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domingo de crepe



O domingo dos pais foi assim. Em cuidando da casa e da cozinha. Paolo, como pai de Chica, escolheu o prato do dia: crepe. Comecei esquentando com uma entradinha de salame, amendoim, azeitona e pão com tomate seco, enquanto bebericávamos uma cervejinha. Depois separei todos os ingredientes que poderiam ir no crepe e preparei a massa. Receitinha básica de um ovo, uma xícara de leite e outra de farinha de trigo com uma pitada de fermento, temperada com sal, pimenta chili e açafrão. Preparei o disco numa frigideira de teflon limpa, e quando um lado ficou pronto eu virei e já levei à mesa para rechear. Escolhi alguns dos ingredientes e levei novamente ao fogo por um tempinho. Então é só fechar, colocar um molho por cima (usei o de tomate pelado com temepro caseiro) e pronto. Acompanhei com uma alface bem temperadinha e foi a melhor coisa do mundo.

Para a sobremesa eu preparei uma massa diferente para o crepe, usando a mesma base, mas temperada com canela, açúcar mascavo, baunilha e cacau em pó. Usei geléia de morango pra rechear, e sorvete de creme para acompanhar. Nem preciso dizer que ficou dos céus, né? :)

E assim foi o meu domingo. Delicioso :)


os desidratados


Esse fim de semana foi a vez dos desidratados ganharem espaço na minha geladeira. Primeiro o tomate seco, que hidratei na água quente por uns 20 minutos, escorri, sequei no papel toalha e coloquei num vidro com azeite Gallo Reserva (tava na promô!) temperado com um pouco de vinagre de maçã (eu não tinha de vinho branco…) alho, louro, tomilho e pimenta do reino. Ficou uma delícia :)

Depois Cami me deu um pouco do chimichurri que ela também encomendou do Mercadão, e hidratei com azeite e vinagre, usando a seguinte proporção: uma medida de chimichurri, para uma medida de vinagre, para duas medidas de azeite. Não tem erro, fica muito bom.

E assim minha geladeira ganhou dois novos moradores muito gostosos :)


massa com shitake



Continuando a saga das receitas usando as encomendas do Mercadão, dessa vez eu preparei uma massa com shitake. Ok, confesso que eu não sei quando a massa deixa de ser talharim pra se tornar fettuccine (desculpa ai a ignorância), por isso resolvi chamar de massa, apenas massa.

Eu nunca tinha feito shitake em casa. Confesso que estranhei. Quando coloquei ele pra hidratar, o cheiro dele na água quente era de um miojo com tempero. Olha que loucura, será que foi só comigo? Alguém mais sente cheiro de caldo pronto no shitake? Ou será só paranóia de quem detesta cubos de caldo e temperos prontos?

Mas bem, derreti mais ou menos uma colher de sopa de manteiga e dourei uma cebola picada em pedaços pequenininhos. Hidratei o shitake por uns 5 ou 7 minutos, escorri e misturei ele ao refogado, juntando mais manteiga. Refoguei bem, bem mesmo, e depois temperei com molho de soja. Juntei ao refogado uma caixinha de creme de leite, um pouco de leite pra dissolver, pimenta do reino, uns pedaços de gorgonzola, uma colher de queijo cremoso e acertei o sal com shoyu. Então é só colocar em cima de uma massa, um fettuccine ou um penne, por exemplo, e se deliciar. Eu ainda salpiquei uma pimenta do reino, porque eu adoro pimenta e porque ia dar um charme na foto. :P

Confesso que o risoto al funghi me conquistou mais, mas essa massa também ficou muito boa. Alguma sugestão para outra metade do meu pacote de shitake? Ou o de funghi? Fico agradecida :)


saidinha entre amigas


Tem coisa melhor que uma inesprada noite com as amigas? Aquelas que se decide de última hora. Aquela que a gente troca a ida ao supermercado (né Lu?), fica um dia a mais com a geladeira fazendo eco, só pra dar umas boas risadas. É, foi sem dúvidas uma noite maravilhosa.

Começamos coloridas, com drinques de morango, abacaxi e kiwi, enquanto esperávamos o petisquete. Fomos de filé com fritas, pra que agradasse a todas e a gente não tivesse que pensar muito. Mas pra mim, o destaque ficou por conta do queijo coalho empanadinho, que com o molho madeira do filé fica uma coisa dos céus.

Depois de um papo com o Thomas Jefferson, o rapaz que nos preparou os drinques, ele sugeriu para Lu, que tinha bebido o primeiro de kiwi, um de kiwi com umbú e cajá, que ficou uma delícia. Carol foi no mesmo de abacaxi, porque ela é conservadora. Mas a surpresa ficou por conta do meu drinque. Ele me perguntou seu eu gostava mais das frutas cítricas ou das mais nobres, eu respondi que das mais doces. Ele comentou que o abacaxi estava bem doce, e que para deixar o drinque mais refrescante ele iria fazer com hortelã e um toque especial. Quando chegou e eu provei, jurei de pé junto que ele tinha misturado com aquela pastilha garoto, porque estava realmente muito refrescante. Lu e Carol provaram e adoraram, e a gente teve que pressionar pra ele contar o segredo. Geléia de menta! Putz, como eu não pensei nisso antes. Ele nem colocou açúcar, já que a geléia é bem docinha, e ficou simplesmente perfeito junto com o abacaxi e o hortelã. Uma surpresa muito boa.

E assim foi nossa noite, entre risadas, lágrimas de alegria, conversas secretas, confissões e todas essas coisas de mulher. E ah, pode falar. Minhas amigas além de divertidas são muito lindas, hein? :)

Lu e Carol, obrigda pela noite. De verdade. <3



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