar outras formas de artesanato, que se forem feitas com tanto carinho como essas, vão ser um sucesso sem dúvida.

Você pode conferir o flickr, o site e o blog dela para ver ainda mais coisas fofas.


meu mercado são josé


(Desculpem pelas fotos… à noite né, vocês sabem…)

Eu sou apaixonada pelo Mercado São José aqui de Recife. Gostaria de ir com mais frequência, confesso, mas sempre que vou aproveito por todas as vezes que eu disse que ia mas não fui :)

Eu adoro quase tudo de lá, proque aquela parte com cheio de peixe e carne realmente não é pra mim… Mas tirando isso, o mercado é uma maravilha. Você encontra de tudo, e de todos. Sim, todos. Porque todo tipo de gente vai lá. Porque todo tipo de gente gosta de ir lá.

Agora, que eu trabalho numa proximidade que me permite ir a pé ao mercado, eu me sinto mais em casa. Apesar do sol de meio-dia no quengo não ser uma coisa lá muito animadora, hoje eu, Carol e Lucila tomamos coragem e, sob um tempo que nem chovia, nem molhava, fomos. Andamos pelos becos com água entre os paralelepípedos, disputamos espaço com carrinhos, como sempre, e andamos rápido mesmo com pouca gente na rua, como sempre.

A primeira parada foi numa loja de essências, onde eu comprei parafina granulada para fazer minhas velas e essência para fazer aromatizador de ambiente. Comprei o que imita o cheirinho da Renaissance :P Depois fomos para uma loja de candomblé. O meu lugar preferido para comprar velas, já que essa loja que eu conheço eles são os próprios fabricantes e os preços são mais em conta. Fiz a festa. Eu já disse aqui que eu amo vela, e como eu sou uma pessoa que amo vela, mas acesa, preciso estar constantemente renovando meu estoque. Hoje comprei essas brancas maiores, que eu já paquerava há muito tempo, e que foram 10 e 15 reais, enquanto as pequenas custaram 1,50 cada uma. Bom demais, né? E o senhor da loja ainda me explicou porque as minhas velas afundam, como eu mostrei aqui. Ele disse que todas as velas afundam e que eu tenho que completar enquanto ela tá na forma. Simples assim.

Depois de olhar umas coisas pra Carol, e outras pra Lu, finalmente entramos no Mercado São José. Ele foi inaugurado em 7 de setembro de 1875 e já passou por algumas reformas, um grave incêndio que deixou ele 5 anos fechado, outras reformas… O mercado é o primeiro edifício pré fabricado em ferro no Brasil, exportado da Europa para o Recife, e possui a mesma estrutura neoclássica dos mercados europeus do século XIX. Lindo né?

Entrei pra procurar uma passadeira para a minha nova-velha mesa, que só vai aparecer direito num post que eu estou organizando só pra ela :) Claro que o que eu queria mesmo era comprar tudo, mas fiquei feliz com a passadeira, que era 30 e saiu por 20,00, e com os meus lindos banquinhos dobráveis, que saíram por 15,00 os dois :D

Já na volta pra agência, passei para comprar gergelim preto, branco e, lembrando de Cami, sementes de mostarda. Levei ainda essas barrinhas de gergelim que Paolo adora, mas que eu acho extremamente doce. Na frente de onde eu comprei as sementes, Carol achou 0 seu arrasante óculos “Hey-Ban-Wei-Fer” que, claro, ganhou destaque total no Small Fashion Diary.

E foi assim, cheias de sacolas e eu com, muito, muito peso, que atravessamos a ponte, deixando a ilha de São José e o meu mercado pra trás.

Foto do mercado: Flávio Silva

no mundo dos paletes


Quando meu pai morava aqui em Recife, eu fui visitar a fábrica que ele trabalhava, e lá era cheio de paletes e daqueles rolos de fio que eu hoje paquero tanto pra fazer uma mesa pra mim. Mas na altura eu estava longe de me interessar por casa ou decoração, o que eu queria mesmo era brincar com as empilhadeiras. E era super divertido :D

Faz tempo que eu paquero esses móveis de paletes (ou pallets). Já inclusive cheguei muito perto de pegar uns abandonados pelo meio da rua, até semi-novos, para mandar fazer algo. Mas o meu apartamento de 70 e poucos metros quadrados não me permite colocar mais nada, a não ser que alguma coisa saia. E como o próximo projeto é pintar a casa, e não trocar os móveis, os paletes vão ter que esperar.

Mas de toda forma, passeando pelo Home & Deport, encontrei essas fotos da cama de paletes, e me dei conta de como sua montagem é simples. Basta tratar bem a madeira e ter um joelho bom, para poder ter uma cama tão baixa, o que não é o meu caso. Sim, faço parte da estatística das pessoas que tem joelho podre.

E para compor esse post, catei mais fotos no próprio flickr do Home & Deport, no blog Lá em Casa e no Cacareco.

Usem paletes. Móveis de madeira reciclada são lindos e ainda ajudam a natureza ;)



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