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o melhor caranguejo da praia


Lembra do meu desejo? Pronto, Manel matou ele me dando a última agulhinha do dia por conta da casa. Fui feliz? :)Eu frequento a barraca de Manel, na praia de Piedade, há tanto tempo que eu nem sei te dizer. Eu ia muito pequena com minha mãe e minha madrinha, comer vários, vários e vários caranguejos. Mas porque o caranguejo de Manel é o melhor? Porque é feito com carinho, atenção e experiência. Ele tem o trabalho de “depilar” todas as patinhas, que são servidas cheias de pelos até em restauranets, deixando muito mais agradável na hora de quebrar pata por pata no dente. Sim, no dente :D

Muita gente diz que não come caranguejo porque o custo x benefício não vale a pena. Desculpa esfarrapada. Comer caranguejo é muito mais do que medir a quantidade de carne que vem em cada pedaço. É uma terapia. Uma saborosa terapia :) Ele pode ser feio, mas eu não tenho o menor problema em comer patinha por patinha, e depois mandar ver de colherzinha tudo que tem na cabeça :D Quando ele tá gordinho, é sem dúvidas a parte mais gostosa (babando).

Manel tem 40 anos de praia, e no alto dos seus 63 anos, esbanja saúde. O ponto dele fica próximo ao número 3200 da av. Bernardo Vieira de Melo, na altura do edf. Massapê. Sempre que eu vou lá a cerveja tá gelada, o caldinho de sururu tá no ponto e o caranguejo vem suculento. Pena que já entramos no mês “com erre”, que é quando os bichos estão emagrecendo… Mas tem nada não, eu como assim mesmo :P

A praia de Piedade pode não ser a melhor praia, e não é mesmo. Mas para ir em Manel, vale a pena :)

E as fotos do dia foram de Paolo, já que eu estava muito ocupada pegando sol :)


domingo de crepe



O domingo dos pais foi assim. Em cuidando da casa e da cozinha. Paolo, como pai de Chica, escolheu o prato do dia: crepe. Comecei esquentando com uma entradinha de salame, amendoim, azeitona e pão com tomate seco, enquanto bebericávamos uma cervejinha. Depois separei todos os ingredientes que poderiam ir no crepe e preparei a massa. Receitinha básica de um ovo, uma xícara de leite e outra de farinha de trigo com uma pitada de fermento, temperada com sal, pimenta chili e açafrão. Preparei o disco numa frigideira de teflon limpa, e quando um lado ficou pronto eu virei e já levei à mesa para rechear. Escolhi alguns dos ingredientes e levei novamente ao fogo por um tempinho. Então é só fechar, colocar um molho por cima (usei o de tomate pelado com temepro caseiro) e pronto. Acompanhei com uma alface bem temperadinha e foi a melhor coisa do mundo.

Para a sobremesa eu preparei uma massa diferente para o crepe, usando a mesma base, mas temperada com canela, açúcar mascavo, baunilha e cacau em pó. Usei geléia de morango pra rechear, e sorvete de creme para acompanhar. Nem preciso dizer que ficou dos céus, né? :)

E assim foi o meu domingo. Delicioso :)


recebendo os amigos em casa


Eu adoro receber meus amigos em casa :) É um prazer sem tamanho pra mim, ficar cuidando dos quitutes, dos preparativos… Claro que sempre é tudo muito simples, mas é feito com muito carinho. Um dia eu vou ter uma casa bem grande, pra poder convidar todos de uma só vez. Porque né, em 70 e poucos metros quadrados não cabem todos os amigos que cabem no meu coração.

Ontem fez exatamente 1 mês do dia do meu aniversário, e foi uma boa desculpa pra reunir alguns amigos que eu não via desde aquela data. Passei a noite dizendo que eram todos figurantes, porque na verdade eu só estava fazendo essa festinha para tirar fotos e postar aqui hahaha :P Mas era tão mentira que terminei esquecendo de tirar foto de alguns quitutes. O cardápio foi simples, começando com sanduichezinhos de pasta de salsicha e outros de pasta de queijo do reino. Preparei as duas pastas no mixer, que é meu mais novo xodó da cozinha.

Pode me chamar de pobre, de brega, do que for. Mas festinha na minha casa tem que ter azeitona e amendoim. Muito amendoim. E durante a noite saíram outros quitutes, como as pipocas servidas no cone de papel, que eu vi aqui na Casa e Jardim, minicrepes de lombinho e blanquet de peru, e o famoso pão de queijo do Paolo, que fez o maior sucesso aqui. Eu ainda preparei um couscous marroquinho para servir no copo, mas simplesmente esqueci de desligar o fogo depois de colocar o couscous e ele queimou… =( Deu pra salvar alguma coisa, oferecer uma provinha, e prometer fazer um que preste da próxima vez.

Os doces ficaram por conta da especialista Camilla. Ela fez os brigadeiros e beijinhos em versão adulta, cobertos com cacau em pó e espetados no palito de petisco, e o brownie, que enrolamos na chita, fechada com um pau de canela, como eu tinha visto aqui, e ficou de presentinho para os convidados levarem pra casa. As jujubas eu confesso que só coloquei porque eu acho elas lindas pra foto :P Ninguém comeu, nem eu.

As bebidas ficaram por conta dos convidados, porque a festinha foi humilde :) Eu fui de chopp Heineken, porque o barrilzinho me encantou. E tenho que dizer, é bom demais. Ju trouxe essa linda sangria, e prometeu dizer aqui como é que ela fez. Uns foram de suco, outros de vinho, outros de smirnoff ice. Alguns de cerveja, outros de refrigerante. E o que importa é que todos estavam aqui, cada um com a sua bebida e compartilhando da mesma diversão.

A decoração foi simples, toda trabalhada na mistura de estampas. Abusei da chita, cobrindo todos os tamburetes que tenho em casa, e cobri o aparador também. Cada um com um chitão diferente, retalhos que eu tinha em casa e outros que ganhei da minha mãe. Para colocar ainda mais cor, comprei várias flores e coloquei nas garrafas que abrigavam o meu roxinho anfíbio, do qual já falei aqui. E, claro, muita vela. Eu já disse aqui que sou apaixonada por velas, e elas não podiam ficar de fora agora. Foi bom para estrear algumas velas novas, que comprei aqui no mercado São José.

E assim foi a noite, entre copos e tragos no narguile, entre risadas e fofocas, uma alegria gostosa de viver. E que venha a próxima :)


dia dos namorados


Começo o post de hoje falando de uma frustração da minha vida. Não gostar de vinho. Eu juro que eu tento, sempre que tenho a oportunidade provo um tipo de vinho, mas não tem jeito. Eu não consigo gostar. Tinto, rosé, branco, espumante, nenhum deles me agrada. Talvez um dos problemas seja a temperatura. Eu gosto de bebidas geladas, e mesmo o vinho na mais baixa temperatura aceitável para manter as suas propriedades, não é algo realmente refrescante. Acho que o vinho é a bebida do dia dos namorados, e de todas as outras situações românticas, mas como não é a minha, eu investi em cerveja mesmo.

Escolhi marcas diferentes para experimentar. Fazia tempo que eu paquerava a Baden Baden, mas confesso que estava com pirangagem de pagar quase 10 reais na garrafa, mas me rendi e não me arrependo. Ela é uma cerveja gostosa, que desce suave mas é encorpada, uma delícia. A Murphy’s Irish Red é bem forte, mas bem gostosa também, e sua coloração avermelhada é bem interessante. A Birra Moretti não trouxe uma surpresa muito grande ao meu paladar, me pareceu uma boa cerveja comum. E o resto do dia foi a Bohemia mesmo :)

Bem, dia dos namorados no sábado é uma maravilha. Dá pra preparar qualquer coisa com bastante tempo e dedicação, por isso a pedida do prato foi camarão. Comprei fresquinho, com cabeça e casca, de dois tamanhos diferentes. Os maiores eu fiz no alho e óleo para petiscar e para decorar o prato, e os menores para o molho. Aqui no Rainhas do Lar tem um post bem interessante sobre como cuidar do seu camarão, vale a pena.

O primeiro passo do prato foi dar o susto nos camarões, jogando eles na água fervente com os temperos que você estiver afim, e tirando logo em seguida. É só um susto mesmo, só pra ele ficar rosinha. Os do alho e óleo eu fritei inteiros e eles ficaram bem suculentos. Os do molho foram cuidadosamente decaptados e descascados. Claro que a carcaça eu juntei todinha pra ferver naquele água que joguei os camarões e fazer um belo caldo de camarão, que usei no arroz e ainda guardei. Então peguei a receita do Chef Allan Vila para camarão na moranga e mandei ver. Troquei os tomates por tomates pelados da Raiola, que é uma delícia, e a pimenta foi calabresa e do reino mesmo. Servi com arroz e salada, e cerveja :P

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PS.: Cada vez que eu faço camarão em casa eu lembro como vale a pena pagar par comer na rua. Além do trabalho pra fazer bem feito, a casa fica inevitavelmente com cheiro de camarão. E tome incenso pra cima.



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