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petiscos vegetarianos


Poucas coisas são melhores do que receber os amigos em casa pra tomar uma, petiscar e falar merda. Melhor ainda quando são só mulheres fofocando, falando da vida dos outros, de safadeza e ainda por cima cortando os cabelos hahaha :P Foi uma quarta-feira melhor do que a encomenda. Depois de adiar esse encontrinho por semanas, eu, Dani (do Ricota Não Derrete), Lila e Rafa conseguimos nos reunir. Como Dani e Lila são vegetarianas, o menu dos petiscos foi bem diferente do que eu apresentei quando recebi os meninos lá em casa e mostrei aqui nesse outro post de petiscos. Esses são vegetarianos e não levam nada de bicho e nem ovo, só leite e queijos. Então resolvi trazer um pouco do que foi nossa noite :D

Geléia de Pimentãogeleia de pimentaogeleia de pimentaoPrimeiro: tire essa careta que você fez quando leu PIMENTÃO. Essa geléia é feita com pimentão vermelho e todo mundo (eu disse TODO MUNDO) que disse não gostar de pimentão amou (eu disse AMOU) a geléia. Então por favor, tire a capa do preconceito e foca nessa geléia simples e deliciosa, que vai muito bem com um queijo prato esférico, gouda, itálico, brie, entre outros.

Usei dois pimentões vermelhos grandes e tirei a pele deles naquele esquema de queimar direto na boca do fogão, sabe? Você pega o pimentão e coloca em cima do fogão, direto na chama, sem nada. Aí ele vai queimando e você vai virando com a ajuda de uma pinça (no meu caso foi um pegador de macarrão mesmo). Aí quando a pele já estiver bem preta e queimada de todos os lados, você pega e coloca dentro de um saco plástico e fecha, abafando. Deixa por uns 5 ou 10 minutos e depois lava em água corrente. Toda a pele queimada sai e você tem o pimentão com um sabor de defumado, cozido, sem acidez e delicioso.

Eu cortei os dois em pequenos pedaços, na esperança de que com o tempo de fogo eles fossem se desfazer e virar uma pasta com uma boa textura. Mas eu estava enganada. De toda forma, foi como eu fiz. Cortei os dois pimentões em pequenos pedaços e coloquei na panela com 4 copos americanos de água e 1 copo de açúcar. Eu achei que o resultado ficou muito doce, então da próxima vez vou usar coisa de 3/4 do copo de açúcar, mas fica ao gosto do freguês. :) Aí é deixar em fogo baixo, fervendo e cozinhando. Depois de um tempo eu peguei o mixer e bati uma parte, direto na panela mesmo, deixando uns pedaços inteiros ainda pra dar uma textura mais legal. E deixei fervendo e reduzindo.

Eu não sei exatamente quanto tempo foi, confesso, mas é só ficar de olho e ir vendo se está encorpando sem queimar. Depois que esfria ainda fica um pouco mais durinha, então não precisa se preocupar. Servir gelada com queijo e amor <3

Cestinhas de palmito e ricota

cestinha de ricota com palmitocestinha de ricota com palmitoQuando eu postei os petiscos que eu fiz quando recebi os meninos, coloquei a receita da cestinha de frango e disse o quanto ela era versátil, né? Pronto. Esse recheio eu fiz com ricota, palmito, creme de ricota, uns pedaços de tomate e gratinei com queijo prato esférico que roubei do petisco da geléia aí de cima. Ficou uma delícia. :D

Guacamole

receita guacamolereceita guacamoleEssa receita não fui eu que fiz, mas com certeza vai figurar o cardápio de alguma próxima festinha. É linda, deliciosa e vai muito bem com uma cervejinha gelada. A receita quem preparou foi Rafa, mas ela me passou e eu trago aqui pra vocês :D E o melhor é que como é tudo cru, fica prático de preparar em qualquer lugar. Ah, e se você também não gosta de abacate, segue o mesmo conselho da geléia. Eu também não gosto de abacate e AMEI esse guacamole. Vai por mim.

Você pega meio abacate e amassa bem. A gente usou espremedor de batata, mas pode ser na fé do garfo também. Aí junta meio tomate maduro bem picadinho, pimenta biquinho picada e o sumo de 1 limão. A receita original leva também meia cebola roxa bem picadinha, mas como eu tenho maior problema com cebola crua e Dani também tem gastrite e é bom evitar, ela foi sumariamente retirada da receita e tenho que dizer: perdeu nada. hahahaha :P Ficou ótimo! A gente comeu com essas batatas tipo Pringles de cebola e salsa, mas vale comer com qualquer coisa que faça a base, porque o bicho é bom até puro.

Só tem que se ligar que como leva limão, ele começa a escurecer com o tempo. Então é tipo, preparar e comer. Não que eu precise dizer isso, porque com certeza será detonado rapidamente, mas fica a dica de não preparar com antecedência ;)

E como nem só de petiscos se vive a vida, Dani ainda ARRASOU no brownie sem ovo, sem leite e com muuuuito sabor. Sério, gente. Ele derrete na boca. Coisa de louco. A receita tá lá no Ricota Não Derrete e a foto aqui tá imoral, hein?

brownie vegetarianoE como eu disse, cortamos os cabelos! Sim sim, Dani é fera. Além de cantar, dançar e representar lá no Ricota, ela ainda corta o cabelo das amigas. E faz sobrancelha. E maquiagem. É um pacote completo, viu? Todo mundo merecia ter uma Dani na sua vida hahaha :P E eis que entreguei minhas madeixas pra ela com a seguinte observação: estava com saudade do meu cabelo grande, não queria tirar muito do comprimento…. Mas preciso de um corte, uma leveza, um repicado, um toque Dani mesmo, sabe? E ela foi com fé. Nas fotos pode nem parecer muito, e na verdade mudou pouco pra quem vê de fora. Mas eu acordei mais leve e os olhos mais atentos até elogiaram. :D

Antes

corte de cabelo antes

Durantecorte de cabelo durante

Depoiscorte de cabelo depois No dia seguinte (com cara de sono e ressaca) corte de cabelo depoisAlém de mim, Rafa também cortou o cabelo. Mas ela é muito mais linda e ousada, e Dani arrasou no corte. Acho eu que em breve estará lá no Ricota, então vou evitar spoilers e deixar vocês verem por lá, tá bom? hahaha :P

Dani, Lila e Rafa, que noite massa! Vocês são umas lindas mesmo. <3

Gente, aproveita as receitas pro final de semana! Abre uma cerveja e vai com fé ;)


bodega do futuro


bodega do futurobodega do futurobodega do futurobodega do futurobodega do futurobodega do futurobodega do futuroQue eu adoro um bom bar não é novidade, né. Aí há um tempo atrás me peguei vendo uns posts da Bodega do Futuro no Facebook. E eu, que trabalho com isso, comecei logo a analisar e não precisou de muito pra eu achar o trabalho muito bem feito (Breck e Tereza, parabéns!). E me deu logo vontade de conhecer. Mostrei pra uns amigos, todo mundo curtindo e achando massa, só esperando abrir pra conhecer. E abre hoje! :D

Mas eu que sou blogueira da capricho amiga de gente legal, fui convidada pra conhecer o lugar na pré-estréia ontem. E foi ótimo! O lugar é lindo, com lambe-lambre decorando as paredes, madeira de demolição, arte de Derlon, muito bonito o projeto. É aconchegante e lá fora tem uma área bem legal que rola até graminha sintética pra dar um clima.

Aqui pra nós, se tem duas marcas que combinam bem é Heineken e Jack Daniels, hein? E pode ir com fé que lá tem as duas. Chopp Heineken gelado a noite inteira, mas tem de 600ml e long neck se o freguês preferir, viu? E, para a minha alegria, tem cervejas diferentes na ~carta de cervejas~ <3 O cardápio é assinado pelo chef Rodolfo Albuquerque e pelo que eu li fiquei com vontade de voltar lá quantas vezes for suficiente pra experimentar tudo hahaha

A música é boa, o ambiente é legal, tem gente bonita, cerveja gelada e comida gostosa. Além disso, é perto de casa. Quero mais o que nessa vida? hahaha :) As minhas fotos ficaram meio ruins :( Então roubei essas daqui da fotógrafa Priscila Tenório e as minhas eu finalizo aqui só pra constar hahaha :Pbodega do futurobodega do futurobodega do futuro


minha coleção de garrafas de cerveja


colecao de cervejas colecao de cervejas colecao de cervejas colecao de cervejas colecao de cervejas Sim, eu coleciono garrafas de cerveja. :D

Desde que eu morava em Piedade, comecei ter curiosidade de experimentar novos tipos de cerveja. Pra contextualizar, eu fui uma adolescente bebedora de vodka e outros destilados. Eu aprendi a gostar de cerveja lá pros 20 anos. Aí um ou dois anos depois eu comecei a me interessar por outros tipos de cerveja, de diferentes lugares, diferentes formatos, rótulos, sabores, tudo. Então como vinho foi uma coisa que eu nunca aprendi a beber (no máximo arraso num espumante qualquer) e eu nunca pude colecionar as rolhas, resolvi colecionar garrafas. Ok que ocupam mais espaço, mas convenhamos que são muito bonitas :D

Mas entre as mudanças de Piedade pra Madalena e depois pra Casa Amarela, muitas das minhas garrafas ainda estavam embaladas em vários jornais e esquecidas em caixas de papelão. Aí um dia resolvi comprar uma cristaleira pra dar um lugar digno pra minha humilde coleção. Observação importante: é claro que eu guardo as garrafas vazias! Desculpa, nunca entenderei quem guarda cheia :P As coleções pra mim são mais feitas de história do que de peças, sabe? Além do que, pra conhecer tem que beber né. Então é assim que eu junto minhas garrafas, comprando, ganhando, trazendo de viagem, bebendo e depois lembrando. :)

colecao de cervejas colecao de cervejas colecao de cervejas colecao de cervejas colecao de cervejas colecao de cervejas colecao de cervejas E começar a abrir as caixas foi essa sensação boa de lembrar de algumas das vezes que bebi cada cerveja (claro que eu não lembro de todas hahaha além de ter memória ruim normalmente, estamos falando de cerveja, não da primeira cerveja… :P). E foi lindo ver minha cristaleira se organizando. E, ainda bem, ela ainda tem espaço pra novos rótulos :D Pensando nisso voltei pra casa com mais essas três que breve estarão vazias na cristaleira, porque aqui em casa lugar de cerveja cheia é na geladeira :Pcolecao de cervejas

Eu confesso que não sei escolher minha cerveja preferida. Eu gosto de cerveja leve em alguns momentos, de uma cerveja mais encorpada em outros. De cerveja mais doce em alguns momentos, de mais amargas em outro e de cerveja escura quase nunca :P Mas essas são algumas das minhas preferidas, tanto de sabor quanto de imagem e de história pra lembrar. :)

colecao de cervejas Ah, pra quem curtiu a cristaleira é do Meu Móvel de Madeira, o quadro é de Carol Burgo (que me deu de presente de aniversario e sou eu <3) e as garrafas de soda argentina, tradicionais de lá, são da época que papai morou em Buenos Aires. E aí, gostaram?


confraria dos chifrudos


confraria dos chifrudosconfraria dos chifrudosconfraria dos chifrudosconfraria dos chifrudosconfraria dos chifrudosconfraria dos chifrudosconfraria dos chifrudosDepois do post de ontem sobre o Mercado da Madalena, terminou parecendo que eu só achei defeito por lá, né? Mas tem muita coisa bacana e linda :) Tudo bem que a parte dos bichinhos meio que mancha a imagem de lá, mas dá pra aproveitar e, vamos combinar, que ter um mercado do lado de casa é uma bênção. Então, se tem, vamos aproveitar o que tem de bom :D

E eu posso garantir que a tal Confraria dos Chifrudos é o que tem de ótimo lá. Gente, eu já disse o quanto eu adoro boteco, pega bebo, pé sujo e essas coisas, né? Me sinto muito melhor num lugar desse do que num bariznho da moda chique e arrumado. Eu gosto mesmo disso aí que tem nas fotos. Um lugar pequeno, temático, decorado com o que tem de melhor e mais barato, com cerveja gelada, comida da boa e história pra contar.

Quando chegamos lá o lugar estava bem movimentado. Passava um pouco das 11h e as pessoas estavam começando a chegar. E homens, praticamente só homens. Desses que parecem clientes fiéis da casa, que já tem 40 anos de história no Mercado da Madalena. Homens que vão pra lá se reunir, ver um futebol na tevê pequena, tomar uma cerva e degustar um tira-gosto. E que, principalmente, não estão nem aí em serem chamados de “cornos”. Ou porque são e assumem, ou porque têm tanta certeza que não são, que não deixam de aproveitar o lugar pelo título que levam. Se bem que por mais tiração de onda que tenha por lá, ninguém é tachado de corno, né. Tudo faz parte da poesia do lugar.

Ao chegar, claramente visitando o lugar pela primeira vez e com uma câmera na mão, eu e meu lindo fomos recebidos com sorrisos pelo sr. Fernando, o dono do lugar. Ele ofereceu o chapéu de chifres pra Manoel e ainda o cornofone, um danado de um celular tijolão de flip daqueles super antigos, enfiados dentro de um chifre desses enormes. Enfim, a brincadeira já fica armada pra quem vai pela primeira vez. E ele manda ler a placa que diz que corno tudo que ver quer ler, e manda tocar o sino que diz que quem é corno toca, e por aí vai. Convidada pra entrar no barzinho apertado para conhecer e fotografar, fiquei logo encantada com a simpatia das pessoas.

E, aqui pra nós, é isso que realmente me anima para ficar e voltar a um lugar. A simpatia das pessoas que estão lá. Não apenas as que servem, mas as que frequentam. A gente pode não trocar uma palavra com elas, mas dá pra ver que, no fundo, são pessoas que estão ali pra relaxar, se divertir e aproveitar o lugar. E foi isso que a gente fez. Sentou na mesa pediu uma gelada e um tira-gosto.

Pra ser ainda mais roots, meu lindo preparou o seu “cafezinho”, misturando Conhaque de Alcatrão com limão e mel, e dividindo comigo de aperitivo, entre um gole na cerveja e uma garfada na galinha guisada. Que, por sinal, estava uma delícia. Podia ser servida com cuscuz ou macaxeira, mas a gente só queria ela pura mesmo pra dar uma mastigada. Macia e com um tempero gostoso, desses caseiros, sem exageros. Delícia.

Depois disso, e de mais algumas cervejas “mofadas” de geladas, a gente pediu um cupim que, sinceramente, não precisava de faca pra nada. Tão macio e suculento que, assim como um bom filé, podia ser comido de colher sem grandes esforços. O que ainda iria facilitar na hora de fazer um cimentinho do molho com farinha ;) E também estava uma delícia.

Então essa foi a grande alegria do Mercado da Madalena. Achar um bar simpático, divertido, com cerveja gelada e comida da boa. Tão pertinho, tão fácil, que eu tô é com medo de ser obrigada a frequentar constantemente :P Então, quem for ao marcado não deixe de ir na Confraria dos Chifrudos porque, sendo corno ou não, vale a pena conhecer :D

confraria dos chifrudos



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