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saudade do fim de semana


fim de semanafim de semanafim de semanaEsse fim de semana foi só alegria. Nada como receber meu pai e meu irmão em casa, pra matar a saudade. Matar a saudade de Fabinho, que eu não via desde janeiro. Matar a saudade de papai, que eu não via desde o mês passado, mas que já deu tempo de sentir saudade suficiente. Nada como receber meus dois amores na minha cidade, passear um bocado e ter direito a ver um pôr do sol tão lindo como esse. Nada como conseguir reunir meu irmão e minha irmã, juntinhos. É uma alegria só.

Pra quem não sabe, minha irmã é filha da minha mãe e nasceu em 1995. Meu irmão é filho do meu pai e nasceu em 1995. Com um mês de diferença de idade, meus irmãos, que não são irmãos de sangue entre si, são minhas grandes alegrias. Minhas pedrinhas preciosas. Mesmo com a distância de 2.600km que separa Santos de Recife, meus irmãos se gostam, se amam e se dão super bem. E eu, que quando pequena pedia um irmãozinho, dizia aos 9 anos que Deus ouviu minhas preces em dobro. E eu terminei ganhando um irmão de cada lado. Alegria em dobro, isso sim.

E cada vez que eu encontro papai e Fabinho é como se eu recebesse um life no jogo, sabe? Dá uma recarregada nas e energias pra aguentar até a próxima visita ou próxima reunião de família. Agora que eu tô morando quase 20km distante de Malu e mamãe, encontrar com elas também é dar uma recarregada nas baterias e um tapa na saudade. Pois é, sinto uma saudade louca de quando conseguia ver mamãe durante a semana. Agora só nos finais de semana, e olhe lá. Que coisa, né? Na mesma cidade. Mas a vida é assim mesmo.

E a saudade é um sentimento que nós temos que nos acostumar a viver com, né? Saudade a gente sente até de quem a gente acabou de se despedir. E o nome disso é amor. Porque quando a gente ama, sente saudade. E se eu sofro de um mal dessa vida, é da saudade constante. Que me acompanha desde sempre. Mas, ainda bem, que eu tenho finais de semana como esse. Que eu posso abraçar e beijar essa família linda que eu tenho e amo.

Porque se a vida é feita de saudade, é porque ela é feita de amor. Ou não é? :)

 


decoração do quarto da bebê maria antônia


decoracao quarto de bebe meninadecoracao quarto de bebe meninadecoracao quarto de bebe meninadecoracao quarto de bebe meninadecoracao quarto de bebe meninadecoracao quarto de bebe meninadecoracao quarto de bebe meninadecoracao quarto de bebe menina

No final de semana que eu estive em Juiz de Fora, tive o prazer de conhecer  mais nova Miranda, minha priminha Maria Antônia. Ela nasceu no dia 30 de agosto, ou seja, é uma coisinha pequena, mole e fofa :) E quando nós fomos lá na casa da minha prima Livia e do maridão Pablo, fiquei encantada com o quartinho da Maria Antônia. Eu entrei lá e senti uma paz, sabe? E acho que essa é a atmosfera que um bebê precisa pra crescer bem.

A decoração é bem tradicional, e toda linda. De um bom gosto só :) Adorei os papéis de parede, tanto o com os arabescos quanto o de poá. Eles são suaves, clarinhos, um tom creme com um rosa bem pastel, achei lindo.  E os quadros, gente? Que coisa fofa. Eu adoro quadro assim, em “3d”. São quase umas esculturas na parede :P Adorei muito mesmo. O sofá vira uma cama para dormir junto da bebê e embaixo tem dois gavetões pra esconder a bagunça :P As almofadas ficaram bem lindinhas e dão um ar de “sofá” quando a cama não é usada.

O breço  é bem fofo e as almofadas são personalizadas com as inicias de Maria Antônia. Chic, né? Digno de uma princesinha :) E a cadeira de amamentar é tão linda que eu teria como poltrona na minha casa :P Adorei a estampinha floral e os babadinhos suaves. No quarto de Maria Antônia até o peso da porta e o puxador da cortina são decorados com ursinhos. Quer coisa mais mimosa?

Aí pra cada lado que você olhar tem uma coisa linda no quarto. É o lustre com três lâmpadas e com controle de intensidade da luminosidade, é a prateleira suspensa lá em cima com um monte de coisinhas lindas, é a cômoda branca com puxadores em formato de flor, até a ovelhinha que fica perto dos potinhos de limpeza é uma coisa fofa. O trocador também tem o bordado das iniciais e todo floridinho. A coisa mais fofa.

E, pra morar nesse quarto, só sendo muito fofinha, como é minha priminha Maria Antônia. Olha só a pose do sono :) Linda, né? Um orgulhinho. Parabéns Lívia e Pablo, tanto pela filhota quanto pelo quarto dela que ficou LINDO :D

maria antonia


a casa da vó e a família miranda


casa da vocasa da vocasa da vocasa da vocasa da vocasa da vocasa da vocasa da vocasa da vocasa da voÉ a casa do vô e da vó, mas a gente sempre fala a casa da vó. É a casa de todos os Mirandas. A Vó Maria e o Vô Pedro são os únicos avós que eu conheci, e mesmo crescendo a mais de 2 mil quilômetros de distância, eu sempre os senti muito perto de mim. Quando pequena eu ia passar os 2 meses de férias por lá, fazia meu aniversário no salão da igreja e passava dia após dia curtindo todos os meus primos, pra depois voltar pra Recife falando mineiro. Criança pega sotaque rápido, né? Aí quando me perguntavam de onde eu era eu respondia “sou pernambuqueira, pernambucana com mineira!”.

Nas férias era quando eu viajava pra Barbacena, pro Rio e pra São Paulo, tudo de carro com o papai, me dividindo entre a casa dos tios e primos. Era praticamente uma casa nova por noite. Pois é, a família é grande. E foi nessa casa, e pelos arredores da Vila Ideal, que eu vivi muito da minha verdadeira infância, mesmo que fosse só nas férias. Quando eu pulava a grade da casa do vizinho pra brincar com seu cachorrão. Quando ficava acordada de madrugada com os primos, tentando não fazer barulho pra não acordar todo mundo. Era quando eu corria atrás dos meus primos pra bater em quem me chamasse de “fera ferida” e cantasse “sou fera ferida, no corpo, na alma e com seu primão”. Era quando a gente jogava cara-a-cara, ludo, banco imobiliário e tantos outros.

Era quando eu podia andar na rua, subir até lááá em cima do morro e descer de patins. Era quando eu podia fazer pulseirinhas de croché pra vender e comprar bala na padaria. E ir só com meus primos pra padaria, o que me dava uma incrível sensação de liberdade e independência. Era a liberdade de uma vila. Lá em Juiz de Fora foi que eu brinquei nas quermesses e nas festas juninas da igreja. Era quando a gente fazia festa do pijama e juntava todos os primos pra sair de pijama pela rua, batendo lata, e depois dormir todo mundo junto, num amontoado de colchões.

Lá em Juiz de Fora minha vó sempre fez todas as minhas vontades. Mimada, né? Pois é. Enjoada pra comer, a vovó sabia que eu só comia se fosse frango com milho. E mais nada, nem adiantava insistir. E hoje não tem uma vez que eu vá pra lá e que ela não faça palha italiana e cocada. Foi lá em Juiz de Fora que eu vi meu avô fazer fornadas de rosca, o pão mais gostoso que eu já comi, e medir o tempo de forno olhando a bolinha de massa subir no copo d’água. E a vovó aproveitava a passa pra fazer pães em formato de jacaré para os netos, com olhos de feijão, que eram uma alegria só.

São incontáveis as aventuras que eu já vivi aí, e com essa família. Acho que a família Miranda traduz o verdadeiro sentido da palavra FAMÍLIA. Todos são super unidos, mesmo que alguns estejam em Juiz de Fora, outros em Goiânia, outros no Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Barra Mansa, e até Recife. Mesmo que a gente passe meses sem se ver e sem se falar, se não fosse a saudade enorme ficaria parecendo que a gente nunca precisou se afastar. É uma alegria só quando junta todo mundo.

A casa da vó é a típica casa de vó. E das antigas. Aquelas com azulejo colorido na parede, banheiro cor de rosa e vários quartos. É aquela decoração feita com tudo que a família tem pra colocar. Cada um que dê o seu porta-retrato, seu imã de geladeira, seu quadro, sua lembrancinha. E tudo fica pendurado, decorando vários ambientes. E isso é que é uma casa de vó. Que tem um pouco de cada um da família.

A casa da vó é onde sempre tem comida na mesa, gente comendo, andando, passando. A casa fica cheia, todo mundo faz uma bagunça só, mas sempre se entende e se encontra. É onde a gente não para de mastigar e engolir do momento que chega até a hora que vai embora. E não para de dar risada também. É quando se misturam os filhos, netos, bisnetos e tataranetos da vó. Primos, tios, sobrinhos, afilhados, parentes, agregados. Na casa da vó até cunhando vira parente e é bem vindo.

E é por isso que todo evento que tem, seja casamento, formatura ou aniversário, a gente dá um jeito de juntar todo mundo. Ou pelo menos a maioria. Porque é quando todos nós ficamos mais felizes e nos sentimos em casa. Quando comemos até se entupir, bebemos até cair e sorrimos até quase virar do avesso. As festas da família Miranda sempre rendem meses de história pra contar.

E pra mim, que fico um pouco mais distante , é sempre diferente cada vez que eu vou para a casa da vó. Meus primos pequenos cresceram, casaram, formaram e estão trabalhando. É quando eu vejo como o tempo está passando rápido. E eu fico sempre com aquela vontade de curtir mais essa família, de ficar mais tempo junto. Mas aí o final de semana acaba. As 48 horas que a gente tem pra passar junto, acabam. E eu tenho que voltar pra Recife, com o coração apertado, e começar a programar a próxima ida. Porque mesmo que demore meses, é um conforto que eu tenho. Saber que, naquele dia, qualquer que seja ele, eu vou voltar.

E vou para a casa da vó, comer palha italiana, cocada, beber cerveja e dar risada, lembrando das histórias de antigamente, quando eu era pequena lá em Juiz de Fora.. :)

casa da vo


decoração vintage


decoracao vintagedecoracao vintagedecoracao vintagedecoracao vintagedecoracao vintagedecoracao vintagedecoracao vintageEu acho que nunca vi uma casa tão verdadeiramente “vintage” na minha vida. Você vê umas casas com toques retrô e essas coisas, mas esse loft é vintage DE VERDADE. Né? E eu fiquei encantada quando vi esse post lá no FreshHome.

Esse loft fica em Barcelona e é onde mora um jovem casal com seus dois filhos. É uma casa antiga de verdade que recebeu pequenas reformas para acomodar essa família. O pé direito alto, as janelas enormes, as paredes de tijolo, tudo tão lindo e tão ideal para a decoração que eles ecolheram, né?

Sabe o que eu mais gosto da decoração vintage? É que ela tem seus toques rústicos, do jeito que eu gosto, e modernos, do jeito que a gente precisa. Então é uma casa que consegue ser linda e funcional ao mesmo tempo. Retrô e moderna. Tudo junto. Fiquei encantada, sério mesmo.

Os toques em cor-de-rosa, a cozinha toda em inox com essa geladeira maravilhosa, os objetos “desgastados” nos quartos, as peças antigas, tudo me encantou muito. E as almofadas, né? Como sempre. Eu sou a louca das almofadas. Amei as de pelo, as cor-de-rosa, as verdes mais rústicas, amei todas. Quero todas, ao mesmo tempo e misturadas! hahaha :)

Agora eu vou sair da frente do computador antes que eu queira me enfiar dentro de uma loja cheia desses produtinhos vintage e gastar o dinheiro todo da minha vida. Ok. Não vai adiantar. Eu já quero. Socorro?

 



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