Hoje queria fazer um post bem sexta-feira, bem início de fim de semana, bem alegre e colorido. Mas minha sexta-feira está cinza, chuvosa, cheia de trabalho e com muito sono. Hoje tá com cara de quarta-feira. Aquele dia da semana quando você não tem mais a energia que recarregou no fim de semana, e que nem está perto da semana acabar. Acho a quarta-feira um dia estranho, e hoje o dia está assim. Pelo menos pra mim.
Acordei com frio, almocei sozinha, acho que levei uma multa de estacionamento e estou com sono demais pra conseguir me concentrar. A parte boa foi ter ido na Livraria Cultura e encontrado o livro que meu querido amigo que eu gosto de graça, Ely, tinha me indicado. Longe é um lugar que não existe é um livro de Richard Bach que fala de amizade. É lindo, com ilustrações de H. Lee Shapiro e com uma mensagem inocente e cheia de verdade. Dei de presente pra Carol, já que ele foi escrito para falar da nossa amizade (mesmo que tenha sido lançado em 1976, quando nenhuma das duas era nascida ainda).
E o que ilustra esse post é uma imagem bem quarta-feira, que eu encontrei no tumblr Tryphena. Eu não tenho um plano. Eu só quero sentar no pátio e beber café com você durante todo verão. Ou inverno, como é o meu caso. Vamos?

Continuando a saga das receitas usando as encomendas do Mercadão, dessa vez eu preparei uma massa com shitake. Ok, confesso que eu não sei quando a massa deixa de ser talharim pra se tornar fettuccine (desculpa ai a ignorância), por isso resolvi chamar de massa, apenas massa.
Eu nunca tinha feito shitake em casa. Confesso que estranhei. Quando coloquei ele pra hidratar, o cheiro dele na água quente era de um miojo com tempero. Olha que loucura, será que foi só comigo? Alguém mais sente cheiro de caldo pronto no shitake? Ou será só paranóia de quem detesta cubos de caldo e temperos prontos?
Mas bem, derreti mais ou menos uma colher de sopa de manteiga e dourei uma cebola picada em pedaços pequenininhos. Hidratei o shitake por uns 5 ou 7 minutos, escorri e misturei ele ao refogado, juntando mais manteiga. Refoguei bem, bem mesmo, e depois temperei com molho de soja. Juntei ao refogado uma caixinha de creme de leite, um pouco de leite pra dissolver, pimenta do reino, uns pedaços de gorgonzola, uma colher de queijo cremoso e acertei o sal com shoyu. Então é só colocar em cima de uma massa, um fettuccine ou um penne, por exemplo, e se deliciar. Eu ainda salpiquei uma pimenta do reino, porque eu adoro pimenta e porque ia dar um charme na foto. :P
Confesso que o risoto al funghi me conquistou mais, mas essa massa também ficou muito boa. Alguma sugestão para outra metade do meu pacote de shitake? Ou o de funghi? Fico agradecida :)












Desde os jardins de Monet que eu não posto sobre jardins aqui no Ideias, e como eu estava com saudade fui em busca de um post verde. Enquando caçava alguns blogs de jardinagem, como o Jadim das Ideias que eu adoro, lembrei que estava com meu notebook e que nele eu tinha essas fotos da minha ida ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro, no fim do ano passado. Infelizmente não andei o Jardim Botânico inteiro… Chegamos perto da hora de fechar, e Paolo não estava lá muito animado pra andar vendo plantas. Mas consegui ir nos dois lugares que eu mais queria: o orquidário, por necessidade, e a estufa de plantas carnívoras, por curiosidade.
São dois lugares completamentes diferentes, mas igualmente encantadores. As orquídeas me deixam hipnotizada, com suas cores, suas flores únicas, seus formatos… Muita gente diz que parecem insetos, e desgostam delas. Mas eu adoro orquídeas, e acho que elas são realmente um ícone exótico de beleza e delicadeza.
As plantas carnívoras são muito interessantes. Essas em formato de copo são estranhas, e tem um estranho, mas discreto, cheiro de podre, para atrair os insetos. Dentro delas tem uma seiva grudenta, que segura os bichos pela pata e pronto, eles estão no papo. Literalmente. Eu acho que essas plantinhas da última foto são o modelo de plantas carnívoras que está no imaginário popular. Ao menos é o que está no meu. Mas achei engraçado o quanto elas são pequenas, realmente diminutas. Não sei se porque eu via em desenhos animados plantas carnívoras desse estilo, enormes e que engoliam animais e pessoas, mas achei que elas fossem ao menos um pouco maiores.
Então estão aqui para vocês contemplarem, as belas e as feras do jardim. Gostaram?