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vamos ser mais otimistas


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Que a minha vida está um atropelo, quase todo mundo sabe. Que tem muita coisa dando errado, quase todo mundo sabe. Aí eis que alguns dias atrás eu recebi em casa esse livro da Coca-Cola, com 125 razões para acreditar num mundo melhor. O livro é lindo, tem um acabamento muito bem feito e é repleto de imagens maravilhosas. Fotos, ilustrações, pinturas, montagens, tudo tem por lá. Várias pessoas, vários artistas, várias visões. Todas juntas num livro que reúne em forma de imagem e texto 125 motivos para que a gente acredite num mundo melhor.

O livro é em comemoração aos 125 anos da Coca-Cola e complementa a sua campanha “os bons são maioria”. Esses 125 motivos são resultado de uma pesquisa feita em 2010, que comprova que os bons realmente são a maioria, a gente só precisa ver e acreditar.

E basta a gente dar uma folheada pra ver como as frases são realmente animadoras. Podem ser coisas simples, comparações que a primeira vista parecem sem sentido, mas que são o suficiente para subir um ponto o nosso otimismo. E as vezes tudo que a gente precisa é de uma dose de otimismo na vida. Então todos os dias eu pego o livro e abro numa página diferente pra ver o que ele tem para me dizer e me mostrar. E fico mais feliz com isso.

Aproveitando o papo sobre otimismo, eu quero dizer que estou muito mais otimista sobre o meu objetivo de correr a São Silvestre. Lembram que eu estou fazendo parte do Desafio Perfformance? Pronto. Nesse fim de semana foi a nossa primeira corrida/treino. Fizemos 5km na Sunset Paiva 10k, na Reserva do Paiva. Debaixo de chuva e tudo mais. Foi muito bom, uma animação, uma energia boa, uma força que ia passando de pessoa em pessoa. Se quiser ver fotos da corrida, vai lá no Facebook do Club Perfformance. Foi lindo, e eu conto sobre essa experiência lá no blog O Maior Desafio do Mundo. Porque, assim como na vida, na corrida a companhia faz toda a diferença.

paiva sunset 10k

E para o começo desta semana eu desejo para vocês força para acreditar num mundo melhor. Boa segunda-feira :)


cores de sexta: lixo do mar e do rio vira arco-íris


arco-íris de lixoarco-íris de lixoarco-íris de lixoarco-íris de lixoarco-íris de lixoLiz Jones é uma designer de jóias americana que tem um costume interessante. Toda vez que ela vai para a praia ou para algum rio ela sai catando um pouco de lixo que encontra por lá. E esse costume ambientalmente correto virou esse projeto altamente lindo. “Rubbish Rainbows” são as fotografias que ela tira desse lixo que ela cata, separado e agrupado por suas cores. Não é legal?

Que a fotografia é uma arte que me encanta não é novidade para ninguém, e quando tem uma causa de responsabilidade ambiental por trás então, parece que tudo fica ainda mais lindo. Além disso, as cores das fotos são muito interessantes. Você consegue ter diferentes visões da mesma foto. Porque se você olhar para o todo, você vê uma massa colorida e linda, mas se você parar para olhar cada objeto você vê a degradação e a depressão do lixo. Achei muito lindo.

“I collect discarded beach and river plastic every time I visit. I like to help clean up our waterways and make pretty pictures!”, diz Liz sobre o projeto. E por isso merece parabéns em dobro. Tanto por fazer sua parte na limpeza das águas quanto por criar a partir disso imagens tão lindas e coloridas. Cor é vida. Vida a partir do lixo dos rios e mares. Que coisa, né?

Quem me mostrou esse trabalho foi o Filipe Levi, o marido da Pitadinha e meu fornecedor de coisas lindas. Eu fico me perguntando onde ele consegue encontrar essas coisas… Pense num casal que me inspira :)

Meu desejo para o fim de semana de vocês é exatamente esse: menos lixo e mais cor, em todos os âmbitos da vida.


acorda, amor


acorda amoracorda amoracorda amoracorda amoracorda amoracorda amoracorda amoracorda amorAcorda, amor.” é o projeto de fotografia da Fernanda Prado, que começou em agosto de 2008. É um projeto simples e encantador, e quando Nanda, uma leitora muito carinhosa, me escreveu indicando o link do Flickr eu adorei. Fazia tempo que eu não postava sobre foto, né? :)

Uma foto por dia, todos os dias, antes do café-da-manhã. Esse é o projeto. Parece fácil, né? Mas na verdade ele é um belo exercício para nossa vida, e acho que todo mundo podia tentar fazer isso também. Porque além de ser uma maneira da gente refinar nosso olhar fotográfico, é uma forma da gente olhar mais ao nosso redor e valorizar mais as pequenas coisas.

Todos os dias nós acordamos na mesma cama, na mesma casa, rodeados das mesmas coisas. Claro que volta e meia viajamos, dormimos fora, mas convenhamos que não é sempre, ao menos pra mim. Então todos os dias você acordar e procurar algo novo para fotografar no meio das mesmas coisas é um grande desafio.

Ela estudou ângulos, luzes, sombras, objetos, pessoas, animais, comida e um pouco (muito) da vida dela está lá no projeto, e eu achei encantador. Experimentem fazer esse exercício, todos os dias tirem uma foto dentro da sua rotina. Não precisa nem ser só em casa, mas a maioria das pessoas tem uma rotina repetitiva, né? Casa, trabalho, academia. Colégio, casa. Casa, casa, casa. Casa, trabalho, trabalho, trabalho. E traduzir isso em fotos legais é realmente um desafio e uma bela forma de refletir sobre nossa vida.

Nanda, muito obrigada pela atenção no e-mail e pelos links, adorei todos :D

Fernanda, parabéns pelo projeto e pela iniciativa. Fico feliz que esteja durando tanto e que você ainda consiga ter fotos diferentes e lindas para tirar.

Pessoas queridas, olhem mais ao seu redor :)


uma casa cheia de brebotes


uma casa cheia de brebotesuma casa cheia de brebotesuma casa cheia de brebotesuma casa cheia de brebotesuma casa cheia de brebotesuma casa cheia de brebotesuma casa cheia de brebotesuma casa cheia de brebotesEu adoro um brebote, uma lembrancinha, um souvenir, um negocinho aqui, outro ali. Acho que é por isso que quando vejo uma decoração assim, bem cheia de coisas, eu super me identifico :P Eu não sou a pessoa mais organizada do mundo, então essa baguncinha de coisas faz eu me sentir em casa. Coisinhas estrategicamente espalhadas pela casa, cada uma com uma história, uma lembrança, um significado. Acho que uma casa cheia de coisas tem mais vida, mais história e mais alma que as outras.

Eu sei, é super chato pra limpar, pra organizar e tudo isso. Mas ainda assim é o tipo de decoração que eu gosto. Essa casa fica em São Paulo e é um loft que surgiu da união de três quitinetes. Pelo que eu entendi no post do Quarto & Sala, quem mora aí é Lídia (que eu não entendi se é atriz ou artista plástica), junto com sua bebê e sua cachorra.

São 100m2 em um único vão, com sala, quarto e cozinha. A falta de paredes deixa tudo maior, mais amplo, mais iluminado. E mesmo que a casa seja cheia de coisas, ela continua espaçosa e livre. Eu gostei, de verdade. Gostei dos quadros, das estantes repletas de coisas, dos pequenos objetos, dos penduricalhos, da mistura de culturas e religiões, tudojuntomisturado.

Eu sei que esse tipo de ambiente não agrada muita gente, mas eu gosto e tinha que compartilhar :)

Boa semana!



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